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MME e MMA assinam acordo de cooperação técnica para levar energia limpa às comunidades da Amazônia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) firmaram, nesta quinta-feira (19/3), um Acordo de Cooperação Técnica para promover melhorias na qualidade de vida da população que reside nas Unidades de Conservação da Amazônia e no entorno. A iniciativa integra os programas Luz para Todos e Energias da Amazônia ao ARPA Comunidades, fortalecendo a democratização do acesso à energia elétrica em áreas protegidas do bioma.

“Levar energia elétrica às comunidades da região amazônica é garantir cidadania, oportunidades e desenvolvimento sustentável. A parceria que estamos firmando com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima integra nosso objetivo de alcançar uma transição energética cada vez mais inclusiva e que proteja a nossa Amazônia, promovendo mais qualidade de vida para quem vive nesses territórios”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O acordo prevê a realização de ações coordenadas para ampliar a infraestrutura energética em 60 unidades de conservação de uso sustentável, apoiadas pelo Programa Áreas Protegidas da Região Amazônica (ARPA), que fortalece o protagonismo de populações locais e tradicionais em áreas de conservação, criando condições para o avanço dessa modalidade de atendimento em áreas remotas e tornando o acesso à energia elétrica mais eficiente e sustentável. A proposta também garante eletricidade limpa para residências, escolas, igrejas e empreendimentos

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Além de garantir o acesso à energia elétrica, o instrumento também reconhece os programas Luz para Todos e Energias da Amazônia como componentes estratégicos da política nacional de descarbonização e da transição energética justa e inclusiva. “Seguimos firmes no cumprimento dos compromissos climáticos do Brasil para garantir uma matriz energética mais limpa, justa e inclusiva. O Governo do Brasil segue trabalhando para reduzir a emissão de gases de efeito estufa ao ampliar soluções renováveis, como sistemas fotovoltaicos off-grid”, afirmou Silveira.

O MME será responsável pelo planejamento, execução dos atendimentos e acompanhamento dos investimentos realizados pelos programas federais de energia nas unidades de conservação do ARPA Comunidades. Já o MMA deverá articular o engajamento das comunidades, levantar demandas energéticas e fortalecer organizações locais.

Com vigência de cinco anos, o acordo estabelece uma atuação conjunta focada no desenvolvimento sustentável da Amazônia, promovendo geração de renda, inclusão social e proteção das florestas, com protagonismo das populações tradicionais que vivem nesses territórios.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil reforça protagonismo na transição energética e amplia liderança entre as maiores economias com matriz renovável

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O Brasil consolida sua posição como referência internacional na transição energética. Levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), publicado nesta quinta-feira (2/7), aponta que o país foi o terceiro que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025, resultado da crescente participação das fontes renováveis na matriz energética e dos investimentos realizados para ampliar a oferta de energia limpa, fortalecer a segurança energética e promover o desenvolvimento sustentável.

Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os resultados evidenciam o compromisso do Governo Federal com uma transição energética que seja justa, segura e inclusiva. 

“O resultado do estudo é um reconhecimento de todas as políticas de transição energética desse governo do presidente Lula. O Brasil demonstra ao mundo que é possível combinar segurança energética, competitividade e sustentabilidade. Ao ampliar os investimentos em fontes de energia limpa, fortalecer uma matriz predominantemente renovável e estimular o desenvolvimento econômico,  também impulsionamos a geração de empregos e contribuímos para a melhoria da qualidade de vida do nosso povo”, destacou.

O Ministério de Minas e Energia (MME) tem conduzido ações estratégicas para acelerar a transição energética, promover a descarbonização da economia e ampliar a participação de tecnologias de baixa emissão de carbono. Entre as prioridades estão a expansão da geração renovável, o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, o fortalecimento da segurança energética e a atração de investimentos para o setor. 

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Os dados da série histórica do Balanço Energético Nacional (BEN) 2026 corroboram com os esforços da Política Energética. De acordo com a edição mais recente, a geração eólica acresceu 8,8 TWh, enquanto a geração solar fotovoltaica apresentou crescimento de 17,5 TWh, sendo a fonte com maior crescimento na participação na geração (24,7%). A participação da bioenergia também é um destaque, no setor de transportes houve crescimento dos consumos de biodiesel (+8,2%) e no de etanol (+4,3%), colaborando para a renovabilidade do segmento, que atingiu 26,1%, além da crescente eletrificação dos veículos leves. A renovabilidade da indústria também permanece elevada, em torno de 65,1%, graças a participação cada vez maior na eletricidade no consumo.

Além dos benefícios ambientais, a elevada participação das fontes renováveis reduz a dependência de combustíveis fósseis, diminui a exposição às oscilações dos preços internacionais de energia e fortalece a resiliência do sistema energético nacional. Esse cenário contribui para a geração de empregos, o desenvolvimento regional e o aumento da competitividade da indústria brasileira em uma economia de baixo carbono.

De acordo com a Irena, a infraestrutura renovável brasileira evitou, somente em 2025, gastos estimados em US$ 32,4 bilhões com combustíveis fósseis que deixaram de ser importados ou consumidos. No mesmo período, a geração de energia renovável impediu a emissão de aproximadamente 432 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂), reforçando a contribuição do país para o enfrentamento das mudanças climáticas.

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O levantamento também evidencia a competitividade das fontes renováveis brasileiras. Na geração eólica onshore (terrestre), o Brasil permanece entre os mercados mais competitivos do mundo. Na geração hidrelétrica, os grandes empreendimentos nacionais registram os menores custos médios de instalação em nível global, demonstrando a eficiência e a maturidade da infraestrutura energética do país.

Em um movimento estratégico de modernização, o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 já incorpora os sistemas de armazenamento em baterias (BESS) como uma opção padrão de portfólio, garantindo a flexibilidade e a segurança necessárias para a rede do futuro.  

Acesse o site da Irena aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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