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Suinocultura de Mato Grosso do Sul cresce em 2025 e projeta expansão com Rota Bioceânica em 2026

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul encerrou 2025 com resultados expressivos, consolidando-se como uma das cadeias mais organizadas e dinâmicas do agronegócio local. O desempenho foi impulsionado pelo crescimento da produção e pelo aumento das exportações, colocando o Estado em evidência no comércio internacional de carne suína.

Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com mais de 300 granjas em operação, 121 mil matrizes em produção e mais de 3,6 milhões de suínos abatidos. O setor gera cerca de 32 mil empregos diretos e movimenta toda a cadeia produtiva, incluindo grãos, genética e serviços especializados.

Rota Bioceânica promete ampliar acesso a mercados asiáticos

Segundo Renato Spera, presidente da Asumas, a implementação da Rota Bioceânica será um marco para o setor. “A logística internacional será transformadora para o agronegócio sul-matogrossense. A rota encurtará distâncias, abrirá acesso direto a mercados asiáticos de alto potencial, reduzirá custos e tornará nossa produção ainda mais competitiva”, afirma.

Spera reforça que a associação continuará atuando em defesa do produtor, oferecendo informações técnicas, apoio institucional e articulação política, com foco em um crescimento organizado, sustentável e com maior participação no comércio global.

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Exportações e presença internacional em alta

O comércio externo também apresentou evolução significativa. Relatórios oficiais indicam que Mato Grosso do Sul exportou mais de 20 mil toneladas de carne suína em 2025, registrando um aumento de 11% em relação ao ano anterior. O Estado se destacou entre os principais polos exportadores do Brasil, consolidando sua relevância no mercado global.

Perspectivas positivas para 2026

Com bases sólidas em produção, incremento nas exportações e perspectivas de infraestrutura moderna, a suinocultura sul-mato-grossense inicia 2026 com expectativas de crescimento no abate e na presença internacional. O setor deve continuar gerando emprego, renda e fortalecendo o posicionamento do Estado no agronegócio nacional e internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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