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Lewandowski institui a Escola Nacional de Acesso à Justiça

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Brasília, 08/10/2025 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, assinou uma portaria que institui a Escola Nacional de Acesso à Justiça (Enaju). O ato foi realizado durante a abertura do Encontro Nacional de Acesso à Justiça, nesta quarta-feira (8), no Palácio da Justiça. O evento segue até sexta-feira (10) e conta com painéis expositivos e mesas de debates sobre temas como soberania e as emergências do nosso tempo, empoderamento jurídico comunitário, justiça socioambiental e direitos territoriais.

Lewandowski destacou que a educação é um caminho para o acesso à justiça e aos direitos fundamentais. “Tenho muita convicção de que a educação para o acesso à justiça e à democratização contribuirá para que nós internalizemos os direitos fundamentais e, assim, poderemos conviver em uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais solidária”, frisou.

A Enaju é uma plataforma institucional de formação continuada e capacitação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju). O objetivo é ampliar a formação cidadã, oferecendo cursos livres e materiais acessíveis, em diálogo com os grandes desafios contemporâneos do acesso à justiça no Brasil.

“A proposta da Enaju é ser uma política pública de educação de direitos. Nossa proposta é disseminar a informação do acesso à justiça e a direitos para toda a população brasileira. Momentos como esse nos mostram a relevância da decisão de criarmos um espaço institucional no âmbito da justiça com a missão de democratizar o acesso à justiça no Brasil e pavimentar os caminhos de acesso a direitos para o povo brasileiro”, afirmou a secretária nacional de Acesso à Justiça, Sheila de Carvalho.

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Parcerias

Também presente ao evento, o advogado-geral da União, Jorge Messias, destacou que o acesso à justiça é parte inegociável da democracia. “Não há democracia sem justiça acessível. Isso porque o acesso à justiça é o próprio fundamento da cidadania, é ele que transforma a nossa Constituição em vida, fazendo com que os direitos se materializem para a população”, comentou.

Durante o encontro, também foi firmado um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o MJSP e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) para a elaboração, implementação e execução conjunta de cursos, oficinas, seminários e programas de capacitação continuada voltados a magistrados, servidores e demais profissionais do Sistema de Justiça.

A Enfam foi representada no ato pelo seu diretor-geral, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Benedito Gonçalves. Ele destacou a importância da parceria celebrada. “Esse trabalho conjunto significa mostrar para todos os profissionais as particularidades de cada cidadão. Isso que eu entendo que é democratizar a justiça: facilitar o acesso, despertar direitos e fazer com que os profissionais julguem atentando às particularidades das comunidades”, disse.

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Programação

Após a abertura, foi realizado painel com o tema Acesso à Justiça como Pilar da Democracia. A programação prosseguiu com os painéis Movimento Sociais como Vetores da Democratização da Justiça e O Sistema de Justiça frente às Novas Formas de Organização do Trabalho: Desafios, Limites e Possibilidades.

Na quinta-feira (9), a recepção terá início às 9h e três mesas de debate serão realizadas. Os temas das conferências serão O Sistema de Justiça que Queremos; Empoderamento Jurídico Comunitário; e Justiça Socioambiental e Direitos Territoriais.

Já na sexta-feira (10), último dia do evento, três mesas de debate abordarão os temas Meios Adequados de Soluções de Conflitos no Campo e na Cidade; Democratização e Representatividade na Justiça; e A defesa da Soberania e as Emergências do Nosso Tempo. O encerramento está previsto para as 18h.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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