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Ministro Silvio Costa filho fala sobre avanços da infraestrutura em seminário no Recife (PE)

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Em Recife (PE), o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa, neste sábado (9), do seminário “Esfera Infra”, evento que reúne autoridades e empresários para debater soluções para os gargalos de infraestrutura no país, investimentos e políticas públicas, e o desenvolvimento do setor. Esse será o primeiro evento do Grupo Esfera no Nordeste.

O seminário também contará com a participação dos ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Jader Filho (Cidades), e governadores do Nordeste, além do ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius de Carvalho, nos painéis “O Brasil em construção”, “Potência Nordeste”, “Soluções locais para desafios nacionais” e “Investir para crescer”.

Durante o evento, o Instituto Esfera de Estudos e Inovação, frente acadêmica do think tank Esfera Brasil, divulgará o estudo “Contratos, riscos e flexibilidade: repensando a ponte aérea no Brasil”, que será ponto de partida para parte dos debates sobre o futuro do setor aéreo.

Credenciamento
Os profissionais de imprensa interessados na cobertura do evento deverão solicitar a participação pelo e-mail [email protected], ou entrar em contato por telefone com Alessandra Kianek (11 98405-3352) e Anna Rangel (11 97673-0692).

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Serviço:
O quê: Seminário Esfera Infra
Quando: Sábado, 9 de agosto
Onde: Recife Expo Center – Cais Santa Rita, 156 – São José, Recife – PE
Horário: 9h às 13h

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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