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Vigiagro realiza treinamento técnico para novos servidores no Paraná

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De 6 a 10 de outubro, o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) promoveu, no Paraná, um treinamento técnico intensivo voltado a novos servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a profissionais recentemente removidos para a área. A capacitação proporcionou uma imersão nas rotinas de fiscalização e controle do trânsito internacional de produtos agropecuários, combinando teoria e prática para fortalecer a atuação das equipes e padronizar procedimentos nas unidades do sistema em Curitiba, Paranaguá e Foz do Iguaçu.

A cerimônia de abertura, realizada em Curitiba, contou com a presença do secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, do secretário-adjunto de Defesa Agropecuária, Allan Rogério de Alvarenga, do coordenador-geral do Vigiagro, Cleverson Freitas, e da superintendente de Agricultura e Pecuária no Paraná, Juliana Bianchini. Durante o evento, as autoridades destacaram a relevância da qualificação contínua para aprimorar a fiscalização e assegurar a proteção da produção agropecuária nacional.

“Os servidores do Vigiagro são a primeira linha de defesa da agropecuária nacional. São eles que asseguram que produtos, animais e vegetais que entram ou saem do Brasil estejam em conformidade com os mais altos padrões sanitários. Investir na qualificação dessas equipes é investir na segurança e na credibilidade do nosso sistema agropecuário”, destacou Goulart.

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Capacitação prática e integração tecnológica

Nos três primeiros dias, os participantes revisaram normas, acompanharam demonstrações operacionais e realizaram atividades voltadas à prevenção da entrada de pragas e doenças, à garantia da inocuidade dos produtos e ao cumprimento das exigências sanitárias internacionais.

O treinamento também incluiu módulos sobre ferramentas tecnológicas essenciais ao trabalho do Vigiagro, como o Portal Único, o SIGVIG, o Shiva e o SISBRAIO, reforçando a modernização dos processos e a integração digital.

O Paraná foi escolhido como sede por ser o único estado que concentra todas as modalidades operacionais do Vigiagro – Aeroporto Internacional, Porto Marítimo, Porto Seco, Porto Lacustre, Correios Internacionais e Posto de Fronteira. Esse cenário permitiu uma formação abrangente e integrada.

A etapa teórica ocorreu no auditório da Superintendência de Agricultura e Pecuária no Estado do Paraná (SFA-PR). Já na fase prática, os servidores foram divididos em três grupos para vivenciar diferentes realidades operacionais.

Um grupo permaneceu em Curitiba, acompanhando atividades no Centro de Tratamento Internacional dos Correios e no Porto Seco. Outro seguiu para Paranaguá, onde conheceu as rotinas de fiscalização do Porto de Paranaguá, um dos principais do país. O terceiro grupo foi a Foz do Iguaçu, para vivenciar as operações da unidade de fronteira terrestre, que registra intenso fluxo de cargas e passageiros. 

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Essa dinâmica possibilitou uma visão prática e integrada das diversas frentes de atuação do Vigiagro no controle do comércio internacional de produtos agropecuários.

A troca de experiências e o contato direto com as operações reforçaram o compromisso das equipes com a proteção da agricultura brasileira e com a excelência dos serviços prestados à sociedade.

Para o coordenador-geral do Vigiagro, Cleverson Freitas, o evento proporcionou uma visão ampla do papel do sistema nas fronteiras e destacou a importância da atuação conjunta para assegurar a segurança e a credibilidade dos produtos agropecuários brasileiros no comércio internacional.

Informação à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Fiscalização do Mapa identifica fábrica irregular de ração animal em Santa Catarina

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou, durante fiscalização em Blumenau (SC), uma fábrica que produzia e comercializava produtos destinados à alimentação animal sem registro no órgão federal. A ação foi realizada após o recebimento de uma denúncia.

Durante a fiscalização, a equipe constatou que o estabelecimento possuía estrutura para produção, armazenamento, mistura, pesagem, ensacamento e comercialização de produtos destinados à alimentação animal. No local, foram encontrados misturadores, silos, transportadores de ingredientes, balanças e máquinas para fechamento de embalagens, além de matérias-primas e produtos destinados a diferentes espécies.

Também foram identificadas irregularidades nas condições de funcionamento do estabelecimento, como ausência de registro no Mapa, falhas de higiene, acúmulo de poeira e resíduos em equipamentos, presença de insetos e teias de aranha, circulação de animais nas áreas de armazenamento e deficiência no controle de pragas.

A fiscalização constatou ainda problemas relacionados à rastreabilidade e à identificação de produtos e lotes, além de condições inadequadas para o armazenamento de matérias-primas e produtos acabados.

As condições encontradas podem comprometer a qualidade e a segurança dos produtos destinados à alimentação animal. A presença de pragas, sujeira e outros agentes externos pode favorecer a contaminação por microrganismos. Já a ausência de mecanismos adequados de rastreabilidade dificulta a identificação da origem dos insumos e a adoção de medidas de controle em caso de problemas sanitários ou necessidade de recolhimento de produtos.

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A fabricação de produtos destinados à alimentação animal deve atender a requisitos de registro, boas práticas de fabricação, controle de qualidade e rastreabilidade, estabelecidos pela legislação.

Diante das irregularidades constatadas, o Mapa adotou as medidas administrativas previstas na legislação, conforme as normas aplicáveis à fabricação e à comercialização de produtos destinados à alimentação animal.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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