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Fertilizantes especiais nacionais aumentam produtividade das lavouras de verão

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A MaxiSolo, empresa catarinense especializada em fertilizantes minerais granulados, apresenta tecnologias nacionais que potencializam o rendimento das lavouras de verão, especialmente em soja, mesmo diante de estiagens prolongadas, excesso de chuvas e mudanças climáticas.

Nutrição estratégica do solo garante melhores resultados

Em um cenário de instabilidade climática que impacta a produção agrícola, produtores que investem em nutrição equilibrada do solo têm conseguido resultados expressivos. A MaxiSolo vem expandindo o acesso a soluções desenvolvidas no Brasil, permitindo maior produtividade e resistência das culturas frente a condições adversas.

SulfaBor: liberação controlada de nutrientes

O SulfaBor é um fertilizante mineral misto que combina cálcio, enxofre e boro com liberação controlada. A fórmula integra uma fonte de liberação rápida e outra gradual, garantindo a disponibilidade do nutriente ao longo de todo o ciclo da cultura.

Testes em campo indicam que o uso do SulfaBor pode gerar ganhos de até 4,8 sacas por hectare na soja. Segundo Caio Kolling, gerente de marketing da MaxiSolo, “A suplementação equilibrada repõe nutrientes e minimiza perdas, seja por lixiviação em períodos chuvosos ou para auxiliar na resiliência durante estiagens”.

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Além disso, o fertilizante atua como inibidor de alumínio no solo, estimula o enraizamento e fortalece a planta desde o início do ciclo, garantindo formação adequada de grãos e frutos.

KBMaxi: eficiência e versatilidade para diferentes cultivos

Outra solução de destaque é o KBMaxi, fertilizante mineral granulado com cálcio, boro, enxofre e potássio, de baixa salinidade e alta eficiência. Pode ser aplicado em todos os tipos de solo e culturas, promovendo maior absorção de nutrientes e auxiliando no desenvolvimento radicular, formação de folhas e ramos, além do enchimento dos grãos na soja.

A tecnologia do KBMaxi também oferece liberação dos nutrientes de acordo com a demanda da safra, aumentando a eficiência do uso de outros fertilizantes e contribuindo para uma produção mais sustentável e rentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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