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Rotas Gerais: Ministério dos Transportes promove primeiro leilão de 2026 com mais de R$ 13 bilhões em investimentos nesta terça (31)

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, levará a leilão, nesta terça-feira (31), a concessão da BR-351/116/MG, conhecida como Rotas Gerais, na Bolsa de Valores, em São Paulo. Trata-se de um trecho federal estratégico de 735 quilômetros que liga os pólos econômicos do norte de Minas Gerais e que atenderá 24 cidades. O Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios percorridos soma cerca de R$26,6 bilhões, enquanto a população chega a aproximadamente 1,17 milhão de habitantes.

O contrato prevê investimentos de R$13,16 bilhões para a modernização e ampliação da rodovia. Entre as obras a serem executadas pela futura concessionária estão a implantação de duplicações, faixas adicionais, vias marginais, contornos, passarelas de pedestres e dois Pontos de Parada e Descanso (PPDs).

Em menos de três anos à frente do Ministério dos Transportes, Renan Filho alcançou a meta de 22 projetos contratados, que somam 10.577 quilômetros de rodovias que receberão mais de R$247,0 bilhões em investimentos. Até o final de 2026, a expectativa é atingir 35 ativos da carteira de infraestrutura terrestre.

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Cobertura de imprensa
Profissionais interessados em acompanhar o evento devem se credenciar pelo e-mail: . Haverá transmissão do leilão pelo canal do Ministério dos Transportes no YouTube.

Serviço
Leilão da BR-351/116/MG – Rotas Gerais
Data: terça-feira, 31 de março
Horário: 14h
Local: B3 – Rua Quinze de Novembro, 275, Centro Histórico – São Paulo (SP)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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