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Assento 11A é o mais seguro? Especialistas explicam caso na Índia

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Assento 11A é o mais seguro? Especialistas explicam caso na Índia
Reprodução/freepik

Assento 11A é o mais seguro? Especialistas explicam caso na Índia

Passageiros de companhias aéreas ao redor do mundo estão se perguntando se há algo especial no assento 11A. Foi nele que Viswash Kumar Ramesh, de 40 anos, o único sobrevivente do Boeing 787-8 da Air India, que caiu após a decolagem em Ahmedabad, na Índia, na última quinta-feira, estava sentado. Mas será que a localização do assento realmente ajudou a salvar sua vida?

Provavelmente não, afirmam especialistas em aviação. Não há evidências de que um assento específico seja mais seguro que outro em caso de acidente. E, na maioria das vezes, tentar adivinhar qual  lugar oferece mais proteção não faz diferença.

“Se você estiver em um acidente, todas as apostas estão canceladas. Escolha o assento que deixar você mais confortável”, explica Jeff Guzzetti, ex-investigador de acidentes da Administração Federal de Aviação (FAA) e do Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) dos EUA, para o The New York Times.


A teoria da parte traseira é realmente mais segura?

Muitos acreditam que sentar na parte de trás do avião aumenta as chances de sobrevivência, já que a frente supostamente sofreria o maior impacto em uma queda. No entanto, Guzzetti afirma que essa ideia é enganosa.

“Você simplesmente não pode prever a dinâmica de uma queda” , alerta o especialista.

No caso do voo da Air India, o assento 11A ficava na fileira da saída de emergência, o que, em algumas situações, pode facilitar uma evacuação rápida. No entanto, Ramesh relatou à emissora estatal indiana que o lado direito da aeronave foi esmagado contra uma parede, impedindo que outros passageiros escapassem.

Foi sorte ou posição?

Em emergências como incêndios, estar perto de uma saída pode ser crucial, segundo Guzzetti. Mas, no caso específico do acidente na Índia, ele acredita que foi apenas sorte.

“Nesse tipo de acidente, as pessoas simplesmente não sobrevivem tão perto da frente, tão perto do combustível “, afirma Shawn Pruchnicki, ex-investigador de acidentes e professor de segurança na aviação da Universidade Estadual de Ohio, também ao The New York Times.

Os tanques de combustível do Boeing 787 ficam principalmente nas asas e na fuselagem central, o que aumenta os riscos em colisões próximas a essa área.

Acidentes recentes e a segurança dos voos

A queda na Índia é o mais recente de uma série de acidentes aéreos, incluindo uma colisão no ar em Washington (janeiro) e desastres na Coreia do Sul e no Cazaquistão (dezembro). Apesar desses eventos, especialistas garantem que voar continua sendo extremamente seguro.

“Acidentes chamam atenção justamente porque são raros. A aviação é uma das formas mais seguras de viagem”, reforça Pruchnicki.

Fonte: Turismo

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Parque Nacional de Ubajara: santuário de grutas, biodiversidade e paisagens deslumbrantes no Ceará

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Localizado na região noroeste do Ceará, o Parque Nacional de Ubajara é mais um dos vários destinos que o Brasil oferece para quem busca ecoturismo e contemplação da natureza. Abrangendo áreas dos municípios de Ubajara, Tianguá e Frecheirinha, a unidade protege um total de 6.299 hectares de uma rica zona de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica.

Criado em 1959, o parque destaca-se pela sua relevância ambiental e por abrigar um dos maiores patrimônios espeleológicos do país, com cavernas, grutas, fendas e outras formações subterrâneas. Situada na Serra da Ibiapaba, a unidade tem como um dos seus grandes atrativos o passeio de teleférico no tradicional bondinho, que oferece uma vista panorâmica da vegetação e dos paredões rochosos.

Para os amantes de caminhadas e de aventura ao ar livre, o parque oferece opções para diversos perfis de visitantes. O público conta com percursos como a Trilha da Samambaia, o Circuito das Cachoeiras, o Mirante do Pendurado e a Trilha Ubajara-Araticum, além da grande travessia do Parque Nacional de Ubajara. A unidade também contempla praticantes de cicloturismo, por meio da Trilha Cara Suja – Bike.

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Caminhos pela região

O Parque Nacional de Ubajara também se integra à Trilha Caminhos da Ibiapaba. O itinerário conecta o norte do Piauí à região da Ibiapaba, no Ceará, tendo mais de 300 quilômetros. A rota engloba unidades de conservação, ecossistemas da Caatinga e da Mata Atlântica, bem como sítios históricos e arqueológicos, promovendo a conservação ambiental e o desenvolvimento do turismo sustentável na região.

Toda esta imponência geológica é cercada por uma expressiva riqueza natural. Por isso, o parque é palco de diversos programas de pesquisa, monitoramento e conservação da biodiversidade do bioma Caatinga, servindo de refúgio para a vida silvestre e de espaço para atividades contínuas de educação ambiental e integração comunitária.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional de Ubajara é a sede administrativa na cidade de Ubajara, com acesso pela rodovia estadual CE-187 (Rodovia da Confiança). Partindo da capital do estado, Fortaleza, o trajeto rodoviário segue em direção à região da Serra da Ibiapaba.

Por se tratar de uma unidade de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a visita aos seus atrativos segue protocolos operacionais que garantem a segurança dos turistas e a preservação do patrimônio natural.

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Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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