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MME institui comitê executivo do Programa Nacional de Energia Geotérmica

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, na última semana, a Portaria de Pessoal MME nº 68/2026, que designa os integrantes do Comitê Executivo do Programa Nacional de Energia Geotérmica (CE-Progeo). O colegiado será responsável por coordenar ações voltadas ao desenvolvimento da energia geotérmica no país, em alinhamento às diretrizes estabelecidas pela Resolução CNPE nº 13/2025, que institui o Programa Nacional de Energia Geotérmica (Progeo).

A iniciativa integra a estratégia do Governo do Brasil de diversificação da matriz energética brasileira, com foco na ampliação de fontes renováveis de energia e no fortalecimento da segurança energética nacional. O comitê reúne representantes MME, Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Serviço Geológico do Brasil (SGB) e Empresa de Pesquisa Energética (EPE), responsáveis por apoiar a formulação de políticas públicas, estudos regulatórios e iniciativas de inovação relacionadas ao setor.

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Criado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), o Progeo busca estruturar o aproveitamento sustentável de energia proveniente do calor interno do planeta, promovendo pesquisa, desenvolvimento tecnológico e articulação institucional e fortalecimento da cadeia produtiva nacional ligada à fonte geotérmica.

A atuação do CE-Progeo também contribuirá para identificar oportunidades de aplicação de energia geotérmica em diferentes segmentos, incluindo geração elétrica, climatização, processos industriais e usos térmicos, além de incentivar o mapeamento do potencial brasileiro para essa fonte energética renovável.

Energia limpa e potencial estratégico
A energia geotérmica é obtida a partir do calor natural armazenado no interior da Terra. Esse calor pode ser utilizado para geração de eletricidade ou aproveitamento térmico direto em atividades industriais, agrícolas, comerciais e residenciais. Considerada uma fonte renovável, a tecnologia apresenta baixa emissão de gases de efeito estufa e alta disponibilidade operacional.

Embora ainda pouco explorado no país, o potencial geotérmico nacional tem sido estudado como uma alternativa complementar para ampliar a segurança energética do Brasil. O avanço de pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias têm ampliado as possibilidades de aproveitamento da fonte em diferentes regiões brasileiras.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Proteção de dados e privacidade entram em debate em audiência pública promovida pelo MJSP

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Brasília, 26/5/26 – A Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), publicou edital de chamamento à sociedade civil para participação na audiência pública sobre a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e Privacidade (PNPD). O encontro será realizado em 12 de junho, das 14h às 18h, no Palácio da Justiça, em Brasília (DF).

Na ocasião, também serão ouvidos integrantes do Conselho Nacional de Proteção de Dados (CNPD), responsáveis pela elaboração de subsídios à PNPD ao longo do ciclo 2024-2025.

“Na Sedigi, responsável pela condução da elaboração da Política, consideramos que a escuta ampla da sociedade será fundamental para a coleta de contribuições qualificadas, especialmente para a compreensão dos problemas, necessidades e oportunidades relacionados à Política Nacional de Proteção de Dados e Privacidade”, ressalta o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes.

Eixos temáticos da audiência pública

As manifestações orais e escritas deverão subsidiar a Sedigi nos seguintes eixos temáticos, sem prejuízo de contribuições sobre outros assuntos relevantes:

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* A PNPD como instrumento de direcionamento estratégico dos direitos à proteção de dados e à privacidade, bem como de fortalecimento da cultura de proteção de dados e da articulação entre os diferentes órgãos envolvidos na matéria;
* Definição do escopo de aplicação da PNPD, especialmente quanto à possibilidade de aplicação aos setores público e privado;
* Definição dos objetivos gerais e específicos que devem orientar a aplicação da PNPD, a partir de uma visão estratégica sobre prioridades e necessidades relacionadas à proteção de dados e à privacidade no país;
* Instrumentos voltados ao planejamento, à definição de estratégias e à execução de ações para implementação da PNPD, incluindo formas de redação, período de vigência, participação social, governança e outros aspectos;
* Relação entre a PNPD e as demais políticas públicas que envolvem o tratamento de dados pessoais, especialmente no compartilhamento de dados no âmbito da administração pública direta;
* Divisão de competências e responsabilidades entre os diferentes órgãos envolvidos na PNPD, incluindo o MJSP, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o CNPD e os órgãos e entidades da administração pública direta e indireta; e
* Ferramentas de cooperação interinstitucional para fortalecer a articulação e a integração entre diferentes entes federativos em temas relacionados à proteção de dados e à privacidade.

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Inscrições

Interessados poderão se inscrever até 3 de junho, conforme as regras previstas no edital. Os participantes selecionados para manifestação oral poderão participar da audiência pública de forma presencial ou virtual, além da possibilidade de envio de manifestações por escrito.

Para os ouvintes que acompanharem o encontro na data da audiência, não será necessária inscrição prévia.

Mais informações estão disponíveis no EDITAL Nº 3/2026 – DOU – Imprensa Nacional.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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