Tribunal de Justiça de MT

Conheça os canais do TJMT no YouTube e acompanhe transmissões ao vivo e conteúdos especiais

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) está cada vez mais próximo do cidadão e aposta no YouTube para ampliar o acesso às suas atividades. Para tanto, mantém dois canais oficiais na plataforma, organizados de forma estratégica para facilitar a navegação e tornar a experiência do público mais prática.

Os ícones de acesso estão disponíveis no topo do site oficial do TJMT (www.tjmt.jus.br), identificados pelo símbolo do YouTube. Com apenas um clique, o usuário é direcionado para o canal desejado, seja para acompanhar uma sessão de julgamento ou prestigiar um evento institucional.

No canal @tjmtoficial, são transmitidas ao vivo as sessões do Tribunal Pleno, do Órgão Especial e das Câmaras Julgadoras. Além disso, o espaço reúne reportagens, campanhas e playlists temáticas que destacam as ações do Judiciário mato-grossense.

Já o canal @eventostjmt concentra exclusivamente a cobertura de eventos como seminários, palestras, encontros e solenidades. Dessa forma, o público tem à disposição um ambiente dedicado a conteúdos institucionais de grande relevância.

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E tem mais: pelo próprio portal de notícias do TJMT é possível acessar rapidamente as transmissões. Logo abaixo da seção “Central de Serviços” estão os menus “Sessões ao Vivo” e “Eventos ao Vivo”. Ao clicar, o usuário é redirecionado para a página correspondente no YouTube e acompanha tudo em tempo real.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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