Nacional

Brasil é reeleito membro do Conselho da Oaci para o triênio 2025-2028

Publicado

O Brasil foi reeleito membro do Conselho da Organização de Aviação Civil Internacional (Oaci) para o triênio 2025-2028, com 167 votos. A votação aconteceu neste sábado, 27, durante a 42ª Assembleia da Oaci, em Montreal, Canadá, em que Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lidera a delegação brasileira. O país tem sido eleito de forma ininterrupta desde a criação do organismo, em 1947.

O Conselho é o órgão executivo da Oaci, ou seja, é a unidade responsável pela implementação das decisões e pelo funcionamento diário da organização. Tem diversas competências relacionadas à aviação civil internacional, incluindo a tomada de decisões, a supervisão técnica do setor e a construção do plano de trabalho do organismo.

Ao todo, o Conselho tem 36 países membros, divididos em três grupos. Além do Grupo 1, do qual o Brasil faz parte, há o Grupo 2 com os Estados que mais contribuem para a oferta de instalações para a navegação aérea civil internacional e o terceiro grupo com os Estados que garantem representatividade geográfica.

Leia mais:  Senad e Prefeitura do Recife firmam Acordo de Cooperação Técnica para implementação do Programa CRIA

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio da Costa Filho, comemorou o resultado. “A participação do Brasil reforça a nossa liderança na aviação civil internacional. Fazer parte deste colegiado é estratégico para moldar o futuro, a eficiência e a integração do setor”, destacou.

Presente na Assembleia, o secretário Nacional de Aviação Civil do Ministério de Portos e Aeroportos, (SNAC/MPor), Daniel Longo, explicou a importância da participação brasileira para o fortalecimento do setor aéreo. “O Conselho da Oaci é determinante para o progresso da aviação civil internacional, ao garantir decisões técnicas e estratégicas que orientam o setor no mundo todo”, enfatizou.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Estruturação do projeto da Ferrogrão avança com decisão do STF

Publicado

O Ministério dos Transportes avalia que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a constitucionalidade da legislação relacionada à desafetação de área do Parque Nacional do Jamanxim para viabilizar a Ferrogrão, representa um passo importante para o fortalecimento e a continuidade da estruturação do projeto.

A decisão reforça o entendimento de que o trabalho técnico conduzido pelo Ministério ao longo dos últimos anos vem sendo realizado com responsabilidade, observância das condicionantes legais e aperfeiçoamento contínuo dos estudos necessários para um empreendimento dessa envergadura.

Nos últimos três anos, a pasta atualizou o projeto, agregou novos estudos, refinou informações técnicas, incorporou análise de custo-benefício e incluiu medidas de compensação ambiental que não constavam nas versões anteriores do empreendimento. Os estudos também passaram a considerar de forma mais aprofundada as externalidades positivas do projeto, especialmente a redução das emissões de gases de efeito estufa a partir da ampliação da participação do modal ferroviário na matriz logística nacional.

O Ministério dos Transportes reafirma que seguirá avançando em todas as diretrizes previstas na legislação, com compromisso absoluto com o devido licenciamento ambiental, a escuta e o respeito aos povos e comunidades envolvidos, além da adoção de todas as salvaguardas necessárias para garantir a sustentabilidade e a segurança jurídica do projeto.

Leia mais:  Ministério dos Transportes publica portarias para fortalecer integridade, ética e governança

A Ferrogrão é considerada estratégica para o desenvolvimento econômico do país, com potencial para ampliar a eficiência logística, reduzir custos de transporte e fortalecer a infraestrutura nacional de forma alinhada à sustentabilidade ambiental.

Paralelamente, o Ministério também atua, em conjunto com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na estruturação de soluções de financiamento de longo prazo para viabilizar o empreendimento. Com o avanço dessa etapa e a decisão do STF, a pasta aguarda agora a apreciação do projeto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para posterior publicação do edital. 

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana