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Luz para Todos leva energia elétrica à Aldeia Indígena Tibá e reforça inclusão energética na Bahia

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O programa Luz para Todos (LPT) segue se consolidando como uma das políticas públicas mais importantes do mundo na universalização do acesso à energia elétrica. Coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), a iniciativa tem levado infraestrutura essencial a comunidades rurais e tradicionais, ampliando oportunidades, impulsionando o desenvolvimento regional e promovendo melhorias na qualidade de vida da população. Na Bahia, mais uma ação do programa reforça esse compromisso com a chegada de energia elétrica à Aldeia Indígena Tibá.

Com investimento avaliado em mais de R$ 487 mil, foram implantados 2,4 km de rede de distribuição, com a instalação de 55 postes e cinco transformadores, além da realização de 15 novas ligações elétricas. Desenvolvida em parceria com a Neoenergia Coelba, a ampliação da rede elétrica na região foi concluída em agosto de 2025.

A chegada de energia elétrica à Aldeia Indígena Tibá garante que a população local tenha acesso a um serviço fundamental, que impacta diretamente áreas como saúde, segurança, educação e geração de emprego e renda. Agora, a comunidade passa a contar com melhores condições para conservação de alimentos, medicamentos, utilização de equipamentos tecnológicos nas atividades educacionais e fortalecimento de iniciativas produtivas locais.

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Investimentos aceleram a universalização da energia elétrica no estado

Desde que foi criado, em 2003, o Luz para Todos já contabilizou cerca de 685,3 mil atendimentos no estado por meio da expansão convencional da rede elétrica, beneficiando aproximadamente 3,13 milhões de pessoas. Os investimentos ultrapassam R$ 6 bilhões, consolidando o programa como uma das principais políticas públicas de inclusão social e desenvolvimento regional na Bahia.

No âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), as ações foram intensificadas a partir de 2023. Somente nesse período, cerca de 19 mil famílias passaram a ter acesso à energia elétrica com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Outro avanço importante ocorreu em dezembro de 2025, com a celebração do contrato da 12ª Tranche do programa, no âmbito das metas excepcionais. A iniciativa prevê o atendimento de 29.562 famílias na Bahia, com investimento de R$ 1,16 bilhão – sendo R$ 933 milhões provenientes da CDE. Atualmente, as obras seguem em execução, com 16,68% dos consumidores já conectados à rede elétrica.

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A ampliação das ações do Luz para Todos reafirma o papel estratégico do MME e do Governo do Brasil em universalizar o acesso à energia elétrica nas comunidades rurais e remotas do país, transformando a realidade social e econômica, a inclusão produtiva e o desenvolvimento sustentável.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE institui Comitê Gestor para fortalecer política de incubação de cooperativas populares

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, na última segunda-feira (27), a Portaria nº 735 que institui o Comitê Gestor do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). A medida marca um novo passo na consolidação da política pública voltada à incubação de empreendimentos de Economia Solidária no país.

O Comitê terá como principal finalidade promover a articulação, o acompanhamento e o monitoramento das ações do Proninc, programa coordenado pela Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), do MTE. A iniciativa fortalece projetos de incubadoras vinculadas, em sua maioria, a instituições de ensino superior e institutos federais, integrando ensino, pesquisa e extensão. Atualmente, o Brasil conta com 94 incubadoras.
tecnológicas de Economia Popular e Solidária.

Entre as atribuições do novo colegiado estão a formulação e revisão das diretrizes da política de incubação, a definição de critérios para seleção de
iniciativas e a avaliação da execução do programa. Também caberá ao Comitê disseminar metodologias baseadas na autogestão, na participação social e na educação popular, além de fomentar capacitações e fortalecer redes de cooperação.

A Portaria estabelece ainda que o Comitê atuará na mobilização de recursos financeiros, humanos e institucionais, na promoção da transparência e
do controle social, e no estímulo à territorialização das ações, respeitando as especificidades culturais, econômicas e sociais de cada região. Assim que
estiver instalado, o Comitê Gestor terá três tarefas fundamentais: mapear a situação das incubadoras, num exercício de amplo diagnóstico para avaliar as condições da política pública, depois desse período; construir as diretrizes para a Política de Incubação no Brasil, definindo quais serão os caminhos e como ela tem que ser feita; e avaliar o processo de incubação no país, com um conjunto de marcos/indicadores.

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A coordenação do Comitê ficará sob responsabilidade da Senaes, que também oferecerá suporte administrativo e operacional. O Comitê poderá elaborar um Regimento Interno, a ser aprovado em até 90 dias após sua instalação, definindo regras de funcionamento e deliberação.

A composição do Comitê reúne representantes de diversos órgãos do Governo Federal, instituições de fomento, redes acadêmicas e entidades ligadas à Economia Solidária, ampliando o caráter intersetorial da política. A Portaria também prevê a participação de convidados, sem direito a voto, para colaborar em temas específicos.

As reuniões ordinárias serão realizadas a cada quatro meses, podendo ocorrer de forma presencial, virtual ou híbrida. Com a criação do Comitê Gestor, o governo busca fortalecer a articulação institucional e ampliar o alcance das políticas de apoio às cooperativas populares, reconhecidas como instrumentos de geração de trabalho, renda e inclusão social. Segundo Sérgio Godoy, diretor de Formação e Estudos da Senaes, a extinção do Comitê, no governo anterior, representou um grande retrocesso, com a desarticulação de espaços de participação social na formulação das políticas públicas, especificamente as ligadas à Economia Solidária. O diretor explicou que “o Governo Lula precisou reconectar relações com todas as incubadoras, presentes em universidades, institutos federais, estaduais e fundações, além de retomar o diálogo com os movimentos ligados às tecnologias sociais”. “Foi necessário um novo estudo sobre o cenário para que pudéssemos construir diagnósticos e promover oficinas neste período”, afirmou.

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Fernando Zamban, secretário nacional de Economia Popular e Solidária, ressalta que a Política de Incubação para a Economia Solidária é fundamental
para a sobrevivência e competitividade dos negócios solidários, garantindo sustentabilidade, com as técnicas de gestão, marketing, contabilidade, entre
outras, que preparam para que os empreendimentos e coletivos possam superar obstáculos mercadológicos com maior segurança.

Confira os órgãos, que integrarão o Comitê.

I – Secretaria-Geral da Presidência da República;
II – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;
III – Ministério da Saúde;
IV – Ministério da Cultura;
V – Ministério da Justiça e Segurança Pública;
VI – Ministério da Educação;
VII – Fundação Banco do Brasil;
VIII – Rede Interuniversitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho – Rede
Unitrabalho;
IX – Associação Brasileira de Ensino, Pesquisa e Extensão em Tecnologia
Social – ABEPETS;
X – Rede de Economia Solidária dos Servidores da Rede Federal – Rede IF
EcoSol;
XI – Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas
Populares – Rede ITCPs;
XII – Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de
Educação Superior – FORPROEX;
XIII – Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica – CONIF;
XIV – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq;
XV – Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP

Acesse a Portaria nº 735

Conheça mais sobre o Proninc

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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