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Mato Grosso do Sul realiza etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho nesta quinta-feira (16)

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Campo Grande sedia, no dia 16 de outubro, a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT). O evento reunirá representantes de trabalhadores, empregadores e do governo, além de instituições da sociedade civil, para discutir os desafios do mercado de trabalho e formular propostas que serão apresentadas na etapa nacional da Conferência, marcada para o dia 4 de março de 2026, em São Paulo.

De acordo com o Diagnóstico da Situação do Trabalho Decente em Mato Grosso do Sul (2025), 62,8% da população ocupada está em empregos formais, enquanto 37,2% ainda se encontra na informalidade. A taxa de desocupação é de 4,1%, uma das mais baixas do país, e o rendimento médio mensal dos trabalhadores é de R$ 3.102, valor superior à média nacional. O estado também registra avanços no trabalho decente, com taxa de desemprego juvenil de 8,2%, mas ainda enfrenta desafios, como a desigualdade salarial entre homens e mulheres e o trabalho infantil, que atinge cerca de 9,7 mil crianças e adolescentes.

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A II CNT é um espaço democrático, paritário e tripartite de diálogo social, que busca construir diretrizes para fortalecer as políticas públicas de trabalho, emprego e renda no Brasil. Segundo o superintendente regional do Trabalho em Mato Grosso do Sul, Alexandre Cantero, o evento é uma oportunidade de alinhar o desenvolvimento econômico do estado à promoção do trabalho digno e sustentável.

“A etapa estadual é um momento de escuta e de construção coletiva, em que trabalhadores, empregadores e governo debatem juntos soluções para os desafios do mercado de trabalho sul-mato-grossense. É por meio desse diálogo que podemos fortalecer a formalização, promover a inclusão produtiva e consolidar o trabalho decente como eixo do desenvolvimento do estado”, afirmou o superintendente.

Acesse aqui o Relatório da Situação do Trabalho Decente em Mato Grosso do Sul.

Para saber mais sobre a II CNT, acesse aqui.

Serviço:

Etapa Mato Grosso do Sul – II CNT
Data: 16 de outubro (quinta-feira)
Horário: 8h às 18h
Local: Faculdade Insted
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa, 845, Centro, Campo Grande/MS

 

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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