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Clara, a IA da ALLTIS que revoluciona a gestão de granjas de ovos

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A ALLTIS lançou Clara, uma inteligência artificial que permite aos produtores de ovos monitorar suas granjas em tempo real. O sistema envia alertas imediatos quando algum aspecto da produção apresenta falhas, permitindo correções rápidas no fluxo de postura, no fornecimento de rações, no consumo de energia ou diante de quedas na produção. Além disso, Clara atua de forma preventiva, alertando sobre potenciais problemas antes que afetem o desempenho da granja.

Produção de ovos “na palma da mão”

“Com Clara, o avicultor de postura literalmente conversa com sua granja, de qualquer lugar do mundo. É a gestão disponível 24 horas, todos os dias”, afirma Alex Souza, fundador e CEO da ALLTIS. A tecnologia transforma granjas tradicionais em propriedades 4.0, aumentando a produtividade e reduzindo custos operacionais.

Como funciona Clara

Clara integra um sistema de cinco sensores que já estão em operação em quase cem aviários pelo Brasil. Segundo Mauricio Graziani, diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, “os sensores coletam dados sobre a granja e os enviam para a nuvem, onde Clara analisa essas informações e envia alertas automáticos aos avicultores, tornando a gestão mais eficiente e ágil”.

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Sensores e monitoramento completo

O pacote tecnológico da ALLTIS oferece monitoramento detalhado de diversas áreas da produção de ovos:

  • Fluxo de produção, incluindo volume, cor (branca ou vermelha) e tamanho dos ovos;
  • Controle de ração e insumos nutricionais;
  • Monitoramento do consumo e qualidade da água;
  • Gestão do consumo de energia;
  • Acompanhamento do bem-estar das aves.
Tecnologia flexível para granjas de qualquer porte

“Essa solução é única no mercado e sua flexibilidade permite apoiar granjas de qualquer parte do mundo na resolução de seus principais gargalos”, destaca Mauricio Graziani.

Com Clara, os produtores de ovos ganham não apenas controle total da produção, mas também mais eficiência, produtividade e capacidade de reação rápida a qualquer problema na granja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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