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Preços dos ovos branco e vermelho diminuem diferença em Santa Maria de Jetibá, aponta Cepea

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Venda mais lenta pressiona preços dos ovos

O mercado de ovos registrou queda nas cotações em novembro, refletindo o ritmo mais fraco de vendas desde a segunda quinzena do mês. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), essa desaceleração no consumo tem reduzido a diferença entre os preços dos ovos brancos e vermelhos em diversas regiões do país.

Santa Maria de Jetibá registra forte redução na diferença de preços

Em Santa Maria de Jetibá (ES), principal polo produtor nacional, a diferença entre os valores dos dois tipos de ovos diminuiu quase 30% entre outubro e novembro. Na parcial de novembro (até o dia 26), o preço médio dos ovos brancos a retirar na praça capixaba ficou em R$ 138,11 por caixa de 30 dúzias, representando queda de 4% em relação ao mês anterior.

Já os ovos vermelhos apresentaram média de R$ 147,31 por caixa, com recuo de 5,8% frente a outubro. Essa redução mais acentuada contribuiu para encurtar a diferença de preços, que chegou a R$ 9,20 por caixa — valor 27% menor que o observado no mês anterior.

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Diferença entre ovos brancos e vermelhos atinge um dos menores níveis da série histórica

De acordo com o Cepea, a diferença atual também é 14,4% inferior à registrada em novembro de 2024, considerando os valores deflacionados pelo IGP-DI de outubro de 2025. Trata-se da terceira menor diferença mensal registrada desde o início da série histórica da instituição, em 2019.

Especialistas apontam que, embora o mercado ainda mantenha margens positivas, o encolhimento da diferença entre ovos brancos e vermelhos reflete uma maior sensibilidade do consumidor ao preço e o ajuste natural da demanda no fim do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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