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Comarca de Vila Rica celebra 27 anos de serviços prestados à população

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A Comarca de Vila Rica completa nesta quinta-feira (25 de setembro) 27 anos de instalação, consolidando-se como referência na prestação de serviços à população no Nordeste de Mato Grosso. Criada pela Lei Complementar nº 46, de 29 de junho de 1998, a unidade judiciária foi oficialmente instalada em 25 de setembro de 1998 e, desde então exerce papel fundamental na interiorização da Justiça, atendendo também os municípios de Santa Cruz do Xingu e Santa Terezinha.

Atualmente, a Comarca conta com dois magistrados atuam de forma cumulativa em Vila Rica e Porto Alegre do Norte: o juiz Alex Ferreira Dourado, responsável pelos feitos cíveis, diretoria e Cejusc; e a juíza Natalia Paranzini Gorni Janene, que responde pelos feitos criminais.

O corpo funcional da Comarca é formado por 44 colaboradores, sendo 20 servidores efetivos, 5 comissionados, 9 estagiários, 3 credenciados e 7 terceirizados.

Ao longo de sua história, diversos magistrados estiveram à frente da direção do foro, entre eles: João Alberto M. B. Duarte (1998–1999), Eviner Valério (1999–2003), Pedro Sakamoto (2004), Gleidson O. Grisoste Barbosa (2004–2007), Milena Ramos de Lima e Sousa Paro (2007–2008), Gustavo Chiminazzo (2008–2010), João Francisco C. de Almeida (2010–2012), Ivan Lúcio Amarante (2012–2015 e 2018–2024), Luciene Kelly Marciano Roos (2015–2016), Jorge Hassib Ibrahim (2016), Carlos Eduardo de Moraes e Silva (2016–2018) e, desde 2024, o atual juiz diretor, Alex Ferreira Dourado.

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Compromisso renovado

Para o juiz diretor, Alex Ferreira Dourado, o aniversário representa um marco de resistência e renovação. “Hoje celebramos os 27 anos da Comarca de Vila Rica, marco da presença essencial do Poder Judiciário em nossa região. Apesar dos desafios, como o grande volume de processos, as limitações estruturais e outras dificuldades, seguimos firmes graças à dedicação de nossos servidores, a quem rendo minha sincera gratidão. Que esta data renove nosso compromisso com um futuro de progresso, guiado por Justiça, ética, honestidade, transparência e responsabilidade, sempre em benefício de toda a sociedade”, declarou o magistrado.

Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Feliz Natal compartilha conhecimento sobre o “Entrega Legal”

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Foto horizontal colorida em plano aberto que mostra 18 pessoas posando para a foto, sorrindo. Todos usam camiseta da campanha Adotar é Legal. A adoção de crianças e adolescentes é tema recorrente neste mês nas comarcas de todo o país. Maio, considerado o “Mês da Adoção”, mobiliza o Judiciário brasileiro em torno da conscientização sobre o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar. Na Comarca de Feliz Natal, o Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, foi marcado pelo compartilhamento de conhecimento para fortalecer a rede de proteção.

O titular da Vara da Comarca, juiz Fernando Akio Maeda, ministrou palestra sobre o Programa Entrega Legal a servidores do Conselho Tutelar, da Assistência Social e da Secretaria Municipal de Saúde. O foco foi a atuação humanizada e a aplicação correta das etapas do programa, coordenado pela Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), vinculada à Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário, que também coordena o Programa Adoção Legal.

O magistrado explicou que durante o encontro foram esclarecidas dúvidas sobre os procedimentos previstos na legislação, além de reforçada a importância do acolhimento respeitoso às gestantes ou mães que, por diferentes circunstâncias, optam pela entrega voluntária do bebê para adoção.

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“O encontro foi extremamente importante, especialmente porque a rede de apoio ainda possuía algumas dúvidas sobre o Entrega Legal. Tivemos a oportunidade de esclarecer o procedimento, reforçar a importância do acolhimento humanizado às mães e destacar a necessidade de tratar o tema sem qualquer preconceito ou estigma, sempre com respeito, sensibilidade e observância da legislação”, afirmou o magistrado.

A iniciativa também destacou a importância da adoção legal como instrumento de garantia de direitos, proteção e construção de vínculos afetivos seguros para crianças e adolescentes acolhidos em instituições no estado.

Dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) apontam que, atualmente, 65 crianças estão aptas para adoção em Mato Grosso, enquanto há 627 pretendentes habilitados. O estado contabiliza ainda 608 crianças e adolescentes acolhidos, a maioria em serviços de acolhimento institucional.

A discrepância nos números ocorre porque, apesar do avanço das políticas públicas e das campanhas de conscientização, o perfil mais procurado pelas pessoas habilitadas à adoção ainda se concentra em bebês ou crianças de até cinco anos, sem irmãos e sem problemas de saúde. A realidade, porém, é diferente. Grande parte das crianças e adolescentes aptos para adoção é formada por grupos de irmãos, crianças mais velhas ou com necessidades específicas.

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Esse descompasso contribui para a permanência prolongada em instituições de acolhimento e reforça a necessidade de ampliar o debate sobre adoção tardia, adoção de grupos de irmãos e adoção inclusiva.

Saiba mais sobre o processo de adoção e de entrega voluntária para adoção no hotsite da Ceja: https://ceja.tjmt.jus.br/

Autor: Marcia Marafon

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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