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Trump critica ONU e reafirma postura dos EUA em discurso na Assembleia Geral

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou nesta terça-feira (23) na 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Em um pronunciamento contundente, Trump questionou a eficácia da organização e reafirmou a postura unilateral de seu governo nas questões internacionais.

Críticas à ONU e à sua estrutura

Trump iniciou seu discurso destacando o potencial da ONU, mas afirmou que a organização tem se limitado a “palavras vazias” e não tem conseguido resolver conflitos globais. Ele mencionou incidentes recentes, como falhas em equipamentos durante sua chegada ao evento, para ilustrar o que considera ser a ineficiência da entidade.

Política externa dos EUA: foco na segurança e na soberania

O presidente americano enfatizou que, durante seu governo, os EUA encerraram conflitos prolongados em diversas regiões, incluindo o Oriente Médio e a África. Ele destacou que essas ações foram tomadas sem o apoio da ONU, sugerindo que a organização não contribuiu para a resolução desses conflitos.

Reconhecimento da Palestina: posição firme dos EUA

Trump também se posicionou contra o reconhecimento unilateral da Palestina como estado, afirmando que isso premiaria o grupo Hamas por suas ações violentas. Ele pediu a imediata liberação de reféns mantidos pelo grupo e um cessar-fogo no conflito com Israel.

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Energia sustentável e mudanças climáticas: postura dos EUA

Em relação à energia sustentável e às mudanças climáticas, Trump reafirmou a postura de seu governo de priorizar os interesses econômicos dos EUA. Ele criticou acordos internacionais que, segundo ele, impõem custos elevados à economia americana sem benefícios claros. O presidente mencionou que os EUA estão retirando-se de compromissos climáticos internacionais para proteger os empregos e a competitividade do país.

Preparação do setor cafeeiro brasileiro

Apesar das críticas à ONU, o presidente Trump afirmou que os EUA estão preparados para atender às exigências do mercado consumidor, incluindo o setor cafeeiro. O Conselho Nacional do Café (CNC) acompanha atentamente os desdobramentos relacionados ao Regulamento de Produtos Livres de Desmatamento da União Europeia (EUDR) e reforça a importância de um diálogo contínuo entre países produtores e consumidores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil amplia promoção do agronegócio na África do Sul durante a África Food Show 2026

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Empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas participaram, entre os dias 8 e 12 de junho, na Cidade do Cabo, de uma agenda de promoção comercial voltada à ampliação das exportações para a África do Sul. A programação reuniu encontros com compradores locais, atividades de preparação para o acesso ao mercado e participação na Africa Food Show 2026.

As atividades foram promovidas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com o Consulado-Geral do Brasil na Cidade do Cabo e a Adidância Agrícola do Brasil em Pretória.

Em 2025, a África do Sul importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com destaque para proteínas animais, produtos do complexo sucroalcooleiro, café e produtos florestais.

Durante a rodada de negócios, exportadores brasileiros se reuniram com compradores, importadores e distribuidores sul-africanos. Participaram empresas dos segmentos de carnes bovina, suína e de aves, pescados, bebidas, produtos lácteos, cafés, óleos vegetais, molhos e condimentos, ingredientes alimentícios, grãos, castanhas e alimentos industrializados.

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Antes dos encontros comerciais, as empresas receberam informações sobre o perfil do consumidor sul-africano, as oportunidades para produtos brasileiros e os requisitos para acesso ao mercado. As apresentações abordaram temas relacionados à segurança dos alimentos, à rotulagem, à importação e à distribuição de produtos.

O adido agrícola do Brasil na África do Sul, Rodrigo Almeida, apresentou um panorama do agronegócio local e das oportunidades para ampliação do comércio entre os dois países. O seminário também contou com a participação de representantes do Consulado-Geral do Brasil, do setor privado e de empresas com experiência no mercado africano.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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