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Aeroporto de Araguaína integra a primeira fase do Programa AmpliAR, voltado à modernização da aviação regional

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O Aeroporto de Araguaína (TO), um dos principais terminais da região norte do Tocantins, integra a primeira fase do Programa AmpliAR, iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) voltada à modernização e ampliação da infraestrutura de aeroportos regionais em todo o país. O programa tem como objetivo reduzir desigualdades de acesso ao transporte aéreo e fortalecer a conectividade regional, com foco especial nas regiões da Amazônia Legal e do Nordeste.

Atualmente em fase de estruturação e estudos técnicos, o AmpliAR prevê investimentos públicos e privados estimados em R$ 5 bilhões, com a meta de modernizar até 100 aeroportos em diferentes estados. As ações incluem obras de infraestrutura e adequações técnicas voltadas à melhoria de pistas, pátios e terminais de passageiros, além da atualização de sistemas e equipamentos de apoio à navegação aérea. O programa é desenvolvido em parceria com a Infraero, governos estaduais e o setor privado.

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, destacou que o AmpliAR é uma política de Estado voltada à interiorização da aviação e à retomada da conectividade regional. Segundo ele, os estudos em andamento permitirão identificar as principais necessidades de cada aeroporto e definir as intervenções prioritárias para ampliar a segurança operacional e o atendimento à população.

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“O AmpliAR é uma política pública que fortalece a aviação regional e prepara o país para uma malha aérea mais integrada e eficiente”, afirmou o ministro. “Araguaína está entre os aeroportos prioritários dessa primeira etapa de estruturação, que vai permitir planejar as melhorias necessárias e atrair novos investimentos”, concluiu.

A reativação recente das operações comerciais em Araguaína reforça o potencial estratégico do terminal e o papel do programa na consolidação da aviação regional. O aeroporto retomou voos regulares em 23 de outubro de 2025, com o início da rota da Gol Linhas Aéreas entre Palmas e Araguaína, operação que conta com três frequências semanais e amplia a integração do norte do Tocantins à malha aérea nacional.

O gerente do Aeroporto de Palmas, Silvio Nogueira, destacou que a nova rota representa um marco para a aviação regional e contribui para o fortalecimento da economia estadual. De acordo com ele, a ligação entre as duas cidades facilita o deslocamento de passageiros e favorece o ambiente de negócios. “Essa rota é de extrema importância para o Tocantins, porque liga a capital ao seu principal polo econômico, que é a cidade de Araguaína. Isso fomenta a economia, facilita o trânsito da população e atrai novos investimentos”, afirmou Sílvio Nogueira.

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O prefeito de Araguaína, Wagner Rodrigues, também ressaltou a importância da retomada das operações. Segundo ele, a modernização da infraestrutura representa um passo importante para o desenvolvimento local e regional. “O aeroporto de Araguaína volta a operar com padrão moderno e seguro, o que vai impulsionar o crescimento da região”, destacou o prefeito.

Com a inclusão de Araguaína no Programa AmpliAR, o Ministério de Portos e Aeroportos reforça o compromisso de planejar novas melhorias na infraestrutura do terminal, alinhadas à política nacional de fortalecimento da aviação regional e de interiorização dos investimentos no setor aéreo.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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