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Justiça mantém condenação após ofensas racistas em discussão sobre aluguel

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras Resumo:

  • Proprietário de imóvel que ofendeu ex-inquilina com expressões racistas durante discussão sobre aluguel teve a condenação mantida em segunda instância.
  • A prova foi considerada válida mesmo sem perícia técnica no áudio apresentado pela vítima.

Após ofender uma ex-inquilina com expressões de cunho racista durante uma discussão sobre contas de água e aluguel, um proprietário de imóveis teve mantida a condenação por injúria racial pela Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Por unanimidade, o colegiado negou o recurso da defesa e confirmou a pena de dois anos de prisão, em regime inicial aberto, substituída por duas restritivas de direitos, além de 10 dias-multa.

O caso aconteceu em março de 2023, em Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá). A vítima registrou a ocorrência e apresentou um áudio da discussão à polícia.

No recurso, a defesa alegou nulidade da prova digital, sustentando que o arquivo não passou por perícia técnica e que teria havido quebra da cadeia de custódia. Também pediu a absolvição por insuficiência de provas, sob o argumento de que a condenação estaria baseada apenas na palavra da vítima.

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Relator do processo, o desembargador Lídio Modesto da Silva Filho afastou as preliminares. Segundo ele, a gravação ambiental feita por um dos envolvidos é prova lícita e não exige, obrigatoriamente, perícia técnica quando há outros elementos que confirmam a autoria.

No caso, além do áudio, um policial militar que atendeu a ocorrência afirmou em juízo que o próprio acusado admitia ter feito as ofensas no momento da abordagem. Para o colegiado, não houve demonstração concreta de adulteração do conteúdo nem prejuízo à defesa, o que afasta a alegação de nulidade.

Ao analisar o mérito, a Câmara entendeu que a palavra da vítima foi firme e coerente, encontrando respaldo no conteúdo da gravação e no depoimento do policial. A versão apresentada pelo réu foi considerada isolada diante do conjunto probatório.

Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comarca de Nova Mutum abre seleção para Assessor de Gabinete

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A Comarca de Nova Mutum está com inscrições abertas para a seleção de servidor(a) para a função de confiança de Assessor de Gabinete II – PDA-CNE-VIII. Podem se inscrever servidores efetivos do Poder Judiciário de Mato Grosso, que exerceriam a função durante uma substituição temporária de seis meses.

Os candidatos interessados devem possuir conhecimentos básicos em Direito e/ou experiência prévia em atuação em Gabinete. As atividades podem ser exercidas tanto de forma presencial, quanto por meio de trabalho remoto.

As inscrições seguem até o dia 15 de junho. Para participar, o servidor deve encaminhar seu currículo profissional para o e-mail [email protected].

Além do currículo, é obrigatório informar os seguintes dados no corpo da mensagem:

  • Nome completo e matrícula;

  • Cargo efetivo;

  • Telefone fixo do setor onde trabalha e telefone celular particular;

  • Endereço de e-mail funcional.

Sobre a seleção

A seleção será realizada por meio de análise dos currículos encaminhados. Após a escolha, o servidor selecionado deverá providenciar a documentação necessária junto à Comarca de Nova Mutum para a emissão da portaria de designação, que passará a valer a partir de sua publicação oficial.

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Clique aqui para conferir o edital completo.


Autor: Vitória Maria Sena

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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