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Presidente Lula e Renan Filho entregam nova ponte que liga Brasil e Paraguai nesta sexta (19)

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Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro dos Transportes, Renan Filho, entrega, nesta sexta-feira (19), em Foz do Iguaçu, a nova Ponte Internacional da Integração, que liga Brasil e Paraguai.

A estrutura, construída sobre o Rio Paraná, é considerada estratégica para a logística regional e para o fortalecimento das relações do Mercosul, e recebeu investimento de R$ 1,9 bilhão dos dois países.

Atualmente cerca de 400 caminhões cruzam diariamente a Ponte da Amizade, inaugurada há 60 anos e, até então, única ligação rodoviária entre Brasil e Paraguai na região da Tríplice Fronteira. Com a inauguração da nova ponte, esse volume de tráfego passa a ser redistribuído de forma gradual.

No lado brasileiro, a nova aduana e os acessos viários foram finalizados e liberados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Credenciamento
Profissionais interessados em acompanhar o evento devem se credenciar através do sistema da Presidência da República até às 19h desta quinta-feira (18).

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As credenciais serão entregues das 13h às 14h30 no local do evento.

Serviço
Entrega da Ponte Internacional da Integração Brasil-Paraguai
Data: Sexta-feira, 19 de dezembro
Horário: 15h
Local: Nova Aduana Brasil-Paraguai, localizada na cabeceira da ponte, em Foz do Iguaçu (PR)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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