Mato Grosso

Vice-governador: “É o padrão de escola que todo estudante mato-grossense merece”

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O vice-governador Otaviano Pivetta foi categórico ao afirmar que o investimento realizado pelo Governo de Mato Grosso na construção e reforma de escolas, para melhorar o ambiente de ensino, é um dos motivos que tem contribuído para o aprendizado dos alunos.

A fala foi realizada durante a entrega da reforma geral da Escola Estadual Waldemon Moraes Coelho, em Campo Verde, nesta segunda-feira (2).

“Estamos investindo em escolas novas e na reforma de unidades existentes desde 2019. Essas melhorias na infraestrutura estão ajudando no fortalecimento do aprendizado e dando condições adequadas de trabalho aos nossos profissionais. O resultado já está aparecendo também no aprendizado, em 2019, Mato Grosso estava em 22º lugar no IDEB; no ano passado, figuramos entre as 10 melhores do país”, afirmou.

O vice-governador reforçou a importância da parceria com os municípios e do estímulo aos professores e servidores.

“Esta é a escola que todo estudante mato-grossense merece. Esse trabalho foi uma parceria do Governo do Estado com a prefeitura, e queremos transformar todas as escolas que ainda não foram revitalizadas em Mato Grosso, garantindo ambiência, bem-estar e respeito aos nossos estudantes”, disse Otaviano Pivetta.

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A estudante do 3º ano, Sarah Vitória Martins, ressaltou o impacto da revitalização. “Eu estudo aqui desde o sexto ano e vi a transformação do prédio. Agradeço de coração ao Governo de Mato Grosso, porque a escola precisava de melhorias e agora está muito melhor. A estrutura foi totalmente renovada, o formato das salas modernizado e o ensino se beneficiou com as melhorias”, afirmou.

A secretária municipal de Educação, professora Simoni Pereira Borges, reforçou a importância histórica da unidade e a parceria entre Estado e Prefeitura. “A Escola Waldemon faz parte da história de Campo Verde. Eu mesma estudei aqui na década de 80 e hoje vemos o cuidado do Governo do Estado, garantindo que os alunos sejam preparados para o futuro. Quem investe em educação faz o melhor investimento, e isso está acontecendo na prática nos 142 municípios de Mato Grosso. Tenho certeza de que os alunos que estão aqui serão os futuros líderes do nosso município”, disse.

A entrega da unidade integra um conjunto de ações na área educacional que soma R$ 57,8 milhões em investimentos no município. Entre as intervenções estão a reforma e construção de salas anexas na Escola Estadual Alice Barbosa Pacheco, a nova unidade Jupiara, a reforma da Ledy Bescancin, salas anexas na Edib Abdel, a construção da Ulisses Guimarães, além de obras na rede municipal, como a Santo Antonio e a previsão de quadra na Áurea Marqueti, ainda em fase de licitação.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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