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Abono Salarial: pagamento de lote complementar começa nesta quinta-feira (15)

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) começa a pagar, nesta quinta-feira (15), o lote complementar do Abono Salarial. Ao todo, serão contemplados 1.030.899 trabalhadores e trabalhadoras com direito ao benefício, com um investimento de R$ 804.241.612,00.

O pagamento contempla trabalhadores cujas informações foram transmitidas ou retificadas pelos empregadores entre 1º de setembro de 2025 e 20 de junho de 2026.

O lote complementar é resultado do reprocessamento das informações do Abono Salarial do ano-base 2024 e dos dados transmitidos ou retificados pelos empregadores após o processamento original. As medidas adotadas permitiram tanto o reconhecimento do direito ao benefício para trabalhadores que não haviam sido identificados nos processamentos anteriores quanto a revisão do valor devido aos trabalhadores já habilitados. Com isso, foram identificadas diferenças decorrentes da apuração correta da remuneração, da quantidade de meses trabalhados e dos demais requisitos legais utilizados na concessão do benefício.

O Abono Salarial beneficiará 704.398 trabalhadores de empresas privadas (PIS), com pagamentos realizados pela Caixa Econômica Federal, e 326.501 servidores públicos (Pasep), cujos valores serão pagos pelo Banco do Brasil. No calendário atual, o benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados no ano-base 2024.

Em 2026, o calendário de pagamento do Abono Salarial referente ao ano-base 2024 teve início em 16 de fevereiro, e os valores ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.

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Quem tem direito — Têm direito ao Abono Salarial os trabalhadores que atendem aos critérios de habilitação, como estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo; ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), remuneração mensal média de até R$ 2.766,00 no ano-base 2024; ter exercido atividade remunerada por pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração; e ter os dados referentes ao ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Pagamento na Caixa — O pagamento do Abono Salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta da instituição, quando o trabalhador possuir conta-corrente, conta-poupança ou Conta Digital, ou pelo aplicativo Caixa Tem, em conta Poupança Social Digital aberta automaticamente pela Caixa.

Para os trabalhadores que não possuem conta na instituição, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e demais canais de pagamento oferecidos pela Caixa.

Pagamento no Banco do Brasil — No Banco do Brasil, o pagamento do Abono Salarial será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária. Também poderá ser feito por transferência eletrônica disponível (TED), Pix ou presencialmente nas agências de atendimento, para trabalhadores que não possuem conta bancária nem chave Pix.

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Informações adicionais podem ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego, além do telefone 158.

O calendário completo de pagamento pode ser consultado aqui. 

Lote complementar do Abono Salarial destina recursos a trabalhadores de todos os estados e do Distrito Federal:

Estado

Valor

Acre

R$ 4.488.835,00

Alagoas

R$ 13.529.580,00

Amapá

R$ 6.494.981,00

Amazonas

R$ 10.491.702,00

Bahia

R$ 66.866.771,00

Ceará

R$ 30.768.235,00

Distrito Federal

R$ 16.690.627,00

Espírito Santo

R$ 8.887.190,00

Goiás

R$ 28.193.136,00

Maranhão

R$ 40.127.223,00

Mato Grosso

R$ 13.146.602,00

Mato Grosso do Sul

R$ 8.800.547,00

Minas Gerais

R$ 68.463.521,00

Pará

R$ 23.816.236,00

Paraíba

R$ 11.472.164,00

Paraná

R$ 47.891.079,00

Pernambuco

R$ 24.866.442,00

Piauí

R$ 13.232.852,00

Rio de Janeiro

R$ 46.433.955,00

Rio Grande do Norte

R$ 6.319.217,00

Rio Grande do Sul

R$ 47.173.603,00

Rondônia

R$ 9.835.982,00

Roraima

R$ 3.013.323,00

Santa Catarina

R$ 51.373.998,00

São Paulo

R$ 191.279.312,00

Sergipe

R$ 6.028.094,00

Tocantins

R$ 3.992.755,00

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MME: Recursos minerais são estratégicos para ampliar a produção nacional de fertilizantes e segurança alimentar no país

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O Ministério de Minas e Energia (MME) celebra, neste 13 de outubro, o Dia Mundial do Fertilizante, reforçando a importância dos recursos minerais para a produção desses insumos essenciais ao campo. Minerais como potássio e fosfato são matérias-primas fundamentais para a fabricação de fertilizantes e reforçam a relação direta entre o potencial geológico brasileiro, a mineração e a segurança alimentar do país.

Ampliar a produção nacional de fertilizantes passa pelo conhecimento do território, pela identificação de recursos minerais e pelo incentivo ao desenvolvimento das cadeias produtivas. Nesse contexto, o MME atua por meio de iniciativas como o Plano Decenal de Mapeamento Geológico (PlanGeo), o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050) e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), que contribuem para fortalecer o setor mineral brasileiro e ampliar o aproveitamento sustentável de seus recursos.

O PlanGeo 2026–2035 organiza as prioridades de mapeamento geológico e de levantamento do potencial mineral brasileiro, contribuindo para identificar áreas com ocorrência de substâncias de interesse econômico, como fosfato e potássio, além de agrominerais. Ao ampliar o conhecimento sobre o território nacional, a iniciativa oferece subsídios para orientar pesquisas, atrair investimentos e apoiar o desenvolvimento de projetos voltados à produção de insumos para a agricultura.

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Já o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), que tem uma visão estratégica de longo prazo, estabelece como uma de suas metas reduzir a dependência brasileira de insumos fosfatados e potássicos, essenciais à produção de fertilizantes. Para alcançar esse objetivo, apresenta diretrizes que incluem a ampliação do conhecimento geológico, a valorização do potencial mineral brasileiro, o incentivo à pesquisa e à inovação e o estímulo à produção e ao uso de remineralizadores e fertilizantes naturais.

E a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), por sua vez, busca fortalecer as cadeias produtivas minerais no país, incentivando atividades que vão da pesquisa e extração ao beneficiamento e à transformação mineral. A política contribui para ampliar o aproveitamento dos recursos brasileiros, estimular a agregação de valor à produção nacional e fortalecer a segurança de abastecimento de matérias-primas estratégicas, em articulação com os objetivos de desenvolvimento econômico e segurança alimentar.

Além disso, o MME atua ativamente no Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CONFERT), desempenhando um papel estratégico na garantia da segurança do fornecimento de matérias-primas e energia ao setor.

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Neste Dia Mundial do Fertilizante, o MME reforça que a mineração está presente em diferentes setores da economia, inclusive na produção de alimentos. O aproveitamento do potencial geológico brasileiro representa uma oportunidade para fortalecer a indústria nacional, reduzir vulnerabilidades externas e avançar na segurança alimentar e na autossuficiência do país em insumos essenciais para o campo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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