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Workshop sobre como lidar com a ansiedade abre programação de campanha

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A programação da campanha “MP+Seguro” teve início nesta quinta-feira (01) com um workshop sobre como lidar com a ansiedade, realizado no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, em Cuiabá. Cerca de 30 pessoas, integrantes do Centro de Apoio Operacional do Conhecimento e Segurança da Informação e Gabinete de Segurança Institucional (CSI/GSI), tiveram acesso a técnicas de respiração e meditação que poderão ajudar a aliviar o estresse diário.

“Trabalhamos técnicas e ferramentas simples que podem ser utilizadas no dia a dia, principalmente por pessoas que trabalham com muita tensão. Falamos sobre o que é a ansiedade e também como aliviá-la em menos de três minutos”, explicou a terapeuta e facilitadora do workshop, Luciana Cervelin.

O perito criminal Rubens Okada, integrante da equipe do CSI, destacou a importância do evento. “A escolha desse tema foi muito acertada. Ninguém é capaz de escapar desse sentimento de ansiedade, seja em menor ou maior grau. Achei a discussão super relevante, pois precisamos cuidar também dessa parte mental. Na rotina intensa do dia a dia dificilmente paramos para pensar nas coisas simples da vida e esse momento proporcionou a todos os participantes a oportunidade de voltar e reavaliar as prioridades da vida”, destacou.

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O coordenador do CSI/GSI, promotor de Justiça Mauro Zaque, destacou que tem buscado promover discussões sobre temas que não dizem respeito diretamente à atuação da equipe, mas que influenciam diretamente. “No início do ano, trouxemos uma palestra sobre os sinais de alerta da depressão e agora abordamos aspectos relacionados à ansiedade. Iniciamos a campanha do MP + Seguro com o pé direito, priorizando a saúde mental”, ressaltou. (Com apoio de Vanessa Magalhães da SM Digital Assessoria em Marketing)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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