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Complexo Fotovoltaico Sol do Agreste inicia fase de testes e reforça liderança da geração solar no Nordeste

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O Complexo Fotovoltaico Sol do Agreste, localizado nos municípios de São Caetano e Tacaimbó, em Pernambuco (PE), iniciou a fase de testes das últimas de suas seis usinas solares no dia 18 de novembro. Integrante do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o empreendimento reúne 549 unidades geradoras e totaliza 169,83 megawatts (MW) de capacidade instalada, consolidando-se como um dos maiores projetos de energia solar da região Nordeste.

Com investimento estimado de R$ 823 milhões, as seis usinas que compõem o complexo contam com capacidade individual que varia de 19,98 MW a 43,29 MW, com garantia física total de 50,20 MW médios. Com obras homologadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o início da operação comercial está previsto para maio de 2026.

Para viabilizar a conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN), será implantada uma subestação elevadora de 34,5/230 kV e uma linha de transmissão de 230 kV, com 1,3 km de extensão, que integrará o complexo à Subestação Tacaimbó.

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O licenciamento ambiental do empreendimento foi conduzido pela Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que já emitiu a Licença de Operação (LO) do empreendimento. Com essa etapa iniciada, o Complexo Sol do Agreste avança como mais um ativo estratégico para o fortalecimento da matriz elétrica renovável do país e para o desenvolvimento econômico regional.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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