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Síntese do dia — COP15 — 25 de março

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À medida que a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15 da CMS, na sigla em inglês) se aproxima de sua metade, os debates avançaram de forma intensa e abrangente nesta quarta-feira (25/3), percorrendo desde a conservação de espécies marinhas até o fortalecimento de instrumentos de cooperação internacional (entenda mais abaixo). 

No Comitê Plenário, delegados se debruçaram sobre a proteção de baleias, tartarugas, peixes de água doce e da enguia-europeia (Anguilla anguilla), espécies que cruzam oceanos e continentes e enfrentam ameaças crescentes, como colisões com embarcações, poluição sonora e captura acidental (captura não intencional de espécies marinhas durante atividades de pesca).

Apesar da densidade técnica das negociações, a participação das comunidades tradicionais foi o ponto alto do dia. Representando a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, Edinalda Pereira do Nascimento, escolhida como porta-voz das populações anfitriãs do Pantanal, destacou o papel central dos conhecimentos tradicionais na conservação da biodiversidade e na manutenção dos modos de vida. 

Em sua intervenção, Edinalda ressaltou que a continuidade desses modos de vida depende diretamente dos saberes construídos na relação com os territórios, fundamentais para assegurar a presença de espécies migratórias em áreas tradicionalmente ocupadas. Defendeu que esses conhecimentos sejam efetivamente reconhecidos e incorporados aos processos da Convenção, em diálogo com a ciência.

“A integração entre conhecimentos tradicionais e científicos é essencial para fortalecer a conservação”, afirmou, ao destacar a necessidade de que o Conselho Científico da CMS acolha essa conectividade entre diferentes sistemas de saberes.

A declaração mobilizou representantes indígenas e de comunidades locais presentes na plenária, que se levantaram em um momento espontâneo de canto e celebração, ao som de maracás. A cena interrompeu brevemente o ritmo formal das negociações e evidenciou, de forma simbólica, a conexão entre cultura, natureza e conservação.

Também foram apresentadas recomendações concretas, como:

Múltiplos sistemas de conhecimento

  • O Brasil, junto com Fiji, defendeu o engajamento com Povos Indígenas e Comunidades Locais com base no princípio do Consentimento Livre, Prévio e Informado (CLPI/FPIC). É um direito fundamental, reconhecido internacionalmente (como a Convenção 169 da OIT), que assegura a participação ativa de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais em decisões que afetem seus territórios e recursos naturais. Esse processo deve ser voluntário, ocorrer antes de qualquer autorização e garantir acesso pleno e transparente às informações.

Alterações dos Anexos da CMS

  • Propôs emendas para garantir o uso consistente do termo “conhecimento indígena e local” na elaboração e avaliação de propostas de alteração dos Anexos. Essas propostas foram apoiadas por Austrália e Nova Zelândia.

Ações Concertadas

  • Sugeriu emendas para assegurar referências consistentes ao “conhecimento indígena e local” na elaboração de propostas de Ações Concertadas. 

A participação de povos indígenas e comunidades tradicionais na COP15 foi resultado de um processo articulado pela Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e Desenvolvimento Rural Sustentável (SNPCT) e pela Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais (SBio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). 

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A manifestação das comunidades tradicionais deixou claro que, para além dos acordos formais, a conservação das espécies migratórias passa necessariamente pelo reconhecimento e valorização dos saberes que, há gerações, sustentam a relação entre pessoas e natureza.

AGENDA DE NEGOCIAÇÃO

Além do debate sobre conhecimentos tradicionais, o Brasil ampliou sua atuação em diferentes frentes estratégicas ao longo das negociações:

  • CONSERVAÇÃO MARINHA: O Brasil teve participação ativa nas discussões sobre proteção de habitats e espécies marinhas, defendendo o aprofundamento técnico em medidas de conservação baseadas em áreas, como em montes submarinos. Também contribuiu para o avanço de propostas que fortalecem a proteção desses ecossistemas essenciais para espécies migratórias, com ênfase na cooperação internacional e no uso de dados científicos para orientar decisões.

  • POLUIÇÃO E IMPACTOS NO OCEANO: O país posicionou-se contra o endosso da redução da velocidade de embarcações como medida de mitigação do ruído subaquático, avaliando que a proposta ainda carece de base técnica consolidada. No debate sobre mineração em águas profundas, defendeu que o tema seja conduzido em articulação com a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), apoiando orientações voluntárias e reforçando a necessidade de mais pesquisas científicas. A ISA é uma organização criada pela Convenção da ONU sobre o Direito do Mar (1982) para regular atividades no fundo do mar em áreas internacionais. Coordena e controla a exploração de recursos minerais marinhos, garantindo que sejam utilizados em benefício de toda a humanidade e com proteção ambiental.

  • PESCA E CAPTURA DE ESPÉCIES: Nas discussões sobre ameaças diretas à fauna, o país destacou a importância de reconhecer a pesca artesanal de pequena escala nas estratégias de conservação, buscando equilibrar proteção ambiental e segurança alimentar. Também contribuiu para o debate sobre captura acidental e seus impactos sobre espécies migratórias.

  • COOPERAÇÃO INTERNACIONAL: O Brasil apoiou o fortalecimento da articulação entre países e organismos internacionais para enfrentar pressões sobre a biodiversidade, defendendo ações coordenadas ao longo das rotas migratórias. A atuação brasileira reforçou a necessidade de integrar diferentes instrumentos e ampliar a efetividade das medidas adotadas no âmbito da Convenção.

Iniciativa Global sobre a Captura de Espécies Migratórias (GTI)

O lançamento da Iniciativa Global sobre a Captura de Espécies Migratórias (GTI) reforçou a urgência de enfrentar a captura ilegal e predatória de fauna silvestre. Especialistas destacaram que, por atravessarem fronteiras, essas espécies dependem de ações coordenadas entre países, já que medidas isoladas não são suficientes para garantir sua conservação ao longo de toda a rota migratória.

A iniciativa foi apresentada durante um evento paralelo como uma ferramenta prática para fortalecer a cooperação internacional e apoiar a implementação do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, especialmente no que diz respeito ao manejo sustentável das espécies. Apesar de avanços na definição de metas, ainda há lacunas na aplicação dessas diretrizes, o que torna essencial transformar compromissos globais em ações concretas nos territórios.

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Evidências de campo mostram que a captura ilegal ou predatória é uma ameaça generalizada, associada tanto ao consumo local quanto ao comércio, além de usos culturais e econômicos diversos. Diante disso, especialistas defenderam abordagens integradas, que incluam o fortalecimento da fiscalização, o engajamento de comunidades locais, o investimento em educação e uma melhor compreensão das cadeias de valor e dos fatores que impulsionam a demanda.

Conexão sem Fronteiras

A conservação dos oceanos e o manejo de espécies migratórias marinhas estiveram no centro dos debates no espaço Conexão Sem Fronteiras. Especialistas do Ibama e do ICMBio discutiram a queda populacional de tubarões e raias e os desafios para garantir que a exploração de espécies como o tubarão-azul (Prionace glauca) não comprometa sua sobrevivência no longo prazo (leia mais aqui). 

Entre os principais pontos, destacou-se a necessidade de monitoramento rigoroso e de cooperação internacional para regular a captura e a comercialização dessas espécies. A avaliação é de que, sem controle adequado, a pressão sobre populações migratórias pode levar a reduções significativas, afetando o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

A proteção de habitats críticos também ganhou destaque, especialmente o Arquipélago de Abrolhos, na Bahia, considerado um dos principais berçários do Atlântico Sul. Autoridades reforçaram a importância de políticas estruturantes para preservar essas áreas e garantir a conectividade entre zonas de reprodução e alimentação de espécies que percorrem longas distâncias.

Espaço Brasil

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) liderou debates com foco na importância de uma governança ambiental multinível e maior integração entre as diferentes convenções globais das Nações Unidas. 

A Secretária Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais (SBio) do MMA, Rita Mesquita, destacou que a sinergia entre os acordos internacionais é crucial para a efetividade das políticas públicas e deve basear-se na ampliação do conhecimento compartilhado e no investimento em dados científicos para proteger as espécies migratórias. 

O chefe de gabinete e secretário nacional substituto da SBio, Carlos Eduardo Marinello, explicou que o fortalecimento dessas conexões institucionais aumenta a eficiência, permitindo que ações estratégicas como a criação de áreas protegidas e processos de restauração contribuam simultaneamente para múltiplas metas internacionais.

O debate também reafirmou que, para uma política pública coerente e de longo prazo, é essencial o respeito aos conhecimentos tradicionais, a integração de setores e uma comunicação estratégica que alcance a população. O diretor do Departamento de Florestas do MMA, Thiago Belote Silva, enfatizou que o cidadão precisa entender como as agendas globais se traduzem na conservação dos biomas e se sentir responsável.

(Com informações da Earth Negotiations Bulletin)

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Fim das exportações de carnes para a União Europeia pode reduzir o PIB em 0,08%

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A União Europeia interrompe nesta quinta-feira (03.09) a entrada de novas cargas de carne bovina e de aves produzidas no Brasil. A restrição também alcança ovos, pescado, mel, carne de equinos e tripas utilizadas pela indústria. O bloqueio decorre da retirada do País da lista de fornecedores considerados aptos a cumprir as novas regras europeias sobre o uso de antimicrobianos na produção animal.

Na prática, produtos acompanhados de certificado sanitário emitido a partir desta quinta-feira não poderão ingressar no bloco. Cargas certificadas até quarta-feira (2) seguem as regras anteriores e poderão concluir o transporte e o desembaraço nos portos europeus.

A decisão não foi motivada pela descoberta de doença nos rebanhos nem pela presença de resíduos na carne exportada. A União Europeia alegou que não recebeu garantias suficientes de que o Brasil poderá comprovar, durante todo o ciclo de vida dos animais, o cumprimento das proibições impostas pelo bloco.

As normas europeias impedem a utilização de antimicrobianos para acelerar o crescimento ou aumentar o rendimento dos animais e restringem medicamentos considerados essenciais ao tratamento de infecções em seres humanos. O Brasil sustenta que atende às exigências e que já encaminhou os documentos e protocolos solicitados.

Embora represente uma parcela pequena do volume total exportado pelo Brasil, a União Europeia é um dos mercados mais rentáveis para a carne bovina. Entre janeiro e julho deste ano, o bloco comprou 63,7 mil toneladas, com receita equivalente a aproximadamente R$ 3 bilhões.

O volume cresceu 10,4% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto a receita avançou 22,8%. A União Europeia respondeu por 3,24% da quantidade de carne bovina exportada pelo País, mas por 4,92% do faturamento. O preço médio ficou próximo de R$ 44,9 mil por tonelada, o maior entre os principais compradores do produto brasileiro.

Em 2025, os embarques de carne bovina para o bloco haviam alcançado 128,9 mil toneladas e aproximadamente R$ 5,4 bilhões. Quando são somadas as carnes de aves e os demais produtos de origem animal afetados, o comércio colocado em risco pela restrição pode se aproximar de R$ 10,2 bilhões por ano.

O impacto sobre a economia brasileira não será suficiente, isoladamente, para comprometer a balança comercial do País. O efeito mais forte deverá aparecer dentro da cadeia pecuária, sobretudo entre frigoríficos e produtores preparados para atender ao mercado europeu, que remunera melhor animais rastreados e cortes de maior valor.

A perda desse destino pode obrigar as indústrias a redirecionar produtos para outros compradores e aceitar preços menores. A substituição não é automática porque cada mercado procura cortes, embalagens e padrões diferentes. Parte da carne vendida à Europa, especialmente os cortes nobres refrigerados, não encontra comprador equivalente com a mesma facilidade.

IMPACTO – Para o engenheiro agrônomo Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), o bloqueio da UE parece pequeno para a economia brasileira, mas é impactante.

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“Os cerca de R$ 10,2 bilhões representam o valor anual das exportações colocadas em risco, e não uma redução automática do PIB. Tomando como referência o PIB brasileiro de R$ 12,7 trilhões em 2025, esse comércio corresponde a aproximadamente 0,08% da economia. Como a suspensão começou em setembro, a parcela potencialmente afetada neste ano ficaria perto de R$ 3,4 bilhões, ou 0,025% do PIB, antes de considerar o redirecionamento dos produtos para outros mercados”, analisa

“Para o País, o efeito direto sobre o crescimento econômico pode parecer pequeno, mas essa média esconde um impacto muito maior sobre produtores, frigoríficos e municípios dependentes da pecuária. A União Europeia compra cortes de maior valor e remunera animais que atendem a exigências específicas de rastreabilidade. Quando esse mercado desaparece, a indústria precisa buscar outros compradores, muitas vezes aceitando preços menores, o que reduz margens e pode aumentar a pressão sobre o valor pago pela arroba”, afirma.

“O Brasil precisa trabalhar simultaneamente em duas frentes: demonstrar rapidamente o cumprimento das exigências e recuperar o mercado europeu, além de ampliar destinos para reduzir a dependência de poucos compradores. O redirecionamento não será simples, especialmente porque a China também limitou suas importações por meio de cotas. Mais do que o volume interrompido, está em jogo a presença brasileira em um mercado de alto valor e a credibilidade do País como fornecedor confiável de alimentos”, acrescenta Rezende.

REAÇÃO – A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que vê com preocupação a interrupção e trabalha com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para reincluir o País na relação de fornecedores autorizados.

Segundo a entidade, um protocolo de controle do uso de antimicrobianos foi desenvolvido em conjunto com a Associação Brasileira das Certificadoras por Auditoria e Rastreabilidade (ABCAR) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Todas as empresas associadas à Abiec habilitadas a vender para a União Europeia já aderiram ao sistema.

A associação ressaltou que a medida tem caráter regulatório e não altera a qualidade, a segurança nem a condição sanitária da carne brasileira, atualmente comercializada em mais de 170 mercados. O problema, neste momento, é demonstrar às autoridades europeias que os controles alcançam todas as etapas exigidas pelo bloco.

A CNA considera a restrição injustificada e afirma que a União Europeia está aplicando suas próprias normas à produção realizada fora do território europeu. A entidade enviou ofícios ao Ministério das Relações Exteriores e à Comissão de Relações Exteriores do Senado pedindo providências para reverter o bloqueio.

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Entre as medidas sugeridas está a avaliação do Mecanismo de Reequilíbrio de Concessões previsto no acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Esse instrumento permite discutir compensações quando uma decisão unilateral altera as condições econômicas estabelecidas entre as partes.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa as indústrias de aves, afirma que a produção brasileira de frango cumpre integralmente as exigências europeias. Uma missão da União Europeia encerra nesta sexta-feira (04.09) uma auditoria nos sistemas de produção de aves e mel. Caso o resultado seja favorável, esses produtos poderão recuperar o acesso ao bloco ainda neste ano, embora não exista data confirmada.

Para a carne bovina, a solução tende a ser mais demorada. A União Europeia quer provas de conformidade durante toda a vida do animal, desde a criação até o abate. Isso exige registros nas propriedades, segregação dos bovinos elegíveis, rastreabilidade dos tratamentos veterinários e controles nos frigoríficos.

A Abiec afirma que as garantias oficiais já foram entregues, mas a Comissão Europeia ainda não indicou quando poderá reavaliar a situação. Autoridades do bloco admitem que a análise da cadeia bovina pode se estender além de 2026 e, no cenário mais desfavorável, chegar a 2028.

CLIMA RUIM – O bloqueio chega em um momento especialmente desfavorável. A China, maior compradora da carne bovina brasileira, estabeleceu para 2026 uma cota de 1,106 milhão de toneladas. Os embarques que ultrapassarem esse limite ficam sujeitos a uma tarifa adicional de 55%. Em 2025, o Brasil vendeu aos chineses 1,648 milhão de toneladas, o que mostra a dificuldade de transferir para aquele mercado todo o volume recusado pela Europa.

Reino Unido, México, países do Oriente Médio e outros mercados asiáticos aparecem entre as alternativas para parte dos produtos. O Reino Unido deixou a União Europeia e não acompanhou automaticamente a restrição que começa nesta quinta-feira. Ainda assim, estudos do setor indicam que o redirecionamento poderá exigir descontos e reduzir as margens dos frigoríficos.

Para o pecuarista, o risco é de maior pressão sobre o preço do boi, principalmente nas regiões onde estão concentradas propriedades e indústrias habilitadas a fornecer à Europa. O tamanho desse efeito dependerá da duração da suspensão, do comportamento das compras chinesas e da capacidade brasileira de abrir ou ampliar outros destinos.

A prioridade do governo e das entidades é conseguir a reinclusão do Brasil na lista europeia. Enquanto a avicultura e o setor de mel esperam uma resposta mais rápida após a auditoria, a pecuária bovina entra no segundo semestre diante de um processo técnico mais complexo e sem garantia de solução imediata.

Fonte: Pensar Agro

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