Cuiabá

Dias aceita pedido de desculpas e encerra representação por quebra de decoro

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Oziane Rodrigues | Assessoria do vereador Tenente Coronel Dias 
O vereador por Cuiabá, Tenente-coronel Dias (Cidadania), encerrou a representação por quebra de decoro parlamentar iniciada por meio do Processo nº 39666/2025 contra o vereador Chico 2000 (sem partido), após ter sido agredido verbalmente no dia 7 de outubro, no plenário da Câmara Municipal.
O comunicado oficial ocorreu nesta quarta-feira (3), depois que Dias aceitou o pedido de desculpas realizado presencialmente pelo decano da Câmara.
“O acionei por quebra de decoro parlamentar porque a situação foi grave e cabiam medidas competentes. Fui categórico ao afirmar que não aceitaria qualquer retratação. Após enviar cartas por meio de outros parlamentares, hoje o vereador Chico me procurou, pediu desculpas reconhecendo sua falha grave e eu as aceitei no espírito de conciliação e em respeito à manutenção de um ambiente democrático saudável”, enfatizou Dias, reforçando que a iniciativa demonstra intenção de não reincidência.
A decisão do vereador evita que Chico 2000 receba medidas disciplinares mais gravosas, conforme previsto pela Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Casa de Leis.
Em documento enviado à Comissão de Ética, Chico 2000 também reconheceu ter extrapolado no uso das palavras durante a sessão e reafirmou seu compromisso com o respeito institucional.
Com o caso oficialmente encerrado, Dias reiterou a necessidade de que todos os parlamentares mantenham decoro, equilíbrio e civilidade nas discussões legislativas, mesmo diante de divergências políticas.
“Que o episódio sirva de lição e reafirme nosso compromisso com o respeito e a institucionalidade”, finalizou.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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