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Fertilizantes especiais nacionais aumentam produtividade das lavouras de verão

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A MaxiSolo, empresa catarinense especializada em fertilizantes minerais granulados, apresenta tecnologias nacionais que potencializam o rendimento das lavouras de verão, especialmente em soja, mesmo diante de estiagens prolongadas, excesso de chuvas e mudanças climáticas.

Nutrição estratégica do solo garante melhores resultados

Em um cenário de instabilidade climática que impacta a produção agrícola, produtores que investem em nutrição equilibrada do solo têm conseguido resultados expressivos. A MaxiSolo vem expandindo o acesso a soluções desenvolvidas no Brasil, permitindo maior produtividade e resistência das culturas frente a condições adversas.

SulfaBor: liberação controlada de nutrientes

O SulfaBor é um fertilizante mineral misto que combina cálcio, enxofre e boro com liberação controlada. A fórmula integra uma fonte de liberação rápida e outra gradual, garantindo a disponibilidade do nutriente ao longo de todo o ciclo da cultura.

Testes em campo indicam que o uso do SulfaBor pode gerar ganhos de até 4,8 sacas por hectare na soja. Segundo Caio Kolling, gerente de marketing da MaxiSolo, “A suplementação equilibrada repõe nutrientes e minimiza perdas, seja por lixiviação em períodos chuvosos ou para auxiliar na resiliência durante estiagens”.

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Além disso, o fertilizante atua como inibidor de alumínio no solo, estimula o enraizamento e fortalece a planta desde o início do ciclo, garantindo formação adequada de grãos e frutos.

KBMaxi: eficiência e versatilidade para diferentes cultivos

Outra solução de destaque é o KBMaxi, fertilizante mineral granulado com cálcio, boro, enxofre e potássio, de baixa salinidade e alta eficiência. Pode ser aplicado em todos os tipos de solo e culturas, promovendo maior absorção de nutrientes e auxiliando no desenvolvimento radicular, formação de folhas e ramos, além do enchimento dos grãos na soja.

A tecnologia do KBMaxi também oferece liberação dos nutrientes de acordo com a demanda da safra, aumentando a eficiência do uso de outros fertilizantes e contribuindo para uma produção mais sustentável e rentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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