Tribunal de Justiça de MT

Site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso reúne serviços gratuitos e digitais para o cidadão

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Resumo:

  • Serviços digitais permitem consultar processos, emitir certidões, falar com unidades e buscar acordos sem sair de casa.

Consultar processos, emitir certidões, falar com o Judiciário e buscar acordos agora podem ser feitos sem sair de casa. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso ampliou e organizou seus serviços digitais para facilitar o acesso da população e dos operadores do Direito, com ferramentas gratuitas, seguras e disponíveis pelo celular, computador ou WhatsApp.

Confira alguns dos serviços digitais que facilitam o acesso à Justiça:

Aplicativo TodoJud: acesso oficial aos serviços do Judiciário

O TodoJud é o único aplicativo oficial do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) e concentra os principais serviços digitais. Por ele, é possível consultar processos, acompanhar movimentações processuais com alertas, emitir certidões, acessar o Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), localizar ramais das unidades, registrar manifestações na Ouvidoria e utilizar serviços internos. A ferramenta é gratuita e está disponível para os sistemas Android e iOS.

Consulta processual pelo celular, site ou WhatsApp

A consulta de processos pode ser feita de forma simples e segura:

TodoJud: pesquisa por número do processo, CPF, CNPJ ou nome das partes, com notificações automáticas.

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Site do TJMT: acesso direto e gratuito à Consulta Processual.

WhatsApp: atendimento pelo número (65) 3617-3000, com consulta por CPF/CNPJ ou número do processo, sem exibir dados sigilosos. Em algumas unidades, há explicação das movimentações em linguagem mais simples.

Balcão Virtual e canais de atendimento

O Balcão Virtual permite atendimento remoto, em tempo real, por videoconferência, evitando deslocamentos até fóruns. Além disso, o portal Canais Permanentes de Acesso reúne telefones, e-mails, WhatsApp e horários de atendimento de unidades judiciais, com opção de agendamento.

Certidões negativas on-line e gratuitas

Certidões cíveis e criminais de 1º e 2º graus podem ser emitidas gratuitamente pelo site do TJMT, de forma imediata. O sistema permite verificar a autenticidade do documento, garantindo segurança ao cidadão.

Acordos sem processo: Cejusc Virtual Estadual

Quem busca resolver conflitos de forma rápida pode recorrer ao Cejusc Virtual Estadual, que realiza conciliações e mediações on-line em casos como de família, consumo, dívidas e vizinhança. O serviço é gratuito e atende diversas comarcas do estado.

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Serviços organizados por perfil

O Portal do TJMT organiza os acessos conforme o perfil do usuário (cidadão, advogado, servidor, magistrado), facilitando a localização do serviço desejado.

Com múltiplos canais digitais, gratuitos e acessíveis, o Judiciário de Mato Grosso reforça a proximidade com a sociedade, amplia o acesso à Justiça e simplifica a vida de quem precisa dos seus serviços.

Saiba mais sobre os serviços digitais do TJMT:

Cejusc Virtual Estadual: unidade on-line viabiliza acordos em todo Estado

Certidões negativas podem ser emitidas no site do Judiciário de Mato Grosso

Confira telefones, e-mails e endereços do Tribunal e das comarcas no Portal do TJMT

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Facilidade de acesso: canais de atendimento do Judiciário estão disponíveis para a população

Consulta processual pelo WhatsApp: veja como funciona o novo serviço do TJMT

TodoJud garante mais segurança nas consultas processuais pelo celular

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Aprimoramento do suporte pedagógico e valorização de potencialidades marcam debate sobre inclusão

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A inclusão escolar ultrapassa a dimensão técnica e demanda a construção de um ambiente pautado pela empatia, pela escuta e pela compreensão das diferenças. A reflexão é do professor Agnaldo Fernandes, um dos mais de mil participantes do evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”, realizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Com 24 anos de atuação na rede pública de ensino em Cuiabá e Várzea Grande, o educador destacou que o processo inclusivo se consolida, sobretudo, na convivência e no envolvimento de toda a comunidade escolar. “Existe também um trabalho importante com os demais estudantes, para que compreendam as diferenças e participem, respeitem e entendam. Exige preparo, sensibilidade e tempo”, afirmou.

A vivência em sala de aula, como professor de Artes, também revela o potencial expressivo dos estudantes atípicos quando encontram estímulos adequados. Segundo o professor Agnaldo Fernandes, há um envolvimento natural dos educadores em buscar estratégias mais direcionadas, especialmente em áreas como as artes, onde muitos alunos demonstram habilidades significativas. “A gente se apega muitas vezes, quer trabalhar de uma forma mais específica, mais enfática, pra que ele consiga se desenvolver, principalmente na minha área, que tem crianças que conseguem ter um potencial incrível na área de artes. Alguns autistas, por exemplo, conseguem trabalhar pintura, o faz de conta, uma série de elementos da arte que são interessantíssimos”, relatou.

No entanto, o tempo limitado e a dinâmica da rotina escolar acabam impondo barreiras à continuidade desse trabalho mais aprofundado. “Só que você tem muito pouco tempo pra trabalhar, aí você tem a próxima turma e a próxima turma e a próxima turma”, acrescentou, ao destacar a dificuldade de conciliar a atenção individualizada com a demanda de múltiplas turmas ao longo do dia.

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Ainda assim, o compromisso dos professores se mantém como um dos pilares da inclusão. O educador enfatiza que há um esforço contínuo para oferecer o melhor atendimento possível, mesmo diante das limitações estruturais. “A gente se esforça muito, tenta fazer o máximo, mas a gente gostaria que tivesse mais um apoio, um espaço específico pra aqueles que precisam, porque são seres humanos que necessitam de um acompanhamento maior”, afirmou.

Para ele, a ampliação desse suporte pode representar um avanço significativo não apenas no processo de aprendizagem, mas também na construção de perspectivas futuras para esses estudantes. “Esse apoio mais estruturado permitiria que eles se desenvolvessem melhor e pudessem, futuramente, estar no mercado de trabalho de uma forma muito mais efetiva”, concluiu.

Promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o evento foi realizado na quinta-feira (16), na Igreja Lagoinha, reunindo mais de 2,1 mil participantes, entre coordenadores escolares, professores e cuidadores de alunos com deficiência. A iniciativa, conduzida pela vice-presidente do TJMT e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, reafirma o compromisso institucional do Judiciário mato-grossense com a promoção de direitos e com o fortalecimento de práticas inclusivas alinhadas às demandas sociais.

TJMT Inclusivo

O projeto reforça o compromisso do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comissão de Acessibilidade e Inclusão, com o respeito à neurodiversidade, e dá cumprimento à Resolução nº 401/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Judiciário. A iniciativa também está em consonância com a Lei nº 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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