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Ministro Silvio Costa filho fala sobre avanços da infraestrutura em seminário no Recife (PE)

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Em Recife (PE), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa, neste sábado (9), do seminário “Esfera Infra”, evento que reúne autoridades e empresários para debater soluções para os gargalos de infraestrutura no país, investimentos e políticas públicas, e o desenvolvimento do setor. Esse será o primeiro evento do Grupo Esfera no Nordeste.

O seminário também contará com a participação dos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Jader Filho (Cidades), e governadores do Nordeste, além do ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius de Carvalho, nos painéis “O Brasil em construção”, “Potência Nordeste”, “Soluções locais para desafios nacionais” e “Investir para crescer”.

Durante o evento, o Instituto Esfera de Estudos e Inovação, frente acadêmica do think tank Esfera Brasil, divulgará o estudo “Contratos, riscos e flexibilidade: repensando a ponte aérea no Brasil”, que será ponto de partida para parte dos debates sobre o futuro do setor aéreo.

Credenciamento
Os profissionais de imprensa interessados na cobertura do evento deverão solicitar a participação pelo e-mail [email protected], ou entrar em contato por telefone com Alessandra Kianek (11 98405-3352) e Anna Rangel (11 97673-0692).

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Serviço:
O quê: Seminário Esfera Infra
Quando: Sábado, 9 de agosto
Onde: Recife Expo Center – Cais Santa Rita, 156 – São José, Recife – PE
Horário: 9h às 13h

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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