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Veneza continuará cobrando taxa de visitantes em 2025

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Veneza continuará cobrando taxa de visitantes em 2025
Rebeca de Ávila

Veneza continuará cobrando taxa de visitantes em 2025

Em 2025, turistas de um dia continuarão tendo que pagar taxas para entrar em Veneza , na Itália , como forma de combate ao overtourism . A cobrança se repetirá em 54 dias específicos entre 18 de abril e 27 de julho (confira as datas exatas abaixo) para acesso em horários de pico, das 8h30 às 16h. Os visitantes devem preencher um formulário online registrando o dia em que pretendem entrar na cidade.

Houve uma mudança nos valores a serem pagos no próximo ano. Quem realizar o cadastro até quatro dias antes da visita paga € 5, já com antecedência de três dias ou menos, paga € 10.

A taxa continua valendo apenas para quem não for pernoitar na cidade. Moradores da região de Vêneto, estudantes e trabalhadores estão isentos da cobrança, mas devem realizar o cadastro online dos dias de passagem pela cidade. Apenas residentes de Veneza, pessoas com deficiência e crianças menores de 14 anos não precisam pagar ou preencher o formulário.

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Participantes de alguns eventos estarão isentos de cobrança em dias específicos. Quem entrar na cidade para o Salone Nautico di Venezia , entre 30 de maio e 2 de junho, e a Vogalonga , em 8 de junho, não precisará pagar a taxa.

O pagamento é obrigatório somente para entrada no Centro Histórico de Veneza , não sendo necessário para o acesso às ilhas da cidade, como Murano e Torcello , que se mantêm com entrada gratuita.

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O cadastro deverá ser realizado neste site . Depois de agendar um dia para a visita e pagar a taxa, será gerado um QR Code com o qual o acesso na cidade será controlado. A multa para quem se recusar a pagar vai variar entre € 50 e € 300.

Em 2024, a taxa foi aplicada em 29 dias entre 25 de abril e 14 de julho. De acordo com as autoridades locais, € 2.4 milhões foram arrecadados com a cobrança.

Datas com pagamento de taxa para entrar em Veneza em 2025:

Abril 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29 e 30
Maio 1, 2, 3, 4, 9, 10, 11, 16, 17, 18, 23, 24, 25, 30, 31
Junho 1, 2, 6, 7, 8, 13, 14, 15, 20, 21, 22, 27, 28, 29
Julho 4, 5, 6, 11, 12, 13, 18, 19, 20, 25, 26, 27
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Fonte: Turismo

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Turismo

Cadastur passa a ter declaração de raça, etnia e gênero; registro é obrigatório

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O Ministério do Turismo deu um passo estratégico na modernização do setor ao tornar obrigatório o preenchimento dos campos de raça, etnia e gênero no perfil dos profissionais e empresas registrados no Cadastur, sistema oficial que garante acesso a programas, incentivos e políticas públicas. Para detalhar a medida, o ministério promoverá, no dia 30 de junho, um webinar para orientar afroempreendedores sobre a formalização e novas oportunidades.

Mais do que uma simples atualização cadastral, essa mudança foi pensada para dar visibilidade à rica pluralidade de pessoas que movimentam o setor de viagens e hospitalidade no Brasil. A partir desse novo banco de dados, será possível identificar os principais desafios para fazer o setor crescer, orientando o desenvolvimento de projetos, ações de capacitação e iniciativas voltadas à redução das desigualdades no mercado de trabalho turístico.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, disse que, ao tornar obrigatório o registro de raça, etnia e gênero no Cadastur, o Governo do Brasil dá um passo histórico rumo a um turismo mais justo, diverso e inclusivo. “Esse mapeamento vai orientar nossas políticas públicas, reduzir desigualdades e capacitar quem realmente faz o setor pulsar. Além disso, ao formalizar e valorizar o turismo de base comunitária e afrocentrada, elevamos a competitividade do Brasil no cenário internacional. Estamos transformando a rica pluralidade da nossa gente em motor de desenvolvimento, emprego e renda para todo o país”, afirmou.

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A formalização por meio do Cadastur é um importante instrumento para ampliar oportunidades e fortalecer a atuação dos profissionais e empreendimentos do turismo. Com o registro, guias de turismo, agências de viagens, meios de hospedagem e organizadores de eventos passam a ter acesso a políticas públicas voltadas ao setor, incluindo linhas de crédito e programas de qualificação profissional.

Microempreendedores e empresários turísticos cadastrados no Cadastur podem, por exemplo, acessar recursos do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que disponibiliza, só em 2026, mais de R$ 1 bilhão para financiamentos com condições facilitadas.

A atividade turística baseada na valorização da cultura negra e da ancestralidade tem demonstrado um enorme potencial de geração de emprego e renda em quilombos e territórios tradicionais de todo o país. Ao mapear e formalizar esses negócios, o Brasil eleva o nível de competitividade de seus produtos em todo o cenário turístico, onde viajantes buscam, cada vez mais, experiências autênticas, sustentáveis e socialmente responsáveis.

Webinar

Como desdobramento dessa iniciativa, o Ministério do Turismo, em parceria com a Associação Brasileira de Afroturismo (Abrafo), promoverá, no dia 30 de junho, das 14h30 às 17h, o webinar “Rotas Negras em Ação: Cadastur, Formalização e Oportunidades para Afroempreendedores do Turismo”.

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O encontro virtual servirá como plataforma de diálogo direto entre os empreendedores e o poder público, detalhando como o registro formal pode se traduzir em fomento e na consolidação de rotas turísticas integradas.

Inscreva-se aqui.

Protagonismo

O Ministério do Turismo lançou, durante o Salão do Turismo 2026, a 13ª edição do Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo (BIMT), dedicado ao afroturismo.

A publicação, elaborada a partir de um esforço colaborativo, que envolveu o Ministério da Igualdade Racial, a Embratur e diversos atores do afroturismo, apresenta um retrato abrangente do setor, destacando o protagonismo da cultura afro-brasileira e das experiências que conectam história, identidade e desenvolvimento econômico.

O documento mapeia 101 experiências e 32 eventos em todo o Brasil, consolidando especialmente as regiões Sudeste e Nordeste como polos do turismo afrocentrado.

Acesse o boletim aqui.

Além disso, em 2025 foi lançado o Guia do Afroturismo no Brasil, que apontou 44 experiências e serviços turísticos protagonizados por pessoas negras. Elaborado em parceria com a UNESCO, o conteúdo é fruto de um levantamento nacional, que ouviu afroempreendedores e comunidades tradicionais.

O material pode ser acessado neste link.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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