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Renovação de frota e geração de empregos reforçam agenda de sustentabilidade da aviação brasileira

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A aviação brasileira segue avançando em direção a um modelo mais sustentável e eficiente para o setor, impulsionada principalmente pela atuação do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os avanços refletem uma estratégia de longo prazo para o setor. “Estamos trabalhando para criar um ambiente favorável aos investimentos, que fortaleça a indústria nacional, gere empregos qualificados e, ao mesmo tempo, promova uma aviação mais sustentável e integrada. A modernização da frota e a ampliação da conectividade regional são fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país”, destacou.

Reforçando a política do MPor, até a primeira semana do ano, a LATAM Airlines Brasil estava com vagas abertas para contratação de pilotos do Embraer E195-E2. As admissões dos pilotos que irão operar o novo modelo estão previstas para fevereiro de 2026. A iniciativa reforça a geração de empregos e acompanha a expectativa de criação de mais de postos de trabalho diretos na cadeia produtiva da aviação. 

Para contextualizar, em setembro passado, a LATAM Airlines Brasil anunciou a aquisição de até 74 aeronaves Embraer E195-E2, com 24 entregas já confirmadas a partir do segundo semestre de 2026, em um investimento privado estimado em US$ 2,1 bilhões (aproximadamente R$ 11,3 bilhões). As aeronaves, reconhecidas pela maior eficiência energética e menor impacto ambiental, serão inicialmente destinadas às operações no Brasil, fortalecendo a conectividade regional e valorizando a indústria aeronáutica nacional. 

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O avanço está alinhado às políticas públicas do MPor, que aprovou uma linha de crédito de R$ 4 bilhões via Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para apoiar empresas aéreas na aquisição de aeronaves e outros insumos estratégicos. A medida incentiva a ampliação de rotas, especialmente em aeroportos regionais, e contribui para uma aviação nacional mais moderna, sustentável e integrada.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Paraná recebe Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 29/6/2026 – O projeto Defensoras Populares foi lançado no sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação em dez estados brasileiros. Promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa fomenta a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para prevenir a violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer as redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e de assistência.

A cerimônia contou com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participou da mesa de abertura a deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional no enfrentamento da violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorreu em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade”, enfatiza.

Ainda de acordo com a secretária, o crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando caminhos para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolidou uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e facilitar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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