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MME promove workshop para fortalecer governança de dados no setor energético

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nos dias 2 e 3 de março, o “Workshop de Stakeholders: Cocriação de uma Estratégia de Dados Energéticos do Brasil”, em parceria com a Agência Internacional de Energia (AIE). O encontro teve como principal objetivo debater e estruturar uma estratégia de dados de energia para o país, alinhada às recomendações do estudo Revisão da Política Energética do Brasil 2025, apresentado durante a COP30, em Belém (PA). A iniciativa busca fortalecer e integrar o sistema nacional de dados energéticos, garantindo maior relevância e qualidade das informações para o planejamento e a formulação de políticas públicas no setor , além da redução de assimetrias de informação e riscos aos agentes de mercado.

A secretária substituta de Transição Energética e Planejamento do MME, Lorena Perim, destacou que o avanço do setor energético brasileiro depende diretamente da organização, da governança e da transparência dos dados. Segundo ela, o projeto, coordenado pela pasta, só é viável com o engajamento conjunto das instituições envolvidas. “Mais do que uma iniciativa do MME, trata-se de um esforço coletivo do setor, que reconhece a informação como um ativo estratégico para assegurar previsibilidade, confiabilidade e o aprimoramento contínuo das instituições”, afirmou.

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O encontro possibilitou a discussão de elementos essenciais da estratégia, como visão, missão, valores e objetivos estratégicos, além de mapear desafios, identificar barreiras e apontar áreas prioritárias de aprimoramento. Nesta etapa de cocriação, a proposta é avançar para uma abordagem orientada à solução de problemas, com a definição coletiva de objetivos de médio prazo a serem incorporados ao documento estratégico. O foco é ampliar a coordenação e cooperação institucional e elevar a prioridade e eficiência do sistema nacional de dados energéticos.

Participaram do workshop representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), da Petrobras e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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