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Empresas têm até 5 de junho para aderir ao Pacto pela Sustentabilidade

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Empresas dos setores portuário, aquaviário e aeroportuário têm até 5 de junho para formalizar a adesão ao Pacto pela Sustentabilidade, uma iniciativa do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), que integra a Política de Sustentabilidade. O objetivo é a incorporação da sustentabilidade à infraestrutura de transporte, alinhando o setor aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU).

Com a adesão, as organizações concorrerão ao Selo de Sustentabilidade nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante, conforme o nível de comprometimento e os resultados alcançados. Os concorrentes deverão apresentar ações contemplando os três eixos da Política: Planejamento e Governança, Meio Ambiente e Mudança do Clima e Responsabilidade Social.

Entre os incentivos previstos estão a prioridade em análises de projetos, o acompanhamento de processos de licenciamento ambiental e o reconhecimento institucional pelo ministério.

Inscrições
Os interessados em participar devem realizar a inscrição no site do MPor. A participação é voluntária e a empresa deve ter mais de 100 funcionários. Além disso, é necessário estar em dia com as obrigações trabalhistas e não possuir histórico de denúncias comprovadas de trabalho forçado, infantil, assédio ou discriminação, sem a devida apuração, entre outros critérios.

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As organizações também deverão apresentar um Plano de Ação com metas e iniciativas voltadas às boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Sobre a Política
A Política de Sustentabilidade do MPor foi instituída pela Portaria 58, de janeiro de 2025, e estabelece diretrizes para fortalecer a governança ambiental, climática e social nos setores portuário, aquaviário e aeroportuário.

A iniciativa busca garantir que a infraestrutura logística brasileira opere de forma alinhada à preservação ambiental, à responsabilidade social, à transparência e ao interesse público, além de incentivar a adoção de práticas sustentáveis pelo setor privado, por meio do Pacto pela Sustentabilidade.

Serviço
O quê: adesão ao Pacto pela Sustentabilidade
Prazo: até 5 de junho de 2026
Quem pode participar: empresas dos setores portuário, aquaviário e aeroportuário com mais de 100 funcionários
Inscrições: disponíveis no site do MPor 

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nacional

Investimento em rodovias evita 2,6 mil sinistros e gera economia de R$ 1,28 bilhão

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A melhoria na conservação das rodovias federais evitou 2.611 sinistros de trânsito, poupou 8.486 vítimas e gerou economia social de R$ 1,28 bilhão de 2023 a 2025. Os dados fazem parte de análise técnica da Subsecretaria de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, que relaciona o aumento dos investimentos públicos em manutenção rodoviária à redução de ocorrências nas pistas.

Com mais recursos para manutenção, a malha federal apresentou melhora contínua na conservação das pistas. O resultado foi medido pelo Índice de Condição da Manutenção (ICM), usado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para classificar o estado das rodovias.

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A melhora na conservação das pistas também tem reflexo econômico. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o alto número de sinistros de trânsito impacta diretamente a economia, em razão da perda de força de trabalho e de capital humano. Além disso, essas ocorrências impactam o sistema de previdência social, aumentam os custos médico-hospitalares em toda a cadeia de atendimento e geram prejuízo patrimonial e outros custos.

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Segurança viária

De acordo com o estudo, cada sinistro de trânsito custa à sociedade brasileira R$ 490.161,11. Com base neste número, a análise feita pela SFPLAN aponta que a redução dessas ocorrências no período analisado representou uma economia social de R$ 1,28 bilhão.

Na avaliação da subsecretária de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, Gabriela Avelino, o estudo é importante para o desenvolvimento de políticas públicas para o sistema rodoviário brasileiro. “Uma das mensagens que a gente gostaria de passar é sobre a importância de políticas públicas baseadas em evidências”, disse. “Então a gente tem feito esse esforço, principalmente nesse assunto de segurança viária e sinistro de trânsito, em tentar gerar dados que subsidiem o debate”, acrescentou.

Retorno econômico

Estudo realizado pelo DNIT, em parceria com o FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia), aponta que cada R$ 1 milhão investido em infraestrutura de transportes gera um retorno de R$ 3,34 milhões em produção na economia. De acordo com essas informações, o estudo técnico conclui que investir nas melhorias das rodovias é investir no futuro econômico do país, seja em razão da preservação de vidas, seja pelo ganho de eficiência logística e na preservação ambiental.

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De acordo com a subsecretária Gabriela Avelino, os resultados apontados pelo estudo são frutos dos investimentos em recuperação e conservação das rodovias federais nos últimos anos. “A gente teve um recorde histórico de investimento em manutenção das rodovias federais”, destacou. “A gente vinha de um déficit histórico na última década, foi o pior índice de investimento na malha rodoviária, que foi o número de 2022, e a gente deu um salto para ser um dos maiores volumes de investimento na última década”, ressaltou.

Acesse o estudo completo.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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