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IHARA Lança Tecnologia Inovadora para Combate ao Psilídeo e Controle do Greening na Citricultura Brasileira

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Novo Desafio: Controle do Psilídeo e Avanço do Greening na Citricultura

O setor citrícola brasileiro enfrenta um dos maiores desafios das últimas décadas: conter o avanço do psilídeo-asiático (Diaphorina citri), inseto vetor do Greening, doença sem cura que ameaça a longevidade dos pomares e compromete a qualidade e a produtividade das frutas.

De acordo com o Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura), cerca de 48% das árvores do cinturão citrícola de São Paulo e Minas Gerais já apresentam sintomas da doença, e em algumas regiões esse índice é ainda mais elevado. A situação pressiona os produtores a reforçarem o manejo fitossanitário para evitar novas perdas e garantir a sustentabilidade da produção.

CHASER EW: Inovação com Ação Rápida e Efeito Anti-Feeding

Para responder a esse cenário, a IHARA apresentou ao mercado o CHASER EW, inseticida com tecnologia inédita no país, desenvolvido para aprimorar o controle do psilídeo em todas as fases de desenvolvimento — adultos e ninfas.

O produto combina ação de choque imediata, efeito anti-feeding e alta persistência foliar, mesmo após chuvas. Essa combinação interrompe rapidamente a alimentação do inseto, reduzindo a transmissão do Greening e preservando o potencial produtivo das plantas.

Segundo Michel Tomazela, engenheiro agrônomo e gerente de produtos inseticidas da IHARA, o lançamento chega em um momento decisivo:

“O citricultor precisa de soluções que ofereçam rapidez, eficiência e consistência no controle do psilídeo. O CHASER foi desenvolvido para fortalecer o manejo, proteger os pomares e preservar a sustentabilidade econômica das lavouras.”

O inseticida atua por contato e ingestão, eliminando a praga com agilidade e também apresentando efeito repelente, o que evita novas infestações e amplia o intervalo entre as aplicações.

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Perspectivas para a Safra 2026/27: Crescimento com Desafios

Mesmo diante das dificuldades sanitárias, o Brasil mantém posição de destaque no mercado mundial de citros.

Projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam que a produção nacional deve atingir 330 milhões de caixas de laranja na safra 2026/27, um avanço de 3,7% em relação ao ciclo anterior.

O cenário é positivo, mas exige atenção. A perda de frutos e o aumento dos custos de replantio podem impactar diretamente a rentabilidade dos produtores e a oferta de matéria-prima para a indústria de suco.

Controle Integrado e Manejo Inteligente: Caminhos para a Sustentabilidade

De acordo com João Silvatti, gerente de marketing regional da IHARA, o CHASER EW é uma ferramenta estratégica em programas de manejo integrado de pragas (MIP) e controle de resistência:

“Em diversas regiões, a alta incidência de Greening já encurta a vida útil dos pomares. Nosso objetivo é apoiar o produtor com tecnologia que simplifique o manejo, reduza perdas e mantenha a qualidade da produção.”

Especialistas recomendam que a aplicação do inseticida ocorra logo no início da infestação, com foco em brotações jovens e floradas, períodos de maior vulnerabilidade das plantas. O manejo moderno também inclui o controle do vetor dentro e fora do pomar, abrangendo áreas vizinhas e plantas hospedeiras que podem servir de abrigo para o psilídeo.

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A integração de soluções químicas e biológicas, aliada à rotação de mecanismos de ação e ao monitoramento climático, é apontada como essencial para garantir eficiência e sustentabilidade no combate ao Greening.

Economia e Citricultura: Ambiente Financeiro Afeta Custos e Investimentos

O cenário econômico nacional também influencia o planejamento dos produtores.

O Banco Central do Brasil manteve a taxa Selic em 15% ao ano, o maior patamar desde 2006, como medida para conter a inflação, que deve encerrar 2026 em torno de 4,0%, segundo projeções de mercado. A alta dos juros encarece o crédito agrícola, reforçando a importância de tecnologias que aumentem a eficiência e reduzam o número de aplicações, como o CHASER EW.

Tecnologia a Serviço da Produtividade

Com a chegada do CHASER EW, a IHARA amplia seu portfólio de soluções voltadas à proteção fitossanitária sustentável, oferecendo ao produtor uma ferramenta robusta para enfrentar os desafios climáticos e sanitários que impactam a citricultura.

A tecnologia contribui para prolongar a vida útil dos pomares, reduzir a queda prematura dos frutos e manter a rentabilidade da produção, reforçando o protagonismo do Brasil como potência mundial em frutas cítricas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

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Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

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Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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