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MME realiza workshops para discutir a construção do Plante

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, neste mês de novembro, uma rodada de workshops para debater a construção do Plano Nacional de Transição Energética (Plante). O evento “PLANTE: Caminho da Transição Energética” aconteceu em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, com o objetivo de ampliar a participação e fortalecer o debate sobre a construção do Plano. Realizado em parceria com o FGV Clima, com apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS), o evento reuniu entidades governamentais, sociedade civil e setor produtivo,representados no Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte).

Para Sérgio Ayrimoraes, Coordenador-Geral de Estudos Integrados da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento, o workshop foi uma ação necessária para debater os próximos caminhos do Plante. “Apresentamos, no início do mês, a primeira minuta do Plante. Os eventos realizados presencialmente nas três capitais brasileiras envolveram uma escuta qualificada e, principalmente, a construção coletiva. O Plante é um dos alicerces da Política Nacional de Transição Energética, e pensar a longo prazo nos permite fazer a construção necessária para o desenvolvimento energético, envolvendo todos os setores”, afirmou.

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Os encontros realizados de forma presencial foram uma oportunidade para que especialistas apresentassem suas percepções e recomendações sobre os quatro pilares estratégicos do Plante: Segurança e Resiliência do Sistema Energético, Pobreza e Justiça Energética, Energia Competitiva para uma Economia de Baixo Carbono e Políticas Públicas, Regulação e Financiamento para Transição Energética.

Plano Nacional de Transição Energética
O Plante é um dos principais instrumentos da Política Nacional de Transição Energética e consolida de forma integrada as ações e estabelece instrumentos coerentes e coordenados para orientar o desenvolvimento de médio e longo prazo do setor energético brasileiro.

A elaboração é coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), com apoio da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e participação de outros ministérios.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE e MJSP firmam parceria de R$ 2,9 milhões para fortalecer Cozinhas Solidárias em apoio à população em situação de rua

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) firmaram, nesta segunda-feira (22), uma parceria de R$ 2,9 milhões para o fortalecimento das Cozinhas Solidárias, com foco no atendimento à população em situação de rua. A assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) ocorreu durante a cerimônia de abertura da Semana Nacional de Políticas sobre Drogas 2026, no Palácio da Justiça, em Brasília.

O secretário nacional de Economia Popular e Solidária do MTE, Fernando Zamban, participou do ato de assinatura e destacou que a parceria fortalece iniciativas que já demonstraram grande capacidade de transformação social.

“As Cozinhas Solidárias, por exemplo, além de garantirem segurança alimentar, se consolidam como ambientes de convivência, acolhimento, formação e inclusão produtiva. São verdadeiros laboratórios de tecnologia social, onde o cuidado se transforma em oportunidade e a solidariedade se transforma em autonomia”, afirmou o secretário.

Articulação interministerial

A parceria interministerial conta com aporte de R$ 2,9 milhões em recursos oriundos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad), unindo dois programas: o “Programa Paul Singer de Formação de Agentes Territoriais”, do MTE, e o “Ruas Visíveis”, do MJSP. O objetivo é contratar e capacitar 88 bolsistas que atuarão como agentes formadores e articuladores da economia popular e solidária junto à população em situação de rua em todos os estados e no Distrito Federal.

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A iniciativa conecta as Cozinhas Solidárias à Rede dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social (Cais), transformando os espaços de alimentação em plataformas de inclusão produtiva e convivência.

Para Zamban, os agentes territoriais terão papel fundamental nesse processo. “Serão mediadores do acesso a direitos, articuladores de redes locais e promotores da inserção da população em situação de rua nos empreendimentos da economia solidária, contribuindo, inclusive, para sua integração ao Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários (Cadsol)”, finalizou.

A Semana Nacional de Políticas sobre Drogas 2026, organizada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, ocorre até o dia 26 de junho, em Brasília (DF). O tema desta edição é “Prevenção, Proteção e Fortalecimento dos Territórios”, com o objetivo de promover diálogos e a construção coletiva de estratégias para o fortalecimento das políticas sobre drogas no país.

Saiba mais sobre o Programa de Formação de Agentes Territoriais Paul Singer. 

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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