Cuiabá

Aquário e Museu da Caixa D’Água Velha abrem nesta segunda-feira

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O Aquário Municipal Justino Malheiros e o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha abrirão excepcionalmente nesta segunda-feira (21), feriado de Tiradentes. A abertura após domingo de Páscoa é uma oportunidade para os visitantes aproveitarem ao máximo o seu tempo de folga, criando memórias, lazer e conhecimento.

O Aquário Municipal funcionará das 9h às 18h para visitação, e o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, localizado na região central de Cuiabá, estará aberto ao público das 8h às 17h, sem interrupção para o almoço.

Desde a determinação de gratuidade para visitação, estabelecida pelo prefeito Abilio Brunini, mais de 150 visitantes já conheceram o Aquário Municipal, que abriga mais de 600 peixes distribuídos em aproximadamente 22 espécies, organizadas em três biomas: Amazônia, Pantanal e Cerrado. No espaço, que também abriga o Museu do Rio, os visitantes têm acesso a exposições fotográficas que retratam a história de Cuiabá.

Outra atração é o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, onde os turistas podem visitar a exposição “Caminhos da Arte e o Diálogo entre Estilos”, dos artistas plásticos Ellém Pellicciari e João Caramori. A mostra oferece uma experiência artística plural, rica em técnicas e estilos diversos.

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#PraCegoVer

A foto mostra uma das galerias do Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, onde há exposições de arte em andamento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

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Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

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A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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