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MME: Recursos minerais são estratégicos para ampliar a produção nacional de fertilizantes e segurança alimentar no país

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O Ministério de Minas e Energia (MME) celebra, neste 13 de outubro, o Dia Mundial do Fertilizante, reforçando a importância dos recursos minerais para a produção desses insumos essenciais ao campo. Minerais como potássio e fosfato são matérias-primas fundamentais para a fabricação de fertilizantes e reforçam a relação direta entre o potencial geológico brasileiro, a mineração e a segurança alimentar do país.

Ampliar a produção nacional de fertilizantes passa pelo conhecimento do território, pela identificação de recursos minerais e pelo incentivo ao desenvolvimento das cadeias produtivas. Nesse contexto, o MME atua por meio de iniciativas como o Plano Decenal de Mapeamento Geológico (PlanGeo), o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050) e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), que contribuem para fortalecer o setor mineral brasileiro e ampliar o aproveitamento sustentável de seus recursos.

O PlanGeo 2026–2035 organiza as prioridades de mapeamento geológico e de levantamento do potencial mineral brasileiro, contribuindo para identificar áreas com ocorrência de substâncias de interesse econômico, como fosfato e potássio, além de agrominerais. Ao ampliar o conhecimento sobre o território nacional, a iniciativa oferece subsídios para orientar pesquisas, atrair investimentos e apoiar o desenvolvimento de projetos voltados à produção de insumos para a agricultura.

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Já o Plano Nacional de Mineração 2050 (PNM 2050), que tem uma visão estratégica de longo prazo, estabelece como uma de suas metas reduzir a dependência brasileira de insumos fosfatados e potássicos, essenciais à produção de fertilizantes. Para alcançar esse objetivo, apresenta diretrizes que incluem a ampliação do conhecimento geológico, a valorização do potencial mineral brasileiro, o incentivo à pesquisa e à inovação e o estímulo à produção e ao uso de remineralizadores e fertilizantes naturais.

E a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), por sua vez, busca fortalecer as cadeias produtivas minerais no país, incentivando atividades que vão da pesquisa e extração ao beneficiamento e à transformação mineral. A política contribui para ampliar o aproveitamento dos recursos brasileiros, estimular a agregação de valor à produção nacional e fortalecer a segurança de abastecimento de matérias-primas estratégicas, em articulação com os objetivos de desenvolvimento econômico e segurança alimentar.

Além disso, o MME atua ativamente no Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CONFERT), desempenhando um papel estratégico na garantia da segurança do fornecimento de matérias-primas e energia ao setor.

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Neste Dia Mundial do Fertilizante, o MME reforça que a mineração está presente em diferentes setores da economia, inclusive na produção de alimentos. O aproveitamento do potencial geológico brasileiro representa uma oportunidade para fortalecer a indústria nacional, reduzir vulnerabilidades externas e avançar na segurança alimentar e na autossuficiência do país em insumos essenciais para o campo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MME abre consulta pública para aprimorar a governança dos modelos computacionais do setor elétrico

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu Consulta Pública sobre duas propostas de portaria para aprimorar a governança e orientar o desenvolvimento dos modelos computacionais do setor elétrico. A iniciativa consta da edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (9/10) e foi formalizada pela Portaria MME nº 941/2026. As contribuições poderão ser enviadas pelo Portal de Consultas Públicas do MME, durante 20 dias.

As propostas buscam estabelecer regras claras para a evolução dessas ferramentas e fortalecer a atuação coordenada das instituições responsáveis por sua utilização. Os modelos computacionais apoiam decisões sobre a expansão da geração de energia, o cálculo da garantia física das usinas, a operação do sistema elétrico e a formação do preço da energia no mercado de curto prazo.

A consulta integra a modernização prevista na Resolução nº 1/2024 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que estabeleceu estruturas de governança específicas para cada processo e atribuiu à Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a gestão integrada do desenvolvimento dos modelos. A iniciativa também atende à deliberação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) de junho de 2026, que reforçou a prioridade de avançar no desenvolvimento de novas opções de modelos.

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Regras para aprimoramento dos modelos

A primeira proposta estabelece procedimentos para avaliar e implementar melhorias nos modelos utilizados pela EPE e pelo MME no planejamento da expansão e no cálculo da garantia física das usinas. O texto prevê a classificação das alterações conforme seu impacto: atualizações e ajustes seguem um procedimento simplificado, enquanto mudanças estruturais exigem estudo técnico, consulta pública e aprovação do Ministério.

Com essa organização, agora os agentes do setor passarão a contar com regras previamente definidas para acompanhar e participar do aprimoramento das ferramentas aplicadas ao planejamento, ampliando a transparência e a previsibilidade do processo.

A segunda proposta estabelece diretrizes para a gestão integrada do desenvolvimento de novos modelos e funcionalidades pela CCEE, pela EPE e pelo ONS. O texto prevê uma cadeia compartilhada de modelos para os diferentes processos e uma Agenda Estratégica Integrada de Desenvolvimento, com revisão anual e participação da sociedade.

A proposta também contempla diretrizes de governança tecnológica aberta, com preferência por código aberto, validação independente e transparência sobre potenciais conflitos de interesses.

Coordenação entre as instituições

As propostas preservam as competências e as instâncias de decisão existentes conforme estabelecido na Resolução CNPE n°1/2024. A aprovação de alterações que serão implementadas nos processos oficiais do setor continuará a seguir os procedimentos aplicáveis a cada processo, inclusive os regulamentados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e pelo CMSE. O objetivo é organizar o desenvolvimento das ferramentas, dar transparência, celeridade e assegurar a coerência entre as necessidades do planejamento, da operação e da formação de preços. Nesse processo, cabe ao MME estabelecer diretrizes, acompanhar as agendas de desenvolvimento e zelar pelo equilíbrio entre as demandas dessas três áreas.

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As medidas também se articulam com iniciativas em andamento. O ONS, em conjunto com a CCEE e a EPE, conduz o desenvolvimento de novos modelos energéticos, cujo termo de referência esteve em consulta pública até o dia 8/10 no âmbito do Comitê Técnico do Programa Mensal da Operação Energética (PMO) e do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) do Mercado Curto Prazo.

As propostas de portaria fortalecem o marco de governança para que esse trabalho avance de forma coordenada e atenda aos diferentes processos oficiais do setor elétrico.

A Nota Técnica e as duas minutas de portaria estão disponíveis no Portal de Consultas Públicas do MME.
 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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