Tribunal de Justiça de MT

Judiciário mato-grossense é parceiro em projeto escolar que valoriza a cultura quilombola

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Com a parceria do Poder Judiciário de Mato Grosso, a Escola Estadual de Educação Básica Professor Antônio Cesário de Figueiredo Neto realizou o projeto ‘Vozes Ancestrais’. A iniciativa, realizada em 26 de novembro, destacou a importância da cultura afro-brasileira e quilombola na formação da identidade nacional. O trabalho teve como foco a valorização e o respeito pelas culturas dos povos originários, promovendo o diálogo intercultural para combater preconceitos e construir uma cidadania mais crítica e consciente.
 
Na ocasião o Poder Judiciário de Mato Grosso, facilitou o transporte dos alunos para visita ao Quilombo Mata Cavalo, na Escola Estadual Tereza Conceição de Arruda, na realização do evento final. De acordo com a magistrada, essa colaboração reforça o compromisso do Judiciário em promover a igualdade racial e contribuir para ações que valorizem a diversidade cultural, especialmente no contexto educativo.
 
Renata explica ainda que “a iniciativa demonstra o impacto transformador de parcerias interinstitucionais na formação de uma sociedade mais justa e inclusiva, reafirmando a importância de projetos que dialoguem com as realidades históricas e culturais do Brasil.”
 
O projeto, idealizado pelo diretor da escola, Vagner Montanha Sousa Morais, em parceria com professores, servidores e alunos, atendeu às diretrizes das Leis 10.639/03 e 11.645/08, que incluem o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar. Entre as ações realizadas, destacou-se o intercâmbio cultural com os alunos quilombolas da Escola Estadual Tereza Conceição de Arruda, no Quilombo Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento. Este momento proporcionou uma troca de experiências única e aproximou os estudantes da riqueza cultural e histórica do povo quilombola.
 
O evento na escola Cesário Neto contou com apresentações culturais e exposições de trabalhos desenvolvidos pelos alunos. A programação ofereceu uma verdadeira imersão nas raízes e tradições quilombolas, celebrando a diversidade e a ancestralidade como elementos essenciais da formação brasileira.
 
A servidora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Ceila Mônica Silva Ferraz Alencastro também participou do evento durante a primeira fase, que fazia referência aos povos originários.
 
Descrição das fotos. Imagem 1 – Foto Colorida. Mulher em pé fala ao microfone. Ela tem cabelos lisos, pele retinta, usa calça azul e blusa branca. Imagem 2 – Foto de meninas e meninos vestidos com uniforme da dança Siriri. Os meninos estão em pé e seguram chapéu com a mãe direito. As meninas estão sentadas com mão na cintura. Imagem 3 – Homem e mulher estão em pé um ao lado do outro. Eles seguram uma camiseta com imagem representativa do projeto Vozes Ancestrais.
  
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Estudantes da Escola Estadual Leovegildo de Melo participam de palestra do projeto Nosso Judiciário

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Foto horizontal colorida em plano aberto que mostra mais de 200 alunos uniformizados sentados em cadeiras na quadra da Escola Estadual Leovegildo de Melo.O projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), levou sua palestra sobre acesso à Justiça a 220 estudantes do 2º e 3º anos do Ensino Médio da Escola Estadual Leovegildo de Melo, localizada no bairro CPA 4, em Cuiabá, nesta sexta-feira (15). Com essa visita, o projeto alcança 36.690 estudantes de 166 unidades escolares.

Nas palestras, os adolescentes aprendem sobre o funcionamento do sistema de Justiça, acesso ao Poder Judiciário para resolução de conflitos cotidianos na vida das pessoas, como direitos do consumidor, bullying e cyberbullying, brigas de trânsito, crimes de ódio, entre outros. Além disso, são distribuídas cartilhas, elaboradas de acordo com a faixa etária (ensino fundamental II e ensino médio).

“Hoje eu aprendi sobre a conscientização de como podemos entrar na Justiça caso a gente compre algo com problema ou se a gente tiver que ir atrás de uma indenização. Eu também pensava que a Justiça era paga. Não sabia que tinha a Justiça gratuita”, afirmou Murilo de Souza Andrade, 16 anos.

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Foto horizontal colorida em plano aberto que mostra os estudantes Felipe, Murilo, Ana Vitória e Daviela em pé, sorrindo e acenando para a foto, na quadra da escola. Todos usam uniforma da escola (calça e camiseta ou moletom). Ana Vitória Nascimento Miranda, 19 anos, conta que aprendeu novas nomenclaturas, tanto na área criminal, quanto na área civil. “A gente precisa saber esse tipo de coisas porque é útil tanto pro nosso presente, quanto pro nosso futuro, e servem até pra gente ter noção das coisas que são crimes pra gente não cometer isso no futuro”.

De acordo com Felipe Marques da Silva, 17 anos, a palestra contribuiu com conhecimento sobre o uso ético da tecnologia, cuja parte técnica ele e seus colegas já aprendem no curso técnico de Desenvolvimento de Sistemas. “A respeito do cyberbullying, a gente sabe que tem muitas coisas erradas na internet, e dentro da sala de aula a gente faz bullying, às vezes, achando que é só uma brincadeira entre amigos. Tem vezes que a gente fala alguma coisa na brincadeira e nem sabe que pode constranger, que pode fazer mal pra outra pessoa. Foi isso que eu aprendi que pode servir no meu dia a dia e foi muito bom”, avaliou.

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A adolescente Daviela Valéria Bermudez, 16 anos, classificou como muito interessante o conteúdo abordado na palestra. “Foi uma palestra extremamente interessante pra todos os estudantes da rede pública, que, muitas vezes, não têm recursos de informações. A gente está numa fase em que muitos gostam de aventura e muitos começam a experimentar coisas que não seriam muito boas. E eu acho que é de extrema importância a informação agora na juventude, porque a gente vai ser o futuro. Então, precisamos saber de tudo um pouco”, comentou.

Autor: Celly Silva

Fotografo: Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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