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Anac 20 anos: duas décadas de avanços que transformaram a aviação brasileira

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O Ministério de Portos e Aeroportos celebra os 20 anos da Agência Nacional de Aviação Civil, uma instituição fundamental para o desenvolvimento da aviação brasileira. Desde sua criação, em 2005, a agência tem papel central na organização e no fortalecimento do setor, contribuindo para elevar os padrões de segurança, eficiência e qualidade dos serviços prestados à população.

Ao longo dessas duas décadas, a Anac ajudou a estruturar um ambiente mais moderno e transparente para a aviação no país. A agência regula centenas de aeródromos, certifica aeronaves e profissionais e atua na proteção dos direitos dos passageiros, sempre com foco no interesse público. Também se consolidou como referência na produção e divulgação de dados, que orientam decisões e políticas para o setor.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a trajetória da Anac é um exemplo de como a regulação pode impulsionar o desenvolvimento do país. “Celebrar os 20 anos da Anac é reconhecer o papel fundamental da agência na construção de uma aviação mais segura, moderna e acessível. Ao longo dessas duas décadas, avançamos na ampliação do acesso da população ao transporte aéreo e na atração de investimentos para o setor. Seguiremos trabalhando para que a aviação brasileira continue crescendo, com inovação, sustentabilidade e foco no interesse público”, destacou o ministro.

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Mais acesso para a população
Os avanços da aviação brasileira nos últimos 20 anos refletem esse trabalho. Quando a Anac iniciou suas atividades, o Brasil registrava cerca de 45 milhões de passageiros por ano. Hoje, o setor mais que dobrou de tamanho.

Em 2025, o país alcançou aproximadamente 129,6 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais, um recorde histórico. Esse crescimento mostra que mais brasileiros passaram a ter acesso ao transporte aéreo, com mais rotas, maior oferta de voos e melhor conectividade entre as regiões.

Esse resultado é fruto de um ambiente regulatório mais estável e de políticas que incentivaram investimentos e ampliaram a concorrência no setor.

Regulação mais moderna e eficiente
Ao longo dos anos, a Anac promoveu mudanças importantes que ajudaram a modernizar a aviação brasileira. A simplificação de processos, o fortalecimento dos direitos dos passageiros e a ampliação da transparência são alguns dos avanços que tornaram o setor mais eficiente e acessível.

A atuação técnica da agência, alinhada a padrões internacionais, também contribuiu para aumentar a confiança no sistema de aviação civil do país e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos.

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Desafios para os próximos anos
O setor aéreo segue em expansão e traz novos desafios. O aumento da demanda exige investimentos contínuos em infraestrutura aeroportuária e melhorias na gestão do espaço aéreo, em alinhamento com as políticas públicas conduzidas pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

Ao mesmo tempo, novas tecnologias começam a ganhar espaço, como drones e a mobilidade aérea avançada, que inclui aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical, conhecidas como “carros voadores”. A regulamentação e a integração segura dessas inovações serão etapas importantes para o futuro da aviação.

Outro tema cada vez mais presente é a sustentabilidade, com iniciativas voltadas à redução de emissões, ao uso de combustíveis mais limpos e à melhoria da eficiência energética.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Mercado formal celetista gera 58.568 empregos em julho e acumula 972.203 postos no ano

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Em julho de 2026, o mercado de trabalho formal celetista gerou 58.568 postos de trabalho, resultado de 2.262.888 admissões e 2.204.320 desligamentos no mês, acumulando no ano 972.203 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,06%. Considerando os saldos dos últimos 12 meses (agosto/2025 a julho/2026) a ampliação do emprego formal no país chega a 880.717, crescimento de 1,87%.

Com o resultado de julho, o estoque de vínculos de trabalho formal chegou a 48.082.866 empregos no país.
Em 4 dos 5 grandes grupamentos de atividades econômicas os saldos foram positivos no mês, com destaque para o setor de Serviços (24.098), seguido da Construção (12.691), Agropecuária (12.523) e Indústria (11.315). Apenas o Comércio teve saldo negativo (-2.056) no mês.
Nos estados, foram registrados saldos positivos em 22 das 27 unidades federativas. Em valores absolutos, São Paulo (17.814), Mato Groso (5.766) e Minas Gerais (5.199) tiveram os maiores saldos. Em valores relativos, os percentuais foram maiores no Amazonas (0,63%), Mato Grosso (0,59%) e no Piauí (0,52%).
Dos postos de trabalho gerados, 95,1% podem ser considerados típicos e 4,9% não típicos, majoritariamente trabalhadores intermitentes (+4.344) e pessoas físicas do Cadastro de Atividades Econômicas – os CAEPF (+1.911).
Acumulado do ano
No acumulado de janeiro a julho de 2026, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento ocorreu no setor de Serviços, com saldo de 591.519 postos formais de trabalho, crescimento de 2,58%, com destaque para o setor de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, com saldo de 211.823 empregos no ano.
Também positiva, a Construção gerou 180.449 postos formais no ano, crescimento de 6,12%, com destaque para o setor de Obras de Infraestrutura (71.711). A Indústria apresentou saldo de 154.052 postos (1,72%) e a Agropecuária 54.106 postos (2,99%). O Comércio foi o único grande grupamento com resultado negativo no ano, acumulando perda de 7.896 postos formais de trabalho (-0,08%).
Nos estados, os maiores saldos acumulados ocorreram em São Paulo (267.107), Minas Gerais (113.981) e Paraná (68.243). Em termos relativos, as maiores variações foram registradas no Amapá (4,79%), Mato Grosso (3,96%) e Piauí (3,74%).

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Dados populacionais
Em julho, o saldo é foi positivo para homens (38.085) e para mulheres (20.483). Na população até 24 anos, o saldo foi positivo em 89.425 postos de trabalho, porém, negativo em 30.857 postos para pessoas com mais de 25 anos.
O saldo foi também positivo para as pessoas com nível médio completo (50.675) e para o com nível médio incompleto (12.027). Demais níveis de instrução totalizam saldo negativo de 4.134 postos. O saldo foi positivo para pardos (64.881), pretos (10.694), amarelos (481) e indígenas (63). Foi registrado saldo negativo apenas para brancos (-7.216).

Salário admissão
O salário médio real de admissão em julho chegou a R$ 2.419,23, com crescimento de 0,6% em relação a junho (R$ 2.404,10), uma variação positiva de R$ 15,13. Já em comparação com o mesmo julho de 2025, o aumento foi de R$ 48,38 (2,04%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.456,27, 1,5% mais elevado que o valor médio, enquanto para os trabalhadores não típicos chegou a R$ 2.142,12, uma variação 11,5% menor que o valor médio.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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