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Rádio TJ: Prosa Legal destaca canal de suporte do aplicativo TodoJud

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Na imagem, um celular branco exibe um logo dourado que lembra uma balança da justiça. Ao lado, em azul e dourado, lê-se O TodoJud é o aplicativo do Poder Judiciário de Mato Grosso e já está em funcionamento. Neste episódio do podcast Prosa Legal, da Rádio TJ, o foco é o canal de suporte disponível para quem precisa de orientação no uso da ferramenta.

Para entender como o suporte funciona, conversamos com Joaquim Rodolfo, gerente de arquitetura de software do Departamento de Sistemas e Aplicações da Coordenadoria de Tecnologia da Informação do TJMT.

Ouça a entrevista completa aqui.

Todas as demandas que chegam pelo (65) 3617-3900 são atendidas pelo Departamento de Suporte do Judiciário. O tempo é responsável por orientar qualquer cidadão, advogado ou advogado que tenha dúvidas, não apenas sobre o TodoJud, mas também sobre outros sistemas do Poder Judiciário de Mato Grosso.

A equipe é atualizada constantemente sobre as funcionalidades do aplicativo e está preparada para resolver desde dúvidas simples até questões mais técnicas. O mais importante: nenhuma demanda fica sem resposta. Toda dúvida ou problema técnico é tratado e esclarecido pelo suporte.

O suporte oficial do TodoJud também é através do 3617-3900, e vale destacar um diferencial importante, o atendimento é feito por pessoas, não por robôs.

Comparado ao antigo ClickJud, substituído pelo TodoJud, os avanços são claros. A navegação é mais rápida e intuitiva ao tratar um aplicativo nativo. Isso significa que foi desenvolvido especificamente para celular e pode ser baixado diretamente na Apple Store ou no Google Play. E o melhor: é gratuito.

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O TodoJud já nasceu como um aplicativo definitivo. A proposta do Departamento de Sistemas e Aplicações foi criar uma ferramenta prática, rápida e segura, pensada para o uso diário. A ideia é mantê-lo por muito tempo, com novas funcionalidades, até que se torne parte da rotina dos cidadãos que precisam acompanhar processos judiciais.

O TodoJud utiliza recursos do próprio aparelho, como notificações, localização e ferramentas de acessibilidade. Pessoas com deficiência visual ou cognitiva, por exemplo, conseguem acessar informações de forma mais simples e rápida, usando as configurações do próprio celular.

Outro destaque é a segurança dos dados. O Todojud utiliza o sistema de autenticação e autorização do próprio Poder Judiciário, garantindo que as informações dos operadores do direito e dos cidadãos sejam protegidas. Se o celular for perdido ou danificado, o usuário poderá cancelar rapidamente o acesso a esse dispositivo, oferecendo ainda mais segurança.

O TodoJud já é considerado referência de inovação. A experiência adquirida com o ClickJud ajudou a equipe a desenvolver uma solução mais madura, eficiente e fácil de usar. Hoje, o sentimento dentro da Coordenadoria de Tecnologia da Informação do TJMT é de orgulho pela entrega de uma ferramenta que realmente facilita o acesso à informação e aproxima o cidadão da Justiça.

Esse reconhecimento está ultrapassando as fronteiras do Estado. O Tribunal de Justiça do Tocantins manifestou interesse em conhecer o funcionamento do Resumo Inteligente do TodoJud. Durante um evento em Brasília, uma equipe do TJMT apresentou como inteligência artificial é usada para transformar informações processuais complexas em textos mais claros e objetivos.

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Saiba mais sobre o TodoJud:

Vídeo – TodoJud: o Judiciário de Mato Grosso mais perto de você

Autor: Elaine Coimbra

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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