Turismo

Festas Juninas 2025: confira os principais eventos em São Paulo

Publicado

Cinco destinos para aproveitar a temporada de festa junina
Reprodução

Cinco destinos para aproveitar a temporada de festa junina

As festas juninas tomam conta de São Paulo a partir de 31 de maio e prometem animação até o fim de julho. Com entrada gratuita em diversas atrações, o calendário inclui quermesses de igreja, shows de forró e programação para toda a família. Há opções para quem busca pratos típicos, brincadeiras infantis ou apresentações de quadrilha.

Entre os destaques estão os arraiás no Parque Villa-Lobos, Memorial da América Latina e Centro de Tradições Nordestinas. Também ganham espaço as festas beneficentes promovidas por paróquias e os eventos temáticos, como a festa junina vegana e o Arraial Estrelado com shows nacionais. 

São João de São Paulo – Parque Villa-Lobos

Inspirado no sertão nordestino, o evento traz estrutura cenográfica, shows de forró pé de serra e programação gratuita para toda a família. Entre as atrações confirmadas estão Rastapé, Peixelétrico e Bicho de Pé, além de oficinas e brincadeiras para crianças.

Data: De 31 de maio a 22 de junho
Local: Parque Villa-Lobos
Horário: Sábados e domingos, das 10h às 21h
Entrada: Gratuita (com retirada antecipada de ingressos)


Quermesse da Paróquia São João de Brito – Brooklin

Um dos arraiás mais tradicionais da zona sul, a festa une gastronomia portuguesa e brasileira com destaque para o bolinho de bacalhau e o pastel de Belém. Também há música ao vivo, brincadeiras e bingo.

Data: De 31 de maio a 22 de junho
Local: Rua Nebraska, 868 – Brooklin
Horário: Sábados a partir das 17h; domingos a partir das 16h30
Entrada: Gratuita


Festa Junina da Paróquia Vila Madalena

Com estrutura familiar, o evento é voltado para moradores do bairro e visitantes que procuram ambiente tranquilo, com comidas típicas, música ao vivo e brincadeiras infantis.

Data: De 31 de maio a 29 de junho
Local: Rua Girassol, 795 – Vila Madalena
Horário: Sábados e domingos, das 18h às 22h
Entrada: Gratuita


Quermesse da Paróquia São Pedro Apóstolo – Zona Leste

Com mais de 60 anos de tradição, a festa é conhecida pela fogazza frita na hora, vinho quente e programação com música e bingo, atraindo moradores de toda a região.

Data: De 31 de maio a 29 de junho
Local: Rua Aracati Mirim, 86 – Jardim Independência
Horário: Sábados e domingos, a partir das 19h
Entrada: R$ 3


Festa Junina da Nossa Senhora da Conceição – Tatuapé

Localizada na movimentada Praça Silvio Romero, a festa conta com grande variedade de barracas, atrações musicais diárias e estrutura para receber famílias e crianças.

Data: De 31 de maio a 30 de junho
Local: Praça Silvio Romero – Tatuapé
Horário: Todos os dias, das 17h às 23h
Entrada: Gratuita

Quermesse do Calvário – Pinheiros

Uma das maiores quermesses da cidade, tem estrutura ampla com mais de 20 barracas, comidas típicas brasileiras e internacionais, além de música ao vivo e brinquedos para crianças.

Data: De 31 de maio a 6 de julho
Local: Rua Cardeal Arcoverde, 950 – Pinheiros
Horário: Sábados e domingos, a partir das 17h30
Entrada: R$ 30 (com vale-bingo incluso)

São João de Nóis Tudim – CTN (Centro de Tradições Nordestinas)

Principal arraiá nordestino de São Paulo, o evento traz shows gratuitos de forró, feira de artesanato, culinária típica e programação infantil, celebrando a cultura nordestina em todas as suas formas.

Data: De 31 de maio a 27 de julho
Local: Rua Jacofer, 615 – Bairro do Limão
Horário: Sextas, sábados e domingos
Entrada: Gratuita

Festa de São Vito – Brás

Festa tradicional italiana com mais de 100 anos, reúne pratos típicos como ficacella e antepastos, além de danças e músicas tradicionais em um ambiente comunitário.

Data: De 31 de maio a 13 de julho
Local: Rua Polignano A Mare, 255 – Brás
Horário: Sábados e domingos, a partir das 19h
Entrada: Sábado: R$ 135; Domingo: R$ 70

Festa Junina Vegana – Rua Augusta

Voltada para o público vegano, o evento oferece versões sem ingredientes de origem animal de pratos típicos como arroz doce, milho e cachorro-quente. Também é pet-friendly.

Data: Dias 1, 8, 15, 22 e 29 de junho (domingos)
Local: Rua Augusta, 2690 – Jardins
Horário: Das 11h às 20h
Entrada: Gratuita

Arraial do Mira Sounds – Barra Funda

Festa junina com foco na cena musical independente, traz DJs, feira criativa, brincadeiras e comidas típicas em ambiente jovem e alternativo.

Data: 7 de junho (sábado)
Local: Rua Barra Funda, 630
Horário: A partir das 17h
Entrada: R$ 50

Festa Junina do Memorial da América Latina

O Memorial promove uma das festas mais democráticas da cidade, com entrada gratuita, shows de forró, barracas de comidas típicas e espaço dedicado às crianças.

Data: 7 e 8 de junho
Local: Memorial da América Latina – Barra Funda
Horário: Das 11h às 21h
Entrada: Gratuita

Arraial Estrelado – Parque Ibirapuera

Evento privado com estrutura de grande festival, reúne shows de artistas como Nattan e Menos é Mais, praça de alimentação, áreas instagramáveis e espaços para brincadeiras juninas.

Data: 19 de julho
Local: Arena Ibirapuera – Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n
Horário: A partir das 13h
Entrada: A partir de R$ 270


Fonte: Turismo

Comentários Facebook
Leia mais:  Berlim: 5 passeios que são a cara da cidade
publicidade

Turismo

Ministério do Turismo e UNESCO listam os destinos inteligentes e criativos do Brasil

Publicado

O futuro do turismo global passa por inovação, sustentabilidade e criatividade, e o Ministério do Turismo (MTur) atua para que o Brasil opere efetivamente essa verdadeira transformação. Por meio da Estratégia Nacional de Destinos Turísticos Inteligentes (DTI), a pasta apoia localidades de norte a sul do país a adotarem ações nesse sentido, envolvendo eixos como governança, segurança, acessibilidade e mobilidade.

O trabalho inclui a disponibilização de revistas eletrônicas, elaboradas em parceria com a Unesco, que apresentam os atrativos e as iniciativas desenvolvidas pelas cidades contempladas.

O Brasil, inclusive, é a primeira nação da América Latina a criar uma metodologia própria de DTIs, inspirada no modelo da Sociedade Mercantil Estatal para a Gestão da Inovação e das Tecnologias Turísticas (SEGITTUR), empresa pública da Espanha, que é pioneira na área.

Além disso, o modelo brasileiro de Destinos Turísticos Inteligentes trabalha um pilar muito especial e específico da metodologia do país: a criatividade. Com isso, é dado destaque ao potencial de cada município em utilizar a economia criativa como diferencial na experiência dos visitantes, ao mesmo tempo em que valoriza o trabalho local e melhora o sentimento de pertencimento dos habitantes. Esse pilar conversa diretamente com as cidades criativas da Rede Unesco, da qual fazem parte vários dos destinos inteligentes em transformação.

Para o visitante, os Destinos Turísticos Inteligentes proporcionam melhores sistemas de transportes, informações digitais precisas e serviços integrados. Já para a população local, a Estratégia DTI promove o desenvolvimento econômico sustentável e a preservação dos patrimônios cultural e ambiental locais, além da geração de novas oportunidades de emprego, renda e inclusão social.

Clique AQUI para acessar as revistas.

Confira abaixo algumas das cidades brasileiras que participam da iniciativa do Ministério do Turismo e que avançam na adaptação do setor a uma nova realidade:

Angra dos Reis (RJ): com 365 ilhas, praias e Mata Atlântica, a cidade investe em gestão integrada e qualificação para equilibrar conservação e desenvolvimento. Com monitoramento por câmeras, Wi-Fi público e o portal “Visite Angra”, o destino proporciona segurança e conectividade. O município abriga ainda o Parque Tecnológico do Mar, ecossistema que acelera startups de turismo náutico e de energia, tornando a região um laboratório vivo.

Belém (PA): conhecida como a “metrópole da Amazônia”, a cidade é cenário de ícones como o Mercado Ver-o-Peso e investe na requalificação de espaços públicos, valorizando acessibilidade e conforto. Por meio de uma governança que une o poder público às comunidades ribeirinhas, Belém promove um turismo que respeita a biodiversidade e as raízes ancestrais. A economia criativa gira em torno de ingredientes amazônicos e saberes tradicionais, gerando renda e inclusão.

Belo Horizonte (MG): na capital mineira, a governança do DTI inclui a Belotur (Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte) no ecossistema de inovação, focando em acessibilidade e mobilidade. O turista conta com portais integrados e infraestrutura que facilita o trânsito entre o clássico e o contemporâneo, apoiado por monitoramento inteligente e sustentabilidade. Por outro lado, BH faz da cozinha seu maior ativo, com a economia criativa girando em torno do “comer bem”.

Leia mais:  Rota usada por contrabandistas vira trajeto turístico em MG

Bonito (MS): referência em ecoturismo no Brasil, a cidade equilibra tecnologia e preservação. O coração dessa gestão é o Voucher Único Digital, sistema pioneiro, que monitora a capacidade de carga dos atrativos, garantindo a segurança do visitante e a integridade dos ecossistemas. Essa governança integrada entre os setores público e privado assegura padrões rigorosos de qualidade, acessibilidade e conectividade em expansão.

Brasília (DF): a capital federal é um marco do urbanismo moderno e utiliza sua arquitetura icônica como base para a inovação. A governança local foca na integração tecnológica para melhorar a mobilidade e a acessibilidade em seu traçado único, facilitando a experiência do visitante entre os monumentos e as áreas verdes. Com portais de dados e infraestrutura digital, a cidade busca otimizar a gestão urbana e garantir um turismo seguro e eficiente

Campina Grande (PB): conhecida pelo “Maior São João do Mundo”, a cidade usa inteligência de dados para gerenciar grandes fluxos de pessoas, garantindo segurança e eficiência durante festivais. O município oferece uma rede de serviços modernos, com foco em conectividade e soluções digitais. A inovação manifesta-se no design, nas artes visuais e na modernização das festas populares, criando um ecossistema de colaboração entre startups e produtores culturais.

Campo Grande (MS): reconhecida como uma das cidades mais arborizadas do mundo, Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, une a logística eficiente e uma política de gestão e preservação do verde urbano. Principal portão de entrada do Pantanal, o município usa a tecnologia para monitorar fluxos de visitantes, otimizar a segurança e garantir conectividade em parques e centros de eventos, preservando corredores biológicos urbanos.

Curitiba (PR): referência mundial em planejamento urbano, a capital do Paraná prioriza mobilidade e sustentabilidade. Com uma rede de transporte eficiente e parques que servem como “pulmões”, a cidade oferece uma experiência urbana organizada e acessível. A governança DTI foca na integração de dados para otimizar serviços públicos e a segurança do visitante, usando a tecnologia na preservação de seus patrimônios, como o Portal do Turismo Inteligente (POTI).

Florianópolis (SC): a “Ilha da Magia” integra suas belezas naturais a um dos ecossistemas tecnológicos mais vibrantes do país. A cidade investe em uma governança que prioriza a sustentabilidade e a acessibilidade, usando soluções digitais para monitorar o fluxo turístico e melhorar a experiência nas praias e trilhas. Por meio de aplicativos de mobilidade e portais integrados, o visitante navega com facilidade entre o centro histórico e polos de inovação.

Fortaleza (CE): a capital cearense une suas paisagens litorâneas a uma gestão urbana focada em tecnologia e sustentabilidade. A cidade usa monitoramento inteligente e soluções de conectividade para elevar a qualidade da experiência turística. A governança DTI garante que a infraestrutura moderna beneficie tanto visitantes quanto moradores. O fomento a hubs de inovação e distritos criativos impulsiona startups e talentos locais, valorizando a identidade cearense.

Foz do Iguaçu (PR): a cidade consolidou-se como um laboratório internacional para a implementação de DTIs. Localizada na tríplice fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), a cidade usa tecnologia para otimizar processos migratórios e a mobilidade entre grandes atrativos. Com sistemas avançados de monitoramento e prioridade em acessibilidade nas Cataratas, a cidade une eficiência tecnológica a uma hospitalidade multicultural.

Leia mais:  Programa Revive Brasil abre consulta pública para concessão de área voltado ao turismo

Goiânia (GO): a capital de Goiás usa a tecnologia para otimizar a segurança, o tráfego e a experiência do visitante. Reconhecida por suas vastas áreas verdes, a cidade equilibra a força do agronegócio com uma gestão urbana voltada à acessibilidade e à preservação do patrimônio histórico. Por meio de incentivos à cultura e à digitalização de serviços, Goiânia fortalece o turismo de negócios e a governança local, unindo tradição e modernidade.

Gramado (RS): ícone em hospitalidade no Brasil, a cidade é um “DTI em Transformação” de referência, integrando sustentabilidade à gestão de dados. A tecnologia brilha no programa “Conecta Gramado”, que oferece Wi-Fi gratuito em pontos estratégicos como a Rua Coberta, garantindo a jornada digital para os turistas e moradores. Das fábricas de chocolate artesanal ao design de mobiliário de alto padrão, a criatividade local gera milhares de empregos qualificados.

João Pessoa (PB): a capital paraibana investe em tecnologias de monitoramento para preservar orlas e áreas verdes, oferecendo uma experiência turística segura e equilibrada. A gestão foca na acessibilidade urbana e na digitalização de serviços, facilitando o acesso ao rico patrimônio histórico e natural. A economia criativa promove a inclusão social e a geração de renda, transformando a identidade paraibana em um produto de alto valor agregado.

Rio de Janeiro (RJ): principal cartão-postal do Brasil, a cidade, por meio do Centro de Operações Rio, usa tecnologia para monitorar o tráfego e a segurança, garantindo fluidez em eventos como Réveillon e Carnaval. A acessibilidade em pontos como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar é referência mundial. A capital fluminense incentiva o empreendedorismo cultural em comunidades e investe na economia do Carnaval, que gera milhares de empregos.

Apoio à implementação de DTIs

A jornada para se tornar um DTI reconhecido pelo Ministério do Turismo é organizada em cinco etapas. O processo começa com um diagnóstico da pasta, que avalia a maturidade atual do destino com base em requisitos ligados a cada um dos pilares da estratégia, seguido da elaboração de um Plano de Transformação, onde são definidas as ações prioritárias para potencializar suas virtudes.

Durante a execução desse plano, o município recebe o selo “DTI em Transformação”, um reconhecimento ao seu compromisso com a mudança. A etapa final envolve a realização de uma auditoria oficial, que, caso seja aprovada, confere ao destino o título “DTI Brasil”, validando internacionalmente a qualidade de sua gestão e infraestrutura.

O MTur oferece não apenas a metodologia, mas também fornece capacitações e ferramentas práticas a gestores, a exemplo de suporte à comercialização dos destinos participantes do projeto. O órgão incentiva ainda a troca de experiências entre as localidades, por meio da Rede Brasileira de DTIs, criada com o apoio da pasta e que conecta os municípios contemplados.

Por Victor Mayrink

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana