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CeLesTe: MTE apresenta assistente virtual para facilitar acesso a informações trabalhistas

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou, nesta quinta-feira (30), a CeLesTe, assistente virtual que oferece orientação a empresas e cidadãos sobre os serviços do ministério. Disponível 24 horas por dia no site do MTE, a ferramenta utiliza tecnologia de inteligência artificial para esclarecer dúvidas, fornecer informações e, quando necessário, encaminhar atendimentos para o MTE Responde, serviço com suporte humano especializado.

Durante o lançamento da nova assistente virtual do MTE, o ministro Luiz Marinho destacou a importância da ferramenta para melhorar o atendimento aos servidores e à população. “Fizemos um importante lançamento, demos um crachá para nossa assistente virtual, a CeLesTe — nossa nova servidora — que tem o papel de buscar, agilizar e melhorar o atendimento aos nossos servidores e também à nossa clientela, trabalhadores e trabalhadoras. CeLesTe foi o nome escolhido em uma enquete realizada junto aos nossos servidores e servidoras. Quero agradecer a sugestão que deu origem ao nome: CeLesTe — Ce-Les-TE — CLT. No momento em que estamos sendo atacados, o papel da CLT, o papel do trabalho formal e o lançamento desse nome, da nossa assistente virtual, é emblemático. Sejam bem-vindos a esse novo momento na história do Ministério do Trabalho e Emprego.”

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A ferramenta, disponível 24 horas por dia, utiliza inteligência artificial para esclarecer dúvidas e orientar trabalhadores e empregadores. Sobre a importância da iniciativa, o ouvidor Paulo Marcello Fonseca Marques comentou: “O lançamento da CeLesTe representa um avanço importante na modernização do atendimento do MTE. Com ela, conseguimos oferecer respostas rápidas, seguras e acessíveis, aproximando o governo das pessoas e tornando os serviços públicos mais eficientes.”

Como funciona a CeLesTe

A assistente funciona de forma contínua, sem necessidade de login, e utiliza uma comunicação clara e empática, facilitando o acesso a informações para trabalhadores e empregadores. Uma equipe de servidores monitora e atualiza constantemente a ferramenta, garantindo respostas confiáveis e aprimoramento contínuo.

  • Converse por texto: digite a dúvida e receba respostas baseadas em fontes oficiais;

  • Linguagem simples e prática: comunicação clara, sem jargões técnicos;

  • Atendimento integrado: quando necessário, direciona o usuário ao MTE Responde;

  • Acesso contínuo: disponível 24 horas por dia no site do MTE.

Mais do que um sistema automatizado, a CeLesTe possui personalidade própria, com um avatar moderno e acolhedor que transmite confiança e aproxima o usuário do ministério. Sua linguagem cordial e educativa foi pensada para atender a todos que buscam informações sobre direitos trabalhistas ou utilizam os serviços do MTE.

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Com o lançamento da CeLesTe, o MTE avança na digitalização do atendimento público, fortalecendo a transparência, inovação e inclusão digital no mundo do trabalho.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Operação Donos da Noite: ação integrada combate exploração sexual e resgata 22 mulheres em condições análogas à escravidão no Nordeste

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A ação integrada coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Auditoria Fiscal do Trabalho, resgatou 22 mulheres submetidas a condições análogas à escravidão em estabelecimentos onde ocorria exploração sexual nos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, durante a Operação Donos da Noite. A operação foi realizada entre os dias 10 e 16 de junho e reuniu diferentes instituições no enfrentamento às violações de direitos. Participaram o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Polícia Federal (PF), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU). 

De acordo com informações da Auditoria Fiscal do Trabalho, as ações ocorreram nos municípios de Goiana (PE), Nova Cruz (RN), Guarabira, Pedro Régis e Alagoa Grande (PB), onde foram identificadas situações de tráfico de pessoas, servidão por dívida, jornada exaustiva e condições degradantes de trabalho. As investigações apontam que os estabelecimentos fiscalizados estavam vinculados a uma mesma organização criminosa.

Do total de vítimas resgatadas, quatro foram encontradas em Pernambuco e 18 na Paraíba, estado onde se concentrava o principal núcleo de atuação do grupo investigado. A maioria das mulheres era oriunda do Ceará e havia sido deslocada para trabalhar nos locais fiscalizados.

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Durante a operação, os auditores-fiscais do Trabalho constataram mecanismos utilizados para restringir a liberdade das trabalhadoras, incluindo o controle de dívidas e transferências compulsórias entre diferentes estabelecimentos administrados pela mesma organização. Também foram identificados relatos de violência e outras violações de direitos humanos.

A responsável apontada pela fiscalização como líder da organização foi formalmente notificada pela Auditoria Fiscal do Trabalho sobre a caracterização de trabalho em condições análogas à escravidão. O MTE determinou também a imediata interrupção das atividades, o pagamento das verbas trabalhistas devidas, o custeio do retorno das vítimas aos seus locais de origem e a adoção de medidas de proteção social.

Em Nova Cruz (RN), embora o estabelecimento estivesse fechado durante a fiscalização, foram encontrados registros de controle de dívidas, além de outros elementos que reforçam a atuação da organização criminosa no local.

Atuação integrada fortalece proteção às vítimas

A Operação Donos da Noite demonstra a importância da atuação articulada entre os órgãos públicos no enfrentamento ao tráfico de pessoas, à exploração sexual e ao trabalho escravo contemporâneo. A integração entre as instituições permitiu identificar as vítimas, reunir provas, responsabilizar os envolvidos e assegurar medidas imediatas de proteção às trabalhadoras resgatadas.

No âmbito da operação, a Auditoria Fiscal do Trabalho do MTE foi responsável pela fiscalização dos estabelecimentos, identificação das vítimas, caracterização das condições análogas à escravidão e adoção das medidas administrativas necessárias para garantir a proteção dos direitos das trabalhadoras.

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Além do resgate das trabalhadoras, a força-tarefa garantiu o acesso das vítimas à rede de proteção social e deu continuidade às investigações para aprofundar a apuração das responsabilidades trabalhistas e criminais dos envolvidos.

As investigações seguem em andamento, e novas vítimas poderão ser identificadas ao longo dos desdobramentos da operação.

Denúncias

Casos de trabalho análogo à escravidão, tráfico de pessoas e exploração sexual podem ser denunciados de forma anônima e segura por meio do Sistema Ipê, disponível em https://ipe.sit.trabalho.gov.br, ou pelo Disque 100, canal nacional de denúncias de violações de direitos humanos.

As denúncias recebidas são tratadas com sigilo e constituem importante instrumento para a identificação de vítimas e o combate às redes de exploração de trabalhadores em todo o território nacional.

O Sistema Ipê foi lançado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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