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MME realiza workshops para discutir a construção do Plante

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, neste mês de novembro, uma rodada de workshops para debater a construção do Plano Nacional de Transição Energética (Plante). O evento “PLANTE: Caminho da Transição Energética” aconteceu em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, com o objetivo de ampliar a participação e fortalecer o debate sobre a construção do Plano. Realizado em parceria com o FGV Clima, com apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS), o evento reuniu entidades governamentais, sociedade civil e setor produtivo,representados no Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte).

Para Sérgio Ayrimoraes, Coordenador-Geral de Estudos Integrados da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento, o workshop foi uma ação necessária para debater os próximos caminhos do Plante. “Apresentamos, no início do mês, a primeira minuta do Plante. Os eventos realizados presencialmente nas três capitais brasileiras envolveram uma escuta qualificada e, principalmente, a construção coletiva. O Plante é um dos alicerces da Política Nacional de Transição Energética, e pensar a longo prazo nos permite fazer a construção necessária para o desenvolvimento energético, envolvendo todos os setores”, afirmou.

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Os encontros realizados de forma presencial foram uma oportunidade para que especialistas apresentassem suas percepções e recomendações sobre os quatro pilares estratégicos do Plante: Segurança e Resiliência do Sistema Energético, Pobreza e Justiça Energética, Energia Competitiva para uma Economia de Baixo Carbono e Políticas Públicas, Regulação e Financiamento para Transição Energética.

Plano Nacional de Transição Energética
O Plante é um dos principais instrumentos da Política Nacional de Transição Energética e consolida de forma integrada as ações e estabelece instrumentos coerentes e coordenados para orientar o desenvolvimento de médio e longo prazo do setor energético brasileiro.

A elaboração é coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com apoio da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e participação de outros ministérios.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Silveira projeta liderança brasileira em segurança energética e transição sustentável na Alemanha

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu nesta segunda-feira (20/4), em Hanôver, na Alemanha, o fortalecimento da cooperação internacional em biocombustíveis como estratégia para ampliar a segurança energética e acelerar a transição sustentável. A declaração foi feita na reunião bilateral com a ministra federal de Assuntos Econômicos e Energia da Alemanha, Katherina Reiche, durante agenda oficial na feira mundial de tecnologia industrial, Hannover Messe.

Para o ministro Alexandre Silveira, a experiência brasileira demonstra como a diversificação da matriz energética pode fortalecer a segurança e reduzir vulnerabilidades externas. “A pluralidade energética é um grande desafio e, ao mesmo tempo, nossa maior força motriz. O Brasil já é exportador de petróleo e avançou para a autossuficiência na gasolina com a ampliação da mistura de etanol para E30. Quando utilizávamos E27, ainda havia necessidade de importação. Com o avanço do etanol, passamos a ser autossuficientes nesse segmento”, afirmou.

Na reunião, o ministro destacou a posição do Brasil como referência global em energia limpa, com uma matriz diversificada, sustentável e superavitária, especialmente no setor elétrico.

No campo dos combustíveis, Alexandre Silveira ressaltou o avanço do Brasil rumo à autossuficiência no refino, com destaque para o diesel. Atualmente, cerca de 80% do consumo nacional é atendido pela produção interna, o que amplia a resiliência diante de cenários internacionais de instabilidade. O ministro de Minas e Energia defendeu também que existe uma expectativa de que o país alcance a autossuficiência nesse segmento nos próximos anos.

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O ministro ainda afirmou que o atual contexto internacional, marcado por instabilidades no setor energético, exige maior integração entre países com capacidades complementares. Nesse cenário, segundo Alexandre Silveira, o Brasil se apresenta como parceiro estratégico, especialmente na agenda de descarbonização dos transportes e da indústria.

Parcerias estratégicas

O diálogo bilateral evidenciou oportunidades concretas de parceria entre Brasil e Alemanha em áreas como pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação. Entre os destaques estão os combustíveis sustentáveis de aviação e novas rotas para biocombustíveis avançados. A experiência brasileira na produção, certificação e uso em larga escala desses combustíveis foi apontada como diferencial competitivo no cenário global.

Ao defender o aprofundamento da cooperação, o ministro Alexandre Silveira reforçou a importância de avançar em soluções conjuntas para o setor. “Contem com o Brasil e com a sinergia que devemos criar, especialmente neste momento de instabilidade energética, com suas consequências e desafios. Precisamos aproximar nossas equipes, trocar informações e avançar na construção de soluções conjuntas que garantam segurança energética aos nossos países”, destacou.

Durante o encontro, Silveira também propôs maior integração entre as equipes técnicas e o fortalecimento da cooperação institucional, com foco na articulação de políticas públicas que viabilizem investimentos, inovação e desenvolvimento no setor energético. O ministro de Minas e Energia ressaltou que o Brasil reúne condições favoráveis para esse avanço, com estabilidade regulatória, segurança jurídica e ampla capacidade produtiva.

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A reunião integra um contexto mais amplo de fortalecimento da Parceria Energética Brasil-Alemanha, consolidada como instrumento estratégico para alinhar prioridades em temas como transição energética, descarbonização industrial e modernização dos sistemas energéticos.

Ao final, o ministro Alexandre Silveira reiterou o convite para que a delegação alemã visite o Brasil e aprofunde o diálogo sobre projetos conjuntos. A expectativa é que a cooperação avance com foco em resultados concretos, ampliando investimentos e contribuindo para uma transição energética equilibrada, justa e sustentável.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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