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Syngenta apresenta VERDAVIS® na Afubra 2026 e revoluciona manejo de pragas no campo

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Alta pressão de pragas ameaça produtividade agrícola no Brasil

A produtividade das lavouras brasileiras enfrenta desafios constantes devido à alta pressão de pragas, especialmente em regiões de agricultura tropical. Insetos como cigarrinha-do-milho, percevejos, lagartas e gafanhotos comprometem significativamente a rentabilidade de culturas essenciais, exigindo estratégias de manejo cada vez mais robustas e inovadoras.

VERDAVIS®: nova tecnologia no combate a pragas resistentes

Na Expoagro Afubra 2026, a Syngenta apresentou o inseticida VERDAVIS®, desenvolvido com a exclusiva PLINAZOLIN® technology. O produto oferece controle ampliado, com efeito imediato sobre pragas e prolongado nas culturas de soja, milho, feijão, trigo, aveia e centeio.

Segundo Aécio Silva, Gerente de Marketing de Produtos da Syngenta:

“VERDAVIS® representa inovação e eficiência no controle de pragas resistentes, garantindo mais choque, mais espectro e mais dias de proteção, traduzindo-se em maior produtividade para o produtor.”

O inseticida atua no sistema nervoso dos insetos e, combinado ao ingrediente ativo lambda-cialotrina, age tanto por contato quanto por ingestão, bloqueando o relaxamento muscular e assegurando eficácia mesmo em alvos resistentes.

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Resultados práticos em lavouras brasileiras

O desempenho do VERDAVIS® já é observado em campo. Na região de Estrela Velha (RS), em áreas do cliente Paiol Sementes, o uso do produto resultou em produtividade de 50,00 sc/ha, superando os 47,00 sc/ha registrados pelo principal concorrente. Esse avanço reforça a eficiência da nova tecnologia no manejo integrado de pragas (MIP) e na proteção das lavouras.

Diferenciais técnicos que garantem proteção prolongada

Além da eficácia sobre insetos, VERDAVIS® foi formulado para suportar condições ambientais adversas: possui alta persistência nas folhas, estabilidade frente à radiação UV e resistência à lavagem pela chuva. Esses fatores prolongam o residual de controle, otimizando o investimento do agricultor e reduzindo perdas por fatores externos.

Portfólio Syngenta também foca no tabaco

Durante a feira, a Syngenta também destacou soluções voltadas ao manejo de tabaco, cultura essencial para a economia regional e para a subsistência de muitas famílias rurais presentes no evento.

Compromisso com inovação e sustentabilidade no setor rural

A participação da Syngenta na Afubra 2026 reforça seu compromisso em estreitar laços com produtores, pesquisadores e lideranças rurais. Ao levar tecnologia de ponta para o campo, a empresa mantém sua posição de referência em defensivos agrícolas, oferecendo soluções que conciliam produtividade e sustentabilidade, especialmente para o produtor familiar.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra recorde deve superar capacidade dos armazéns em 133 milhões de toneladas

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A produção brasileira de grãos poderá superar a capacidade de armazenagem do país em aproximadamente 133 milhões de toneladas na safra 2026/27. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma colheita de 366,6 milhões de toneladas, enquanto os armazéns brasileiros comportam 233,8 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estrutura existente equivale a cerca de 64% do volume que poderá ser produzido. A diferença expõe um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro: a produção avança em ritmo superior à construção e à modernização de silos, sobretudo dentro das propriedades rurais e nas novas regiões produtoras.

Na prática, a limitação reduz a capacidade do agricultor de escolher o melhor momento para comercializar. Sem espaço próprio, parte dos produtores precisa retirar rapidamente os grãos da fazenda e negociar durante a colheita, período marcado pela concentração da oferta, aumento da procura por caminhões e pressão sobre os preços e os fretes.

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), o problema deixou de ser apenas logístico e passou a afetar diretamente a renda no campo.

“Produzir uma safra recorde é uma conquista, mas o produtor precisa ter condições de transformar esse volume em renda. Sem armazenagem, ele perde liberdade para decidir quando vender e pode ser obrigado a negociar justamente no período de maior oferta, quando os preços tendem a estar mais pressionados”, afirma Rezende.

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“Um silo dentro da propriedade não serve apenas para guardar grãos. Ele permite preservar a qualidade, reduzir perdas, organizar o transporte e esperar uma condição comercial mais favorável. Em uma atividade de margens cada vez mais estreitas, essa capacidade de decisão pode determinar o resultado de toda a safra”, acrescenta.

Segundo Rezende, a ampliação dos armazéns exige financiamento de longo prazo, previsibilidade e condições compatíveis com o período necessário para recuperar o investimento. “O Brasil não pode continuar ampliando a produção sem fazer o mesmo esforço na infraestrutura. A armazenagem precisa ser tratada como parte do sistema produtivo, porque o gargalo acaba transferindo custos, riscos e perdas para quem está no campo”, diz.

A capacidade de armazenagem brasileira cresceu 1,1% no segundo semestre de 2025 e chegou a 233,8 milhões de toneladas. No mesmo período, o país contabilizava 9.668 estabelecimentos com estruturas destinadas à guarda de produtos agrícolas.

O avanço, porém, não acompanha o ritmo das lavouras. A safra 2025/26 foi estimada em 361,7 milhões de toneladas. Para o ciclo 2026/27, a projeção de 366,6 milhões representa mais 4,9 milhões de toneladas chegando ao mercado, com novos recordes esperados em culturas importantes.

A diferença entre produção e capacidade estática não significa que 133 milhões de toneladas ficarão literalmente sem local para serem guardadas. Os armazéns podem receber mais de uma carga durante o ano, e as culturas são colhidas em épocas diferentes. Mesmo assim, a comparação mostra que a estrutura disponível é insuficiente nos momentos de concentração da colheita e está distribuída de forma desigual pelo território.

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O problema é mais grave nas regiões em que a produção cresceu rapidamente sem a instalação de silos na mesma proporção. Nesses locais, os grãos percorrem distâncias maiores até unidades armazenadoras, elevando o consumo de combustível, o custo do transporte e o tempo de espera para descarga.

As filas também podem atrasar a retirada da produção da propriedade e a entrada das máquinas em novas áreas. Quando soja e milho disputam simultaneamente caminhões e espaço nos armazéns, o gargalo alcança cooperativas, tradings, indústrias e terminais de exportação.

A ampliação da armazenagem nas fazendas permitiria distribuir melhor o fluxo dos grãos ao longo do ano e reduzir a pressão sobre rodovias e terminais durante a colheita. Também daria ao produtor melhores condições para separar lotes, conservar a qualidade e negociar o produto de acordo com as oportunidades do mercado.

O desafio da safra 2026/27, portanto, não estará apenas em produzir mais. O país terá de encontrar espaço, transporte e condições comerciais para transformar 366,6 milhões de toneladas de grãos em renda efetiva para o produtor.

Fonte: Pensar Agro

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