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MPor participa de fórum de soluções sobre o futuro da logística e da inovação no setor portuário do Rio de Janeiro

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, nesta terça-feira (14), do Fórum de Soluções Comexlog RJ 2025, um dos principais eventos de comércio exterior e logística do estado do Rio de Janeiro. Realizado no Armazém 1 do Píer Mauá, o encontro reuniu autoridades federais, estaduais e municipais, além de empresários e operadores dos setores portuário e de infraestrutura de todo o Brasil.

Tetsu Koike fala no evento
Tetsu Koike fala no evento

Representando o ministério, o diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação, Tetsu Koike, destacou a importância do evento para alinhar as políticas federais às necessidades do estado. “O objetivo é justamente trazer o olhar sobre a logística, o comércio exterior e a infraestrutura para o Rio de Janeiro e como isso pode e deve se conectar com as políticas que o Ministério de Portos e Aeroportos tem realizado em prol do estado”, afirmou.

“O objetivo é trazer o olhar sobre a logística, o comércio exterior e a infraestrutura para o Rio de Janeiro” Tetsu Koike

O fórum serve de palco para a 5ª edição da “Caravana da Inovação Portuária”, uma iniciativa promovida pelo MPor em parceria com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e o Hub de Inovação Brasil Export.

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A programação de hoje foi dedicada a debater os cenários atual e futuro do comércio exterior e da logística no estado. As mesas de discussão abordaram temas como o papel do “Rio de Janeiro como Hub Logístico do Futuro”, a inserção de pequenas e médias empresas no mercado internacional, o posicionamento do estado nas novas rotas do comércio marítimo global e os desafios da segurança e integração modal no território fluminense.

O segundo dia será inteiramente dedicado à edição especial da “Caravana da Inovação Portuária”, uma imersão no futuro do Porto do Rio de Janeiro, conduzida pelo MPor e pela Antaq. A agenda inclui painéis sobre a criação de uma cultura de inovação nas organizações, o uso de novas tecnologias na segurança pública portuária e os instrumentos de financiamento para projetos inovadores.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MME abre consulta pública para alocação do ERCAP para incentivar o consumo de energia fora do horário de pico do sistema

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (24/8), consulta pública para receber contribuições da sociedade e de agentes públicos e privados para aprimorar as regras de rateio dos custos da reserva de capacidade no Sistema Interligado Nacional (SIN). A proposta está alinhada à modernização do setor elétrico, promovida pela Lei nº 15.269/2025, e tem como objetivo incentivar o consumo de energia fora do horário de pico do sistema.

Atualmente, a regra de rateio do Encargo de Reserva de Capacidade (ERCAP) considera o pico máximo de consumo de cada consumidor ao longo do mês. Na prática, isso cria distorções, pois um consumidor paga o mesmo valor de encargo de reserva de capacidade independente se o seu pico de consumo acontece no maior período de geração (como solar no meio do dia) ou quando em domingos e madrugadas, quando a exigência sobre o sistema é baixa.

Com a nova proposta, o rateio do encargo passa a ser calculado com base no consumo verificado especificamente dentro do período de maior demanda máxima líquida do SIN. Esse período corresponde às horas em que o sistema efetivamente necessita de maior suporte de geração — em geral, no fim da tarde e início da noite de dias úteis, quando a produção solar diminui e a carga do país permanece elevada.

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A reserva de capacidade atua como uma garantia de segurança do fornecimento de energia. Por meio de leilões, as usinas são contratadas para atender o sistema, principalmente nos horários de maior demanda. As despesas dessas garantias são custeadas pelos agentes por meio do ERCAP.

A janela crítica compreenderá até quatro horas consecutivas em dias úteis, com horário exato a ser estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A metodologia permitirá atualizações dinâmicas à medida que a matriz elétrica e os hábitos de consumo evoluem.

Cultura de gestão do consumo

A mudança gera um sinal econômico claro para criar uma cultura de eficiência e gestão ativa da demanda. Consumidores com maior flexibilidade operacional — como indústrias, sistemas de refrigeração, bombeamento, infraestruturas de recarga de veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia — terão incentivos financeiros para transferir suas atividades para fora da janela crítica.

Ao aliviar o consumo no horário de maior demanda operacional, o consumidor reduz sua parcela no rateio e paga menos encargo. No longo prazo, essa resposta do consumo reduz a necessidade de contratar novos leilões de reserva de capacidade, barateando a conta de energia para toda a sociedade.

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Outros avanços regulatórios

A proposta de decreto também introduz outros aprimoramentos para modernizar a regulação do setor:

  • Participação de Geradores: regulamenta a inclusão de geradores no rateio do ERCAP nos casos previstos em lei, sob regulação da ANEEL;
  • Armazenamento de Energia: adapta as regras de contratação e constituição de lastro para reconhecer novas tecnologias, como baterias e armazenamento hidráulico. Por não gerarem energia nova, mas apenas moverem carga no tempo, essas soluções ganham diretrizes específicas por leilão;
  • Mecanismos de Resposta da Demanda: prevê a cobertura, via ERCAP, dos custos de mecanismos competitivos estruturados pela ANEEL para incentivar a resposta do consumo e a geração nos momentos críticos;
  • Flexibilização do Encargo de Energia de Reserva (EER): Retira a obrigatoriedade de apuração anual do EER, permitindo que a ANEEL estabeleça uma apuração mais dinâmica e ajustada à migração de consumidores para o mercado livre.

Acesse aqui o Portal de Consulta Pública do MME.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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