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MTE amplia qualificação profissional e avança na expansão da Casa do Trabalhador em Pernambuco

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta quarta-feira (6) o secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco, Diogo Alexandre Gomes Neto, para discutir a ampliação de políticas de qualificação e emprego no estado. Durante o encontro, o secretário convidou o ministro para a inauguração de uma nova unidade da Casa do Trabalhador e solicitou a adesão de Pernambuco ao programa Escola do Trabalhador 4.0.

Atualmente, o estado conta com unidades da Casa do Trabalhador no Recife, em Caruaru e em Igarassu, e há previsão de implantação de mais quatro unidades. O projeto tem como objetivo fortalecer a rede de atendimento ao trabalhador, ampliando o acesso a serviços de emprego, qualificação e orientação profissional.

Segundo Luiz Marinho, a Escola do Trabalhador 4.0 tem potencial para transformar a vida dos trabalhadores ao oferecer capacitação gratuita em competências digitais. “Estamos preparando os brasileiros para as novas demandas do mercado e ampliando suas oportunidades de emprego e geração de renda”, afirmou.

O secretário Diogo Alexandre destacou que a parceria com o Ministério é estratégica para ampliar a qualificação profissional no estado. “Com a adesão ao programa da Escola do Trabalhador 4.0, vamos levar mais oportunidades de capacitação e inclusão produtiva à população pernambucana”, disse.

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De acordo com o secretário nacional interino de Qualificação, Emprego e Juventude, Henrique Eduardo Medeiros Aquino, a Casa do Trabalhador integra serviços da Rede Sine e busca modernizar o atendimento, reunindo em um único espaço ações de intermediação de mão de obra, qualificação profissional, aprendizagem e apoio ao desenvolvimento de carreira.

A proposta também prevê a integração entre atendimento presencial, serviços digitais e autoatendimento orientado, facilitando o acesso da população às políticas públicas de trabalho e renda. “A Casa do Trabalhador se consolida como um ponto de referência para conectar trabalhadores, empregadores e oportunidades de inclusão produtiva”, destacou Aquino.

Participaram ainda da reunião o vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, Waldemar Oliveira, a superintendente regional do Trabalho em Pernambuco, Patrícia dos Anjos, e a coordenadora-geral de Fomento ao Crédito e Inclusão Produtiva, Lucilene Estevam Santana.

Escola do Trabalhador 4.0

A Escola do Trabalhador 4.0 é uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em parceria com a Microsoft, que oferece cursos gratuitos on-line voltados à qualificação digital. Integrada ao Programa Caminho Digital, a plataforma prepara trabalhadores para as demandas da economia digital.

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Os cursos são organizados em trilhas que vão do nível básico ao avançado, abrangendo áreas como inteligência artificial, programação, dados, segurança da informação e computação em nuvem. A plataforma também oferece conteúdos voltados à empregabilidade, como elaboração de currículos, preparação para entrevistas e uso de redes profissionais.

Com acesso gratuito e possibilidade de personalizar a jornada de aprendizagem, a iniciativa reforça o compromisso do MTE com a inclusão digital e a qualificação profissional diante das transformações do mundo do trabalho.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Secretário de Aviação destaca agenda de transformação do setor em debate sobre planejamento estratégico na Anac

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O secretário nacional de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), Daniel Longo, participou, na quarta-feira (6), do primeiro dia do evento “Desafios da Aviação Civil para os próximos 5 anos”, promovido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O encontro marca o início dos debates para a construção do Planejamento Estratégico 2027–2030 da agência.  

Durante o painel, o secretário destacou a Agenda ConectAR, iniciativa do ministério que reúne 38 medidas para promover o crescimento sustentável da aviação civil. A agenda prevê ações voltadas à redução de custos, ampliação da conectividade, estímulo à concorrência e fortalecimento da segurança jurídica.  

Segundo Daniel Longo, a Agenda ConectAR reflete os principais desafios que o setor precisará enfrentar nos próximos anos. Entre eles, o aumento da competitividade, a atração de novos operadores aéreos e a redução dos custos estruturais da aviação brasileira. “O setor aéreo brasileiro precisa de um ambiente mais competitivo e economicamente sustentável”, afirmou Longo.  

O secretário também defendeu maior aproximação entre o setor e a sociedade. Segundo ele, é necessário ampliar o entendimento sobre o funcionamento da aviação civil para reduzir a judicialização e qualificar o debate público sobre os desafios da atividade.  

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Outro ponto destacado foi a capacidade da Anac de se adaptar às políticas públicas formuladas pelo Governo Federal, preservando sua autonomia técnica e administrativa. Como exemplo, Daniel Longo citou o programa AmpliAR, voltado à expansão dos investimentos privados em aeroportos regionais, e o debate sobre a flexibilização das regras para aeroportos autorizados operarem voos regulares.  

“A agência não atua no vácuo. Ela possui autonomia, mas também executa diretrizes de política pública definidas pela administração direta. Isso exige capacidade de adaptação, colaboração institucional e construção conjunta de soluções regulatórias”, disse.  

O painel também contou com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Ministério da Fazenda e do Tribunal de Contas da União (TCU).  

Representando o BNDES, Maurício Henriques afirmou que a expansão da aviação regional depende da criação de novos mecanismos de financiamento adequados à realidade do setor. Segundo ele, o banco já apoia a aquisição de aeronaves produzidas no Brasil, mas ainda há desafios para financiar aeronaves menores e usadas, comuns na aviação regional.  

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Maurício Henriques também destacou que a descarbonização e a eletrificação da aviação já fazem parte do planejamento estratégico do banco. “A eletrificação da aviação é um caminho longo, mas precisamos começar a construí-lo agora. O Brasil tem vantagens importantes, como a capacidade tecnológica da indústria aeronáutica nacional”, afirmou.  

Já o auditor do TCU, Carlos Modena, destacou a credibilidade institucional da Anac como um dos principais ativos da aviação civil brasileira. Segundo ele, preservar um ambiente regulatório estável é essencial para garantir a expansão sustentável do setor.  

“O Brasil ainda possui um enorme potencial de crescimento na aviação civil. A manutenção de um ambiente regulatório estável e confiável é decisiva para ampliar o acesso da população ao transporte aéreo”, declarou.  

Assessoria Especial de Comunicação Social  
Ministério de Portos e Aeroportos 

Fonte: Portos e Aeroportos

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