Nacional

Mais de R$ 27 milhões reforçam segurança pública de Rondônia

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Brasília, 20/02/2026 – Nessa sexta-feira (20), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) entregou ao estado de Rondônia (RO) bens e equipamentos tecnológicos que somam mais de R$ 27 milhões.

Entre os itens estão uma lancha blindada com capacidade para 11 tripulantes, sistemas de tecnologia para investigação da Polícia Civil, equipamentos de automação, dez micro-ônibus, materiais de mergulho e ferramentas táticas. A ação foi financiada com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), gerido pelo ministério.

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, declarou, durante agenda no Piauí também nesta sexta-feira, que a Senasp pretende realizar entregas nas 27 Unidades da Federação.

“A nossa missão é integrar as políticas nacionais de segurança aos estados. Estaremos em todas as regiões, com o aval do ministro Wellington Lima e Silva e do presidente Lula, levando recursos e fortalecendo o combate ao crime organizado”, disse.

Segundo a Diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, os investimentos demonstram a amplitude de atuação da política nacional de segurança pública.

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“O poder de transformação dos recursos do FNSP é significativo, seja por meio de doações realizadas pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), seja pelas transferências fundo a fundo, já que a origem dos recursos é a mesma. A variedade e a quantidade de equipamentos entregues comprovam a importância desses investimentos para estruturar a segurança pública no País”, afirmou.

O Estado de Rondônia continua em uma crescente na execução dos recursos federais repassados anualmente ao ente: além das entregas de hoje, o Estado tem mais de R$ 70 milhões desses recursos já empenhados para liquidação ainda neste ano de 2026, reforçando a importância da parceria federativa em prol da estruturação da segurança pública.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Nacional

MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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