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Leilão garante R$ 55 milhões para novo terminal no Porto de Natal (RN)

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O 1º bloco de leilões portuários de 2026 garantiu R$ 55,17 milhões em investimentos para o Terminal NAT01, no Porto de Natal (RN). Arrematado pela empresa Fomento do Brasil Mineração S.A., o terminal ocupará uma área de 20.368,15 m² e terá contrato de 15 anos, com foco na movimentação de granéis sólidos minerais.

Com capacidade dinâmica anual projetada para 1,8 milhão de toneladas, o novo terminal deverá gerar 52 empregos diretos e ampliar a eficiência operacional do porto potiguar, fortalecendo a logística regional e a competitividade das exportações.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o projeto reforça o compromisso do Governo Federal com o desenvolvimento regional. “O Porto de Natal tem papel estratégico para o Rio Grande do Norte e para o Nordeste. Com o NAT01, ampliamos a capacidade logística, estimulamos a atividade econômica e criamos condições para que o estado continue expandindo suas exportações e atraindo novos investimentos”, afirmou.

“Com o NAT01, ampliamos a capacidade logística, estimulamos a atividade econômica e criamos condições para que o estado continue expandindo suas exportações e atraindo novos investimentos” Silvio Costa Filho

Já o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, destacou que o novo arrendamento amplia a capacidade operacional do porto potiguar. “O arrendamento do NAT01 amplia de maneira objetiva a estrutura do Porto de Natal. Estamos falando de um terminal preparado para movimentar até 1,8 milhão de toneladas por ano, com investimentos em infraestrutura, equipamentos modernos e melhorias ambientais. Isso significa mais eficiência logística e maior capacidade de resposta às demandas produtivas da região”, disse.

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Infraestrutura e equipamentos

Do total previsto no edital, aproximadamente R$ 31,4 milhões serão destinados às chamadas obras civis, que incluem pavimentação em concreto armado, instalação de sistema de drenagem para tratamento de efluentes de minério, construção de barreira de vento de 11 metros e implantação de edificações de apoio, como prédio administrativo, oficinas, guaritas e sistemas de tratamento de água e esgoto.

Outros R$ 24,6 milhões serão investidos na aquisição de equipamentos, incluindo carregador móvel de navios e carregador móvel auxiliar (ambos com capacidade de até 2 mil toneladas por hora), seis pás carregadeiras, balanças rodoviárias, sistema de lava-rodas, canhões de névoa para umidificação, máquina varredeira e tanque de diesel.

Porto estratégico para exportações

O Porto de Natal (RN) se destaca na exportação de grãos e frutas, itens que responderam por quase 80% da movimentação total em 2025. Nesse período, o complexo movimentou 495 mil toneladas de cargas, um crescimento de 21,1% em relação ao ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

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As exportações avançaram 76,14% no período, enquanto as importações cresceram 16,19%. A movimentação de longo curso (entre portos de diferentes países) somou 487 mil toneladas, alta de 38,2%, consolidando o perfil internacional do terminal potiguar

Entre as principais cargas movimentadas em 2025 estiveram o trigo (50,2% do total), frutas (27,6%), contêineres (14,5%) e açúcar (6%).

O arrendamento do NAT01 soma-se a um conjunto de investimentos anunciados para o Porto de Natal (RN), incluindo a dragagem do canal de acesso para garantir maior profundidade operacional, obras de proteção na Ponte Newton Navarro e estudos para implantação do Porto-Indústria Verde, voltado à economia sustentável e à energia eólica offshore (em alto-mar).

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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