Nacional

Renan Filho chega ao Rio de Janeiro para vistoriar obras importantes no estado com a caravana ‘Na Boleia do Brasil’

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Após percorrer Minas Gerais, a caravana ‘Na Boleia do Brasil’, capitaneada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, chega ao Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (15), a comitiva parte de Itaipava, Região Serrana do estado, rumo a obras fundamentais para o país, como a duplicação da Serra das Araras, que liga o Rio a São Paulo pela Via Dutra.

Com investimento de R$1,5 bilhão, o novo traçado da serra contemplará oito faixas (quatro para cada sentido) além dos acostamentos (um em cada sentido). Com essa expansão, a velocidade passará a ser de 80 km/h, permitindo a redução de até 50% do tempo no percurso. Cerca de 390 mil veículos circulam pelo local mensalmente.

Entre as paradas de Renan Filho no estado também consta a vistoria de uma intervenção fundamental para a Baixada Fluminense: as obras de duplicação da BR-493/RJ, conhecida como Magé-Manilha. O projeto, que recebeu investimento de R$ 600 milhões, é aguardado há décadas pela população e irá eliminar importantes gargalos.

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“Na Boleia do Brasil” é uma iniciativa do Ministério dos Transportes que leva a agenda ministerial diretamente às obras em andamento pelo país e promove, junto à sociedade, diálogos sobre os desafios e as prioridades no setor de infraestrutura. Na sexta-feira (16), a comitiva desembarca em São Paulo.

Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para os jornalistas interessados na cobertura das visitas.

Serviço
Caravana ‘Na Boleia do Brasil’
Data: Quinta-feira, 15 de janeiro
Horário: 7h30
Local: Villa Itaipava Resort & Conventions – BR-040, km 62 – Itaipava (RJ)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

Paraná recebe Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 29/6/2026 – O projeto Defensoras Populares foi lançado no sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação em dez estados brasileiros. Promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa fomenta a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para prevenir a violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer as redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e de assistência.

A cerimônia contou com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participou da mesa de abertura a deputada federal e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional no enfrentamento da violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorreu em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade”, enfatiza.

Ainda de acordo com a secretária, o crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando caminhos para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolidou uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e facilitar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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