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TJMT reforça mobilização solidária em apoio às vítimas do tornado no Paraná

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Em apoio à mobilização nacional, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) integra a campanha “Juntos por Rio Bonito do Iguaçu”, promovida pela Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar) em conjunto com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A iniciativa busca arrecadar doações para auxiliar as famílias atingidas pelo tornado que devastou o município paranaense no início do mês (7 de novembro).

A iniciativa ganhou reforço após o envio de um Ofício-Circular do TJPR convidando os Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais a divulgarem a campanha entre magistrados(as) e servidores(as). O presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, aderiu à campanha, demonstrando o compromisso da instituição com a mobilização solidária.

As contribuições podem ser feitas pela chave Pix [email protected] . Os valores arrecadados serão destinados às necessidades identificadas pela Defesa Civil e pelo poder público municipal e estadual.

Conforme informações da Defesa Civil do Paraná, o tornado de categoria F3, segundo a escala Fujita, atingiu ventos de até 250 km/h, destruindo cerca de 90% da área urbana de Rio Bonito do Iguaçu, município com aproximadamente 14 mil habitantes. O fenômeno deixou sete mortos, mais de 400 feridos e centenas de famílias desabrigadas.

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A tragédia causou ainda a destruição da rede elétrica, da malha viária e da infraestrutura de internet, levando à decretação de estado de calamidade pública por meio do Decreto Municipal nº 305/2025 e do Decreto Estadual nº 11.838/2025.

Junte-se a essa corrente de solidariedade e ajude Rio Bonito do Iguaçu!

Chave Pix: [email protected]

Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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