Nacional

Conferência debate inteligência financeira e estratégias de combate ao crime organizado

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Campo Grande, 11/5/26 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas, participou da Conferência de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos, realizada de 5 a 7 de maio, em Campo Grande (MS). Representaram o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) o gerente da Rede Recupera, Eduardo Quadrotti, e o coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado, Getúlio Monteiro.

O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes das Polícias Civis, da Polícia Federal (PF), do Judiciário e do Ministério Público (MP), entre outras instituições, com o objetivo de debater estratégias de enfrentamento ao crime organizado, à corrupção e à lavagem de dinheiro.

Cooperação e troca de experiências

A conferência fortalece a cooperação interinstitucional e o intercâmbio de conhecimentos em temas como rastreamento de ativos, tecnologias aplicadas à investigação financeira e recuperação de recursos desviados.

A iniciativa reforça o compromisso das Polícias Civis e da Polícia Federal com o aprimoramento das ações de enfrentamento ao crime organizado e de proteção da sociedade brasileira. O encontro também evidencia a atuação integrada das forças de segurança na formulação de políticas voltadas à descapitalização do crime organizado e ao combate à lavagem de dinheiro.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Nacional

Ação coordenada pela Senasp gera perda de R$ 483 milhões ao crime organizado

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Brasília, 11/5/26 – A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), concluiu a primeira edição da Operação Renorcrim Recupera, ação nacional de enfrentamento ao crime organizado realizada entre 13 de abril e 8 de maio, ao longo de 26 dias. A ofensiva provocou prejuízo estimado em R$ 483 milhões às organizações criminosas, com foco no cumprimento de mandados judiciais, prisão de lideranças, apreensão de drogas e descapitalização financeira de facções.

Além do impacto financeiro, a operação resultou na prisão de 909 pessoas, na apreensão de 110 armas de fogo e de 723 kg de drogas. A atuação integrada também priorizou investigações patrimoniais e financeiras, além do bloqueio e da indisponibilidade judicial de bens e ativos vinculados ao crime organizado.

Instituições envolvidas

A Renorcrim Recupera reúne esforços das Unidades Especializadas das Polícias Civis de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Dracos ou similares), no âmbito da Rede Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Renorcrim), e das Unidades de Recuperação de Ativos, integrantes da Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera). A integração entre essas estruturas fortalece o uso da inteligência financeira como ferramenta essencial para enfraquecer a base econômica das facções.

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A ação segue as diretrizes da Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (Dnaisp), que orienta o trabalho coordenado entre os órgãos de segurança pública, promovendo maior eficiência, padronização e interoperabilidade nas ações.

Os resultados demonstram que o enfrentamento ao crime organizado exige, além da repressão penal, atuação direta sobre o poder financeiro das organizações, reduzindo sua capacidade de operação, expansão e influência.

Integração e estratégia nacional

A Renorcrim Recupera consolida-se como um dos principais instrumentos operacionais do Governo Federal no combate estruturado ao crime organizado ao integrar, em um mesmo ciclo, ações de repressão qualificada e persecução patrimonial.

Com planejamento estratégico baseado em evidências e alinhado às diretrizes nacionais de segurança pública, a iniciativa reforça o compromisso das instituições brasileiras em enfraquecer, de forma duradoura, as estruturas financeiras e operacionais das organizações criminosas em todo o País.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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