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Voa Brasil atinge 50 mil reservas

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Voa Brasil, primeiro programa de inclusão social da aviação brasileira, atingiu nesta quinta-feira (23/10) 50 mil reservas efetuadas desde seu início, número suficiente para ocupar totalmente cerca de 350 aeronaves de passageiros. Sem uso de recursos públicos, o programa oferece passagens aéreas de até R$ 200 a aposentados do INSS que não viajaram nos últimos 12 meses. As passagens são disponibilizadas pelas companhias aéreas em assentos ociosos e baixa temporada, exclusivamente pelo site gov.br/voabrasil.

A reserva número 50 mil, segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), foi efetuada para o trecho São Paulo/Brasília e ocorreu por volta de meio dia. “Nosso objetivo sempre foi a inserção social, a ampliação do número de pessoas no transporte aéreo. E este é um número para se comemorar, pois estamos permitindo que pessoas que não voam há pelo menos um ano ou que nunca voaram tenham a oportunidade de rever parentes, conhecer seus netos ou simplesmente fazer turismo, o que acaba também movimentando a economia local”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho.

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Até o momento, o Voa Brasil movimentou 88 aeroportos de 86 cidades de todas os estados do país. Sudeste (43%) e Nordeste (40%) continuam sendo as regiões mais procuradas, com 20 e 21municipios atendidos respectivamente. Centro-Oeste (8%), Sul (5%) e Norte (3%) completam a procura por região, movimentando respectivamente aeroportos de 9, 21 e 15 cidades.

“Na movimentação geral em 2024, o percentual de passageiros que procura o Nordeste é de 20%. Os números do Voa Brasil indicam que a região está sendo bem procurada pelos aposentados, pois atinge 40% das reservas efetuadas”, comentou Daniel Longo, secretário Nacional de Aviação Civil, lembrando que recentemente houve uma alteração na segurança da plataforma que permitiu o acesso de aposentados do nível bronze, que até então não conseguiam efetuar suas reservas.

As 10 cidades mais procuradas pelos aposentados foram São Paulo (13.950 reservas), Rio de Janeiro (4.020), Recife (3.900), Brasília (3.291), Fortaleza (3.051), Salvador (2.957), Maceió (1.713), João Pessoa (1.709), Belo Horizonte (1.505) e Campinas (1.450).

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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