Tribunal de Justiça de MT

Portal do NCJUD consolida MT como referência nacional em cooperação judiciária

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) fortalece sua posição de destaque no cenário jurídico brasileiro com o Portal do Núcleo de Cooperação Judiciária (NCJUD). A plataforma reúne informações, serviços e boas práticas que modernizam o trâmite processual e aproximam magistrados, servidores e instituições parceiras.

A relevância do portal foi evidenciada no IV Encontro Nacional de Magistrados(as) de Cooperação Judiciária, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nos dias 10 e 11 de setembro, em Brasília.

Representando o TJMT, o desembargador Wesley Sanchez Lacerda, supervisor do núcleo, e a juíza Henriqueta Fernanda Chaves, que coordena o NCJUD, destacaram o papel do núcleo mato-grossense na disseminação de conhecimento e na otimização da prestação jurisdicional.

“O trabalho do NCJUD tem se destacado de forma notável tanto pelas suas boas práticas quanto pela atuação enérgica dos magistrados que o compõem”, avaliou Wesley.

Sobre o NCJUD e seu portal

Instituído pela Portaria nº 429/2021, o NCJUD atua na harmonização de procedimentos, intercâmbio ágil de atos judiciais e proposição de soluções administrativas e processuais.

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O portal do núcleo tornou-se vitrine nacional ao concentrar informações essenciais: identidade organizacional, composição atualizada, canais de contato, cartilha explicativa e formulário eletrônico para pedidos de cooperação, como devolução de cartas precatórias e recambiamento de pessoas presas.

A “Cartilha Cooperação Judiciária Nacional”, disponível na página inicial, apresenta conceitos, princípios e regulamentações previstos no Código de Processo Civil (arts. 67 a 69) e na Resolução CNJ 350/2020, explicando espécies e procedimentos de cooperação. O material esclarece que atos podem ocorrer entre órgãos do Judiciário ou com outras entidades, agilizando citações, colheita de provas, centralização de processos e execução de decisões.

Boas práticas e Termos de Cooperação

O portal também reúne notícias e documentos de iniciativas lideradas pelo NCJUD, como o Programa Semear, o webinário Plantão Tira-Dúvidas, tutorial sobre códigos de cooperação no PJe e regimes de cooperação para redução de acervos. Além disso, destaca Termos de Cooperação Técnica (TCTs) que ampliam a atuação do Judiciário, incluindo a criação da Central de Conciliação da Saúde Pública, mutirões ambientais e o NatJus para Saúde Suplementar.

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Essa ampla rede de ações confirma o compromisso do TJMT e do NCJUD em modernizar e tornar mais acessível a prestação jurisdicional. O portal, ao centralizar informações e resultados, reforça a transparência e a colaboração como eixos para uma justiça mais célere.

Autor: Vitória Maria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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